ISBN: 978-85-7856-251-9
Nesta obra, são apresentadas experiências extensionistas vivenciadas no âmbito da Universidade de Pernambuco - UPE, em diferentes contextos, sejam no formato de fóruns em torno da política de inserção curricular da extensão, ou mesmo a partir de atividades específicas, em perspectiva interdisciplinar, tal como a do letramento digital.
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Número ISBN: 978-65-86413-66-3
Sinopse: O presente livro ora publicado intitulado de Identidade, memória e pertencimento como instrumentos de luta no currículo escolar da Comunidade Quilombola de Trigueiros-PE de autoria de Romero Antonio de Almeida Silva, é resultado do seu mestrado em Educação pela Universidade de Pernambuco. Logo no início do texto o autor descreve sua história de vida e seu intenso envolvimento com a comunidade quilombola de Trigueiros e a educação, é perceptivo como ele forjou e foi forjado nesse processo de intensa vivência e trocas, neste sentido ele se torna um outro. Como afirmou Gilles Deleuze: “Mas é ao mesmo tempo, no mesmo lance, que nos tornamos maiores do que éramos e que nos fazemos menores do que nos tornamos”
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ISBN: 978-65-86413-90-8
Sinopse: A prática da leitura experimenta modificações consoantes às transformações da sociedade, no entanto, sua importância perdura inalterável. A leitura é uma das atividades que nos define como seres humanos, é um exercício social que se desdobra em uma gama inesgotável de conhecimentos, sendo também capaz de alavancar a nossa emoção por meio da imaginação. Todavia, não é de hoje que a educação brasileira vive uma crise no que diz respeito ao ensino da leitura que, por sua vez, reflete-se também numa crise da escrita, tendo em vista serem essas indissociáveis.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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INTEGRANDO GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO
2018/ ISBN 978-85-518-0976-1
Marília de França Rocha (org.)
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CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
Esta obra, em sua edição revisada e ampliada, propõe-se a compartilhar pesquisas na área de Educação Matemática, considerando as ações desenvolvidas por membros fundadores e atuais do GT de Psicologia da Educação Matemática da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia ANPEPP, que se debruçam sobre os aspectos psicológicos envolvidos nos processos de ensino e aprendizagem da Matemática e as implicações desses resultados para o contexto escolar em diferentes níveis, especialmente para a formação de professores que atuam nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental
Número isbn: 978-65-5943-110-6
MARTINS, Ernani; LAUTERT, Sintria
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ISBN: 978-65-86413-87-8
Sinope: Na condição de profissional da área de linguagens atuando há mais de dez anos como professora da Educação Básica nas disciplinas de Língua Portuguesa, Literatura, Produção de Textos, e Artes, com experiências em escolas públicas e privadas brasileiras, percebi um déficit no processo de aperfeiçoamento e aprofundamento dos conhecimentos necessários à atividade profissional da docência de Letras em relação ao ensino de História e Cultura Africana, Afro- brasileira e Afrodiaspórica, urgindo a necessidade de pesquisas científicas e materiais pedagógicos que auxiliem os profissionais de Educação em Letras para o desenvolvimento de práticas pedagógicas mais assertivas no que se refere à abordagem da temática negra nas escolas e à formação do leitor. Segundo Minayo (1994), quando estudamos a vida social de indivíduos e grupos humanos existe uma identidade entre sujeito e objeto. Logo, a partir da minha experiência laboral, do meu papel de docente e ser humano como agente capaz de transformar realidades estereotipadas, histórias e culturas invisibilizadas e das pontuações seguintes, fundamenta-se a escolha da temática desta pesquisa.
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Número de ISBN 978-85-7856-185-7
JUNIOR, Marco Aurélio de Valois Correia; JUNIOR, Edivaldo Xavier da Silva; AMARAL; Auxiliadora René de Melo
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- 61 anos do golpe e da ditadura de 1964 em Pernambuco : religiões - Volume 4
- Manual de procedimentos em biotecnologia: Volume I
- Dialogidade e Complexidade no processo de análise hermenêutica dialética
- Formação docente: 10 anos de pesquisa no Mestrado Profissional em Educação da Universidade de Pernambuco