ISBN: 978-65-85651-22-6
O Brasil em silêncio! Os brasileiros sofridos, chocados; esse é o resultado da pandemia e de quatro anos de (des)governo. A educação fragilizada, os jovens olhando para o horizonte em busca de um futuro que o “país do futuro” não trouxe. O povo com fome! E um certo “João” não está mais aqui para continuar seu poema Morte e vida, severina. Na verdade, a vida mostrou seu lado “severina”. As Severinas e os Severinos estão perplexos diante da morte dos seus e de tantos, conhecidos e desconhecidos... a pandemia deixou um rastro que tão cedo não será apagado. Para além disso, um governo hediondo sem cultura, sem poema, sem afeto, sem sabedoria, colaborou com a morte, tentado “desesperançar” esse povo. Mas como dizia Euclides da Cunha, “O sertanejo é um forte”. E, esse “sertanejo”, agora consciente que a migração não resolve, descobre o poder do voto como única “esperança” para mudar a sua trajetória, pois, segundo Graciliano Ramos, “é dos piores cárceres que nascem os maiores gritos de liberdade”. E foi do Nordeste que o canto ecoou. O grito dos vencidos. Vencidos pela dor, pela fome, pelo desassossego. O Brasil RECOMEÇA! A Literatura será portadora dessa luta. Professores e alunos(as), tão logo as trevas foram dissipadas e o dia “amanheceu”, correram, procurando abrigo na literatura para “resgatar a esperança”. É a literatura que dará conta dessa tragédia, pois, como bem disse Bakhtin (1988, p. 95), “a palavra está sempre carregada de um conteúdo, de um sentido ideológico ou vivencial”.
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ISBN: 978-85-7856-276-2
O ensaio “Rotas Estratégicas para um Território Distrital: Diagnóstico e Governança para a Superintendência Administrativa Financeira e de TI da Autarquia de Fernando de Noronha” representa um marco na construção de um futuro sustentável e inovador para o arquipélago e no desenvolvimento organizacional da Superintendência Administrativa Financeira e de TI (SAFI) da Autarquia Territorial do Distrito Estadual de Fernando de Noronha. Representando o primeiro diagnóstico sistemático e abrangente das práticas de gestão desta superintendência estratégica. Desenvolvido através de parceria técnico-científica com a Universidade de Pernambuco (UPE), este trabalho oferece uma análise detalhada dos desafios e oportunidades específicos da SAFI, que desempenha papel fundamental como espinha dorsal operacional da gestão territorial do arquipélago.
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ISBN: 978-65-85651-44-8
A expansão das tecnologias no contexto social evidenciou a necessidade do trabalho com os gêneros digitais, bem como do processo de escrita destes no ambiente escolar. Diante disso, esta pesquisa, fruto da dissertação de mestrado profissional em Letras- Profletras, buscou a ressignificação do ensino de produção textual baseado nas práticas
de linguagens contemporâneas do mundo real com o objetivo geral de analisar a inter-relação dos gêneros opinativos/argumentativos playlist comentada e resenha, refletindo sobre as possíveis contribuições pedagógicas que a produção de ambos os gêneros pode proporcionar para o desenvolvimento da competência escrita dos estudantes.
Nesse sentido, realizamos um levantamento teórico, investigando três pilares centrais, os quais se tornaram indissociáveis à nossa discussão, sendo eles: o pilar da escrita, o pilar tecnológico e o pilar dos estudos de gênero, integrados ao nosso objetivo geral e fundamentados respectivamente nos estudos de Antunes (2003), Ribeiro (2018) e Bezerra (2017) em conjunto com Rojo (2015) e Motta-Roth e Hendges (2010). Para o procedimento metodológico, utilizamos a pesquisa bibliográfica embasada nas concepções de Fonseca (2002). Esse levantamento teórico contribuiu para construção de um produto educacional, que fez uso da Sequência de Ensino de Aguiar Jr. (2005) composta por quatro fases, são elas: a problematização inicial; o desenvolvimento da narrativa do ensino; a aplicação dos novos conhecimentos e a reflexão sobre o que foi aprendido. Tal construção se deu tendo em vista o período de excepcionalidade da pandemia do COVID19, que impossibilitou a execução de nossa proposta de intervenção.
Como resultado, destacamos a apresentação desse produto de natureza propositiva, o qual defende que mudar práticas de alguma forma já cristalizadas pode contribuir para a melhoria do processo educacional. Concluímos nossa pesquisa acreditando que a proposta de inter-relacionar os gêneros em pauta, além de fomentar a utilização das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) nos estudos de gêneros e da escrita, traz uma possibilidade ao professor de tornar as práticas de produção textual, na escola, mais atrativas para os estudantes.
