ISBN: 978-65-86413-83-0
Sinopse: A pandemia, objeto do estudo, originou uma crise que impactou os diversos povos na esfera econômica, política e biopsicológica. Ainda não se pode falar em pós-pandemia, pois infectologista alertam para o perigo das novas cepas que estão surgindo em toda parte, sobretudo nos países que inda não têm cobertura vacinal. Entre as pessoas idosas, fase na qual as fragilidades recrudescem por diversos fatores, houve uma maior incidência de mortes. Contudo, com a vacinação começando pelos mais avançados em idade, percebeu-se que o contágio do vírus foi arrefecendo. Ficou claro que seria urgente produzir vacinas em escala mundial. Infelizmente, os países empobrecidos não conseguem acompanhar o ritmo de imunização, como ocorre nos países ricos, justamente por questões socioeconômicas.
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ISBN: 978-85-7856-310-3
O livro Guerreiros da raça: uma história comparada dos skinheads neonazistas nos Estados Unidos e na Inglaterra (1983-1993), de Diego Leonardo Santana Silva, é fruto da tese de doutorado defendida pelo autor no Programa de Pós-Graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGHC/UFRJ). A obra apresenta parte fundamental do universo skinhead neonazista. O autor selecionou dois grupos relevantes nas jovens direitas radicais, entre 1983 e 1993. De um lado, o britânico Blood and Honour, grupo de skinheads neonazistas articulador de uma perigosa e temida “franquia” do ódio com filiais em diferentes continentes e países – Brasil, Argentina, Chile, Espanha e Portugal foram apenas alguns deles. Do outro lado, está o Creativity Movement, ancorado numa igreja supremacista na qual se fundem elementos do cristianismo, nacionalismo branco, eugenia, antissemitismo e ódio racial.
Autor: Diego Leonardo Santana Silva
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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PRÁTICA DOCENTE EM AÇÃO
O projeto Meandros Geográficos é uma iniciativa dos docentes da Universidade de Pernambuco (UPE) com o intuito de divulgar os melhores Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), com a produção de artigos com os resultados das pesquisas realizadas pelos discentes e docentes da UPE. Este terceiro volume, Meandros Geográficos 3: prática docente em ação é composto por 11 artigos das diferentes áreas da geografia, mostrando o que os discentes e docentes de graduação da UPE estão pesquisando. São artigos nas áreas de ciências humanas e da natureza com foco na geografia e análise do espaço geográfico. Todos os artigos apresentados neste volume trazem pesquisas voltadas para a geografia escolar, salientado a importância da formação de professores. A coleção Meandros Geográficos visa o fortalecimento dos cursos de geografia da UPE, com a participação de docentes e discentes dos diferentes Campi Mata Norte, Garanhuns e Petrolina.
Número ISBN: 978-85-7856-229-8
Gevson Silva Andrade; Ana Regina Marinho
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ISBN: 978-85-7856-242-7
Esta coletânea originou-se da execução dos projetos de intervenção realizados pelos cursistas da Residência Intersetorial Primeira Infância, promovida pela Universidade de Pernambuco em parceria com a Secretaria da Criança e Juventude e com apoio da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal-FMCSV, e que teve como finalidade promover a formação profissional e acadêmica de profissionais e gestores das diversas áreas que atuam na Primeira Infância em todo o território pernambucano.
Este livro é composto por quatro Capítulos com as seguintes temáticas: 1. Primeira Infância – Direito à Proteção e Cuidados; 2. Primeira Infância – Direito à Saúde; 3. Primeira Infância – Direito à Educação; e 4. Primeira Infância – Direito à Inclusão. Em cada capítulo, os autores apresentam diversas abordagens de intervenção sobre o enfrentamento dos múltiplos aspectos da violência, abuso sexual, racismo, alienação parental entre outros contextos contra as crianças.
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UMA HISTÓRIA DE IDEALISMO E INTEGRAÇÃO
Esta obra, de autoria de Alfredo Antunes, apresenta em seus mínimos detalhes o processo de formação e construção do Instituto Pernambuco-Porto.
ISBN nº: 978-65-86413-24-3
ANTUNES, Alfredo
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ISBN: 978-85-7856-246-5
O Projeto Raízes em Movimento – Ilha de Mercês, desenvolvido no âmbito da Universidade de Pernambuco (UPE), tem como objetivo principal promover a integração entre o Complexo Industrial Portuário de Suape e a comunidade quilombola de Mercês, visando o desenvolvimento sociocultural, socioeconômico e a preservação dos direitos das populações envolvidas. No mês de abril de 2025, as atividades do projeto foram intensificadas com foco na conclusão do censo demográfico na comunidade, etapa essencial para o planejamento das próximas ações e à proposição de políticas públicas e de ações de atendimento a essa comunidade.
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ISBN 978-65-86413-79-3
A Diversidade no Jogo da Extensão: Práticas Variadas no Ensino e na Pesquisa é uma coletânea de textos sobre atividades de extensão desenvolvidas por professores e estudantes dos campi da Universidade de Pernambuco (UPE). Foram ações produzidas com a participação de pessoas que assumem papéis diversos e significativos no lugaronde habitam. O amálgama que agrega os textos apresentados é a preocupação com o sentido conferido à extensão universitária, que aqui remete à própria missão de umauniversidade pública que é realizar-se na indissociabilidade essencial das suas funções: de ensino, de pesquisa e de extensão. Por essa razão, ela se obriga à permanente leitura de suas margens sociais, qual seja, a realização de uma crítica dos limites internos e externos de suas escrituras, representativas do saber acadêmico.
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