ISBN: 978-85-7856-264-9
A administração pública tem como responsabilidade adotar práticas de gestão que auxiliem na resolução de problemas que circundam a sociedade como, por exemplo, as questões socioambientais, proporcionando caminhos para modelos de produção e consumo mais limpos. Tais caminhos devem ser pensados através de estratégias inovadoras que levem em consideração as dimensões da sustentabilidade visando ao crescimento econômico, ao progresso social e à responsabilidade ambiental. Nesse sentido, as instituições públicas têm sido provocadas a desenvolver programas que tenham como objeto o debate sobre a adoção de políticas de Responsabilidade Socioambiental para o setor público, como não poderia deixar de ocorrer com o TCE-PE, importante força motriz para a implantação de uma cultura de sustentabilidade pretendida pela Lei Federal nº 14.133/2021 (a nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos).
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ISBN: 978-85-7856-289-2
O livro que o/a leitor/a tem em mãos é fruto do trabalho coletivo de realização do V Seminário Internacional Brasil no Século XIX, ocorrido em Recife em 2024, e promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos do Oitocentos (SEO) em parceria com a Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural de Pernambuco (PGH/UFRPE) e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (PPGH/UFPE). O tema do Seminário foi voltado para o debate sobre os 200 anos da Confederação do Equador, motivo eleito igualmente como mote para muitos eventos e publicações naquele ano.
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Número ISBN: 978-65-86413-61-8
Sinopse: O livro Autocuidado e empoderamento: uma estratégia para promoção da saúde em pessoas acometidas com hanseníase nasce nestes contextos desafiadores, com forte parceria institucional a partir da região Nordeste do Brasil. Remete-se a um esforço coletivo de dizer SIM e atuar estrategicamente em iniciativas e projetos direcionados para fortalecimento das capacidades humanas pautadas na resiliência e solidariedade, indubitavelmente algo essencial para romper com o ciclo de vulnerabilidade que marca o segundo país do mundo em casos novos de hanseníase (aproximadamente 15% do total). O livro nos provoca a discutir autocuidado como elemento central para superação da hanseníase como causa injusta de dor, incapacidade física, deficiência e estigma. Estamos convidados e convidadas a refletir sobre estas dimensões.
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ISBN: 978-85-7856-280-9
O presente estudo representa um marco no desenvolvimento organizacional da Superintendência de Educação (SUED) da Autarquia Territorial do Distrito Estadual de Fernando de Noronha, constituindo o primeiro diagnóstico sistemático e abrangente das práticas de gestão educacional em um território insular único no Brasil. Desenvolvido através de parceria técnico-científica com a Universidade de Pernambuco, este trabalho oferece uma análise detalhada dos desafios e oportunidades específicos da SUED, que desempenha papel fundamental na formação educacional da comunidade noronhense e na garantia do direito à educação de qualidade no arquipélago.
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ISBN: 978-65-86413-96-0
"Em 8 de janeiro de 2023 o povo brasileiro assistiu atônito à invasão e à depredação das sedes dos três Poderes em Brasília. A horda raivosa, oriunda das diferentes regiões do Brasil, avançou quebrando e destruindo tudo que encontrava pela frente, inclusive obras de arte, o que resultou num enorme prejuízo financeiro e artístico para o país. Para além disso tudo, o que assistimos naquele dia foi um atentado contra a democracia do Brasil, foi a tentativa de um golpe de Estado.
Para tratar desse assunto, Francisco Carlos Teixeira da Silva e Karl Schurster utilizaram com muita competência a larga experiência que possuem no campo da pesquisa histórica, as vivências profissionais que tiveram em órgãos particularmente envolvidos nesse processo, como o Ministério da Defesa e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), para apresentar esta obra “Como (não) fazer um golpe de Estado no Brasil: uma História interna do 8 de janeiro de 2023” que consolida uma importante análise da
história de tempos passados, bem como do tempo presente para ajudar o leitor a compreender o golpe fracassado de 8 de janeiro desde a sua gestação até sua realização [...]"
