ISBN: 978-65-86413-98-4
Este E-book, organizado em duas partes, reúne relatos de experiências realizadas pelos docentes da Universidade de Pernambuco, durante os anos de 2020 e 2021, que oportunizam a reflexão e o reconhecimento de estratégias que contribuem para tornar o Ensino Superior mais significativo e engajado na formação de sujeitos críticos, criativos, colaborativos, emocionalmente saudáveis, comprometidos ética e politicamente na superação dos desafios que enfrentamos coletivamente em sociedade. As práticas aqui socializadas foram apoiadas pelos Editais PROGRAD nº 05/2019, que fortalece a Vivência dos Componentes Curriculares dos Cursos de graduação, e PROGRAD nº 09/2020, que estimula as ações voltadas ao acolhimento, apoio psicossocial e psicopedagógico aos estudantes nas Unidades de Educação da UPE.
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ISBN: 978-85-7856-293-9
Este livro tem como intencionalidade demonstrar o quanto o Programa Residência Pedagógica, em apenas três edições, contribuiu para a formação inicial dos estudantes de licenciaturas nas mais diversas Instituições de Ensino Superior do Brasil. Trata-se de um recorte de estudos e práticas realizadas por meio de vários subprojetos vivenciados na Universidade de Pernambuco, nos campus Garanhuns, Mata Norte, Petrolina e Santo Amaro, em forma de coletânea.
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ISBN: 978-85-7856-282-3
Este livro documenta iniciativas inovadoras e oportuniza a reflexão sobre a necessidade de configurar a educação superior como um espaço dinâmico de inovação e reflexão, fortalecido pelo diálogo com a sociedade. As experiências narradas ao longo dos capítulos são oriundas de diferentes áreas do conhecimento, unidas por um propósito comum: fortalecer a integração entre teoria e prática, aproximando o ensino da realidade complexa do mundo contemporâneo.
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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PERFIS CONCEITUAIS, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E TEMAS SOCIOCIENTÍFICOS
Este livro foi elaborado a partir de trabalhos desenvolvidos no Núcleo de Pesquisa em Didática e Conceituação em Ciências (NUPEDICC), um grupo de pesquisa vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências (PPGEC) e ao Departamento de Química, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). O livro traz uma seleção de sequências didáticas propostas em diferentes pesquisas desenvolvidas no grupo e tem o objetivo de contribuir para a discussão sobre o ensino de ciências, de modo particular, o ensino de química, e subsidiar a ação de professores de ciências em sala de aula.
Nº ISBN: 978-65-86413-53-3
AMARAL, Edenia Maria Ribeiro do; SILVA, João Roberto Ratis Tenório da
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MANUAL DE LABORATÓRIO
2018/ ISBN 978-85-518-0971-6
Betty Rose de Araújo Luz
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ISBN: 978-65-86413-96-0
"Em 8 de janeiro de 2023 o povo brasileiro assistiu atônito à invasão e à depredação das sedes dos três Poderes em Brasília. A horda raivosa, oriunda das diferentes regiões do Brasil, avançou quebrando e destruindo tudo que encontrava pela frente, inclusive obras de arte, o que resultou num enorme prejuízo financeiro e artístico para o país. Para além disso tudo, o que assistimos naquele dia foi um atentado contra a democracia do Brasil, foi a tentativa de um golpe de Estado.
Para tratar desse assunto, Francisco Carlos Teixeira da Silva e Karl Schurster utilizaram com muita competência a larga experiência que possuem no campo da pesquisa histórica, as vivências profissionais que tiveram em órgãos particularmente envolvidos nesse processo, como o Ministério da Defesa e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), para apresentar esta obra “Como (não) fazer um golpe de Estado no Brasil: uma História interna do 8 de janeiro de 2023” que consolida uma importante análise da
história de tempos passados, bem como do tempo presente para ajudar o leitor a compreender o golpe fracassado de 8 de janeiro desde a sua gestação até sua realização [...]"
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A pandemia causada pelo vírus Sars-Cov-2 (COVID-19) inseriu a humanidade em uma profunda crise sanitária, socioeconômica e psicológica, cujos efeitos políticos se demonstram imprevisíveis. O pânico decorrente da possibilidade de contração da doença afetou o bem-estar individual e coletivo, ao mesmo tempo em que gerou diversas preocupações com o futuro. Esse mal-estar, de uma sociedade sem horizonte de expectativas, levou a diversas crises no modelo de representação, das instituições políticas e das formas de organização social. O Sars-Cov-2 demonstrou os efeitos da racionalidade moderna, impulsionada pelo neoliberalismo e globalização, que submeteu as sociedades globais à espoliação, à reprodução do capital e a um desprezível individualismo. Assim, esse dossiê, que atesta os esforços das Universidades em entender o complexo presente, buscará debater os múltiplos impactos econômicos, sociais, políticos, psicológicos, educacionais e culturais causados pela pandemia nos dez artigos que o compõem.
Número ISBN: 978-65-86413-46-5
SARMIENTO, Érica; SCHURSTER, Karl; ARAÚJO, Rafael
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