ISBN: 978-65-85651-40-0
O projeto “Meandros Geográficos” é uma iniciativa dos docentes da Universidade de Pernambuco, com objetivo de realizar a divulgação científica da comunidade acadêmica. A coletânea se encontra no quinto volume, o primeiro publicado em 2017. O livro é composto por 10 (dez) artigos das diferentes áreas da geografia, com discussões relativas às ciências humanas e da natureza, com foco na geografia e análise do espaço geográfico. Também trazem pesquisas voltadas para a geografia escolar, salientado a importância da formação de professores.
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Número ISBN: 978-85-7856-202-1
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VOLUME 1
2018/ ISBN 978-85-518-0957-0
Smone Rosa da Silva (org.)
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Número ISBN: 978-65-86413-72-4
Sinopse: Desde que foi criada, até bem poucos anos atrás, a internet mudou o modo como trabalhamos, vivemos, nos divertimos e aprendemos. Nos últimos anos interferiu também no modo em que as pessoas se relacionam (CASTELS, 2003; BRIGGS e BURKE, 2006, CHARTIER, 2009). Tais transformações tornam desejável a discussão sobre o modo como estas mudanças repercutem na organização espacial e temporal no mundo e de que modo os estudiosos das ciências sociais podem, ou deveriam, se mover ao interno dessas redesenhadas estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais que emergem nesse cenário de saturação das mídias que constitui a era digital. A internet com seus bancos de dados, softwares, arquivos e bibliotecas online abre uma miríade de questionamentos para os historiadores do nosso século, uma vez que possibilita novas formas de representação do passado e de memória na rede (VITALI, 2005).
LUCCHESI, Anita
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ISBN: 978-85-7856-260-1
Cordel em homenagem aos 60 anos da Universidade de Pernambuco
Autora: Rosely Silva
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-65-85651-83-7
Esta pesquisa objetiva analisar como a utilização de jogos pedagógicos pode contribuir para minorar necessidades de aprendizagem quanto ao uso da pontuação na escrita de alunos do 8º ano do ensino fundamental. Partimos da investigação das dificuldades em produções textuais e construímos uma Sequência Didática, propondo a interação e aprendizagem ativa. Nos módulos de ações interventivas, contemplamos uma concepção reflexiva e significativa de aprendizagem linguística, inspirada metodologicamente em Pilati (2017). O contexto da pesquisa é uma escola pública municipal localizada em São Bento do Una –PE. A base teórica está centrada em Antunes (2003; 2014), Consenza e Guerra (2011), Machado e Elias (2022), Kishimoto (2021), Almeida (2013) e Miranda (2020), Caillois (2017), Huizinga (2019), Amaral e Ohy (2023), Lukeman (2011) e Ferrarezi Jr. (2021). Analisamos, ainda, como a pontuação é abordada nos documentos oficiais da Educação Básica e em recursos pedagógicos. Os estudantes superaram as fragilidades diagnosticadas, ampliando sua compreensão em relação a pontuação e aos aspectos da organização da língua, refletindo sua evolução em sua escrita.
Autora: Maria Célia Rocha de Moraes
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Número ISBN: 978-65-86413-69-4
Sinopse: Este guia pretende contribuir com o planejamento de atividades dos Grupos de Apoio ao Autocuidado em Hanseníase (GAC’s). É resultado de uma construção coletiva, no qual, os autores são sujeitos engajados com a atenção à saúde das pessoas acometidas pela hanseníase. Participaram da elaboração deste material: pesquisadores, professores, estudantes, profissionais de saúde que coordenam grupos de apoio, e voluntários do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan). Foi produzido durante oficinas realizadas entre os anos de 2019 e 2020, promovidas pela NHR-BRASIL e UPE.
Org. SANTOS, Danielle Christine Moura dos; GOMES, Flávia Carolina Ferreira; SILVA, Rejane de Almeida
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