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ESPIRITUALIDADE, JUSTIÇA E LIBERTAÇÃO
Este é um livro ensaio, de espiritualidade na ação, de interpretação sociológica na ação, de filosofia e política na ação, mas, antes de tudo, é um livro de sonho, quanto à possibilidade de realizarmos a fraternidade e amizade social para além das palavras. Os textos reunidos nesta obra foram escritos por autoras/es comprometidas/os com os processos de libertação humana, eles evocam a necessidade de compreendermos que a integridade da criação depende de cada um/a e de todos/as.
Número ISBN: 978-65-86413-34-2
SILVA, Drance Elias da; BARBALHO, José Ivamilson Silva
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Número ISBN: 978-65-86413-75-5
Sinopse: Grande parte dos conteúdos expostos neste e-book é perpassada pela Covid-19, geralmente com o propósito de demonstrar como essa pandemia tem afetado as pessoas idosas, sobretudo as mais pobres. Dir-se-ia que a Covid-19, pela extensão das consequências sociais, tornou-se menção obrigatória, seja qual for a centralidade do debate. Nessa trilha, considerando a perspectiva que orienta a formulação dos textos, parece adequado explorar uma faceta da pandemia que tem relações importantes com a pobreza e o envelhecimento nesta sociedade capitalista. A Oxfam-Brasil afirma que as “32 empresas mais rentáveis do mundo lucraram US$ 109 bilhões a mais durante a pandemia de Covid-19, em 2020, do que a média obtida nos quatro anos anteriores (2016-2019)”
PAIVA, Sálvea de Oliveira Campelo e.; BENEDITO, Joronete de Carvalho; FREITAS, Priscylla de
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ISBN: 978-65-86413-89-2
Sinopse: A educação para o trabalho vem se mostrando uma pauta permanente e pertinente à autonomia pedagógica e formativa dos IFs, sobretudo porque vem buscando romper com a influência do neoliberalismo e do mercado de trabalho na formação de seus cursos, para que atuem de forma polivalente, desregulamentando relações de trabalho (naturalização da flexibilização) e confundindo a ideia de modernização em contrapartida ao crescimento da pobreza mitigada (BRASIL, 2010c). Associar o mundo do trabalho aos desafios trazidos pela globalização e pela informatização, com o uso das tecnologias, passou então a exigir da educação uma postura diferente: integrar os conhecimentos essenciais à vida, às práticas profissionais, para que se ofereçam respostas aos problemas complexos da sociedade de modo mais flexível, crítico e inovador (KUENZER; LIMA, 2013).
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ISBN: 978-65-85651-06-6
Melhoria no processo de ensino e aprendizagem e maior articulação entre teoria e prática. Discentes desafiados, engajados e motivados. Formação de parcerias e repercussão econômica, social e cultural. Esses são alguns dos resultados obtidos a partir da execução de 12 projetos inovadores de ensino, aprovados no Edital PROGRAD/PFA/UPE Nº04/2019 de Inovação Pedagógica, através Programa de Fortalecimento Acadêmico da Universidade de Pernambuco.
Esses projetos, elaborados e coordenados por docentes e experienciados nos cursos de graduação da Universidade de Pernambuco - UPE, articulam o desenvolvimento e a aplicação de ferramentas, produtos e metodologias inovadoras com a qualificação das práticas pedagógicas, buscando soluções e novas possibilidades técnico- científicas e educacionais.
Neste livro, os docentes autores dos projetos, compartilham os relatos das experiências vivenciadas durante o planejamento e execução das ações, nos anos de 2020 e 2021. Dentre elas, os desafios de adaptar os objetivos e metodologias inicialmente propostos no projeto, ao contexto do ensino remoto, decorrente da pandemia de COVID-19.
Cada relato apresenta também os sucessos e potencialidades resultantes das suas intervenções e o “como fazer”, para que iniciativas semelhantes sejam criadas e desenvolvidas em novos projetos inovadores.
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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- Os impactos da avaliação nacional da alfabetização (ANA) nas práticas pedagógicas do ciclo de alfabetização na rede municipal de ensino em Petrolina- PE
- Estética negra em livros de literatura infantil e os processos de afirmações de identidades raciais
- Futebol, um fenômeno sociocultural: desafios e possibilidades no Ensino Médio
- Práticas inovadoras e desafios contemporâneos na educação superior: reflexos e reflexões na formação acadêmica