ISBN: 978-85-518-8935-0
Após tantas flutuações na reputação pública de Gilberto Freyre, é gratificante observar o contínuo interesse acadêmico por sua obra. Esta rica coletânea, ao lado de outras, apresenta novos temas de estudo e contribuições inovadoras para debates mais antigos, como a ecologia no “primeiro” Freyre, o salazarismo e o lusotropicalismo no Freyre maduro, a oralidade, a religiosidade, além das convergências e divergências entre Darcy Ribeiro e Gilberto Freyre, a ideologia integralista brasileira e sua visão sobre raça,entre outros.
Organizadores: Felipe Cazetta, Alberto Luiz Schneider e Paulo Rodrigo Andrade Haiduke
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ISBN: 978-65-85651-58-5
O cuidado com o meio ambiente e com as pessoas é essencial para o funcionamento das melhores organizações em nosso tempo, demandando estudos e estratégias para lidar adequadamente com aspectos centrais para a promoção de um desenvolvimento ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente diverso. Nesse sentido, é com grande satisfação que compartilhamos o Plano de Logística Sustentável (PLS) da Universidade de Pernambuco (UPE). Com o Plano, avançamos, de modo decisivo, em nosso compromisso de contribuir para a construção de uma Universidade mais sustentável, assim como auxiliar o processo de mudança nas Instituições de Ensino Superior de Pernambuco. Este PLS foi formatado a partir da escuta de nossa comunidade acadêmica, além de especialistas em cada um dos eixos constituídos, de modo a estabelecer, para nossa Universidade, as prioridades, os objetivos centrais bem como as estratégias mais acertadas para a consecução desses objetivos. O Plano contempla os seguintes eixos: Eficiência Energética; Gestão de Água e Esgoto; Tratamento de Resíduos Sólidos; Qualidade de Vida e Igualdade; Consumo, Compras e Contratações