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ISBN: 978-65-85651-51-6
A obra dialoga, a partir da análise da cultura visual e das visualidades, com a construção histórica da colonialidade do olhar e com a crítica decolonial, buscando identificar as derivas do ver, os escapes e as resistências - no plano da cultura - que tensionam e atuam contra os poderes estabelecidos nos domínios da economia e da política. Os artigos contidos nesta obra, em um primeiro momento, investigam a construção histórica da mitologia de nascimento dos EUA com a ode ao progresso como destino, seja na expansão territorial seja na industrialização capitalista. Em um segundo momento, debruçando-se sobre o cone sul, investiga-se a frustração nostálgica de elites da Argentina e do Brasil que buscam consolidar, por meio de projetos arquitetônicos, a síntese de uma perspectiva apartada de sociedade na qual viam o povo como sendo inadequado para a grandeza dos sonhos idealizado de seus pretensos líderes. A obra também agrega a entrevista com o historiador Francisco Santiago, especialista em História e cultura visual.
ORGANIZADORAS: Carla Miucci Ferraresi de Barros e Mônica Brincalepe Campo
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ISBN: 978-85-518-5141-8
O trabalho que que ora apresentamos foi resultado de uma pesquisa desenvolvida entre os anos de 1996 a 1999 – durante a realização do curso de mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo sob a orientação da professora Maria Helena Villa Bôas Concone – e tem por objeto de estudo o ofício, atuação e importância da benzedura na cidade de Vitória da Conquista – sudoeste do Estado da Bahia – e regiões circunvizinhas. A benzedura foi, e para alguns ainda é - um importante elemento que faz parte da cultura popular do nosso país. Fazer uso de orações, simpatias, propriedades medicinais para curar algumas doenças (quebranto ou mau-olhado, espinhela caída, dor de barriga e outros males) ou aflições é um conhecimento presente no Brasil, embora não com a mesma intensidade que décadas anteriores, mas com destaque nas cidades do interior e na zona rural. Esse ofício é normalmente exercido por mulheres humildes que possuem um grande conhecimento das propriedades terapêuticas das plantas medicinais, resultado das observações e classificações de raízes e ervas benéficas à saúde do homem.
A atuação das benzedeiras, enquanto um elemento de práticas populares de cura, bem como o papel de mediadora entre os seus clientes e as divindades, é de grande valia para a compreensão da visão de homem e do mundo, própria dos grupos que representam. Uma das grandes contribuições dessas terapeutas populares é a propagação de recursos medicinais de várias gerações, portanto um saber historicamente acumulado. “A origem do conhecimento do homem sobre as virtudes das plantas confunde-se com sua própria história. Certamente surgiu, à medida que tentava suprir suas necessidades básicas, através das casualidades, tentativas e observações, conjuntos de fatores que constituem o empirismo”. (ALMEIDA, 2011, p. 35)4
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ISBN: 978-65-85651-41-7
Dançar em Pernambuco envolve expressões tão abrangentes quanto os maracatus rurais da Zona da Mata, os clubes de Frevo, os cocos de Arcoverde, o xaxado de Serra Talhada, assim como os múltiplos grupos de danças e escolas que desafiam crianças, jovens e a população em geral ao se aproximar de danças urbanas, balé, jazz, danças de salão, e danças populares, entre outras. Neste estudo, objetivamos descrever as redes de formação e atuação nas escolas, grupos, companhias, grupos, coletivos e artistas independentes das danças, como grupos artísticos, em Pernambuco, através de uma pesquisa exploratória de levantamento de dados em 11 municípios de 4 regiões intermediárias do estado, levando em consideração não só atores humanos, mas também instituições e outros objetos atuantes. Ao final, reconhecemos que nas redes de formação e atuação identificamos redes com poucas conexões e baixa modularidade, mas também uma rede que apresentava características que apontam, possivelmente, para diversidade e robustez.
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- Anais da Semana Universitária da UPE 2022: A Ciência a Serviço da Reconstrução do País
- Práticas de inovações metodológicas na educação superior pública: a experiência da Universidade de Pernambuco
- Gêneros textuais e cidadania: desenvolvendo a consciência crítica em sala de aula
- Cozinhando a nós e aos outros: