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A diversidade no jogo da extensão

ISBN: 978-65-86413-83-0

Sinopse: A pandemia, objeto do estudo, originou uma crise que impactou os diversos povos na esfera econômica, política e biopsicológica. Ainda não se pode falar em pós-pandemia, pois infectologista alertam para o perigo das novas cepas que estão surgindo em toda parte, sobretudo nos países que inda não têm cobertura vacinal. Entre as pessoas idosas, fase na qual as fragilidades recrudescem por diversos fatores, houve uma maior incidência de mortes. Contudo, com a vacinação começando pelos mais avançados em idade, percebeu-se que o contágio do vírus foi arrefecendo. Ficou claro que seria urgente produzir vacinas em escala mundial. Infelizmente, os países empobrecidos não conseguem acompanhar o ritmo de imunização, como ocorre nos países ricos, justamente por questões socioeconômicas.

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(De)Colonialidade do Olhar: cultura visual na construção das Américas

ISBN:  978-65-85651-51-6

A obra dialoga, a partir da análise da cultura visual e das visualidades, com a construção histórica da colonialidade do olhar e com a crítica decolonial, buscando identificar as derivas do ver, os escapes e as resistências - no plano da cultura - que tensionam e atuam contra os poderes estabelecidos nos domínios da economia e da política. Os artigos contidos nesta obra, em um primeiro momento, investigam a construção histórica da mitologia de nascimento dos EUA com a ode ao progresso como destino, seja na expansão territorial seja na industrialização capitalista. Em um segundo momento, debruçando-se sobre o cone sul, investiga-se a frustração nostálgica de elites da Argentina e do Brasil que buscam consolidar, por meio de projetos arquitetônicos, a síntese de uma perspectiva apartada de sociedade na qual viam o povo como sendo inadequado para a grandeza dos sonhos idealizado de seus pretensos líderes. A obra também agrega a entrevista com o historiador Francisco Santiago, especialista em História e cultura visual.

ORGANIZADORAS: Carla Miucci Ferraresi de Barros e Mônica Brincalepe Campo

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Agnus Dei: D. Macedo Costa, D. Antônio Ferreira Viçoso e os passos tridentinos no Brasil

Número ISBN: 978-65-86413-74-8

Sinopse: D. Macedo Costa e D. Antônio Ferreira Viçoso foram bispos que tiveram projeção na esfera política e religiosa do Brasil. Seus envolvimentos no processo de Romanização e na chamada Questão Religiosa, ocorridos na segunda metade do século XIX, os tornaram mais conhecidos, pois os documentos oficiais e jornais que circulavam na Corte e em seus respectivos bispados citaram seus nomes e seus feitos. No entanto, as ideias desses epíscopos ficaram circunscritas a alguns trabalhos apologéticos e acadêmicos desses eventos. Com base em ampla pesquisa documental, intentamos trazer elementos comparativos que demonstrem a inserção desse Catolicismo no Brasil e desmistificar certezas cristalizadas sobre esses bispos, tais como concepções que os tornaram restritivamente tendências conservadoras e, em certa medida, atrasadas frente a pensamentos de sua época como Liberalismo, Positivismo e um tipo de Republicanismo cujas influências europeias se fizeram sentir nessas terras. Analisando os seus escritos de modo geral, além de outras fontes do mesmo período, percebemos que os bispos, respectivamente do Grão-Pará e de Mariana, possuíam projetos sociais e morais que divergiam dos programas político-partidários de sua época. Além de apresentar essas distinções, procuramos também os fundamentos filosóficos que os tornaram referências nacionais. 

MARTINS, Karla D.; OLIVEIRA, Gustavo de Souza 

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Novo dicionário crítico do pensamento das direitas: ideias, personagens e instituições. Volume 2

ISBN: 978-65-85651-24-0

Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.

Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).

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O PARFOR e a Universidade

CONFRONTOS DE SABERES, PROMOÇÃO DE NOVOS CONHECIMENTOS E O IMPACTO NA ESCOLA BÁSICA

Esta obra busca mostrar que é possível intervir na realidade da escola básica, promovendo uma formação docente de qualidade, impactando positivamente no cotidiano escolar, atingindo as três regiões do Estado. Assim sendo, o objetivo desse trabalho é traduzir a pertinência de propor e de compartilhar conhecimentos. Nos artigos, o leitor encontrará descrições e reflexões significativas sobre o impacto que este profícuo programa tem garantido na educação básica.

2018/ ISBN 978-85-518-0958-7

Maria do Carmo Barbosa de Melo e José Jacinto dos Santos Filho (org.)

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A República Sitiada: Militares e Bolsonarismo no Brasil

ISBN: 978-85-518-4943-9

Sinope: A obra A República sitiada: militares e bolsonarismo no Brasil, dos professores Francisco Carlos Teixeira da Silva e Karl Schurster, propõe uma atualização do debate sobre a presença dos militares na política, desvenda algo da política dos militares, colocando sob a lupa as consequências das relações entre as forças armadas e o bolsonarismo. De
saída, precisamos lembrar que a relação entre os militares e as transformações políticas brasileiras não são inauguradas pelo bolsonarismo. Na verdade, não há como analisar momentos como a Proclamação da República (1889), o Estado Novo (1937-1945) ou a Ditadura Civil-Militar (1964-1985) sem que as forças armadas sejam levadas em conta. A obra em tela vai além disso e olha para esse forte relacionamento nos Brasil do Século XXI.

 

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Manual de práticas em Bioquímica Médica e Laboratorial.

CONHECIMENTO DOS TUBOS DE ENSAIO AOS CASOS CLÍNICOS

A obra foi desenvolvida durante monitoria financiada pelo Projeto de Formação Acadêmica (PFA), a partir da necessidade de unir motivação e flexibilização do ensino na disciplina de Bioquímica. O Manual de Práticas une metodologias laboratoriais atualizadas, tópicos para estudo aprofundado, casos clínicos em bioquímica e questões de solidificação do conhecimento. Nesse sentido, a obra pretende resgatar a reflexão acadêmica da Bioquímica na futura realidade profissional do estudante de saúde. Pretende também aprimorar o aprendizado de ensino teórico, mesmo no ambiente prático, e para tanto utiliza a metodologia do Aprendizado Baseado em Problemas (ABP).

Numero ISBN 978-65-86413-40-3

Org. HALLA, Maria Cristina

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Em defesa dos pobres

ESPIRITUALIDADE, JUSTIÇA E LIBERTAÇÃO

Este é um livro ensaio, de espiritualidade na ação, de interpretação sociológica na ação, de filosofia e política na ação, mas, antes de tudo, é um livro de sonho, quanto à possibilidade de realizarmos a fraternidade e amizade social para além das palavras. Os textos reunidos nesta obra foram escritos por autoras/es comprometidas/os com os processos de libertação humana, eles evocam a necessidade de compreendermos que a integridade da criação depende de cada um/a e de todos/as.

Número ISBN: 978-65-86413-34-2

SILVA, Drance Elias da; BARBALHO, José Ivamilson Silva

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  1. Aprendizagem linguística em jogo: Ações interventivas em prol da recuperação de habilidades pontuatórias na escrita de estudantes do ensino fundamental
  2. História, internet e novas mídias: preocupações e questionamentos para historiadores do século XXI
  3. 61 anos do golpe e da ditadura de 1964 em Pernambuco: arte, cultura e mundos do trabalho e dos/as trabalhadores/as. Volume 2.
  4. Charles Sanders Peirce: o Juggernaut americano

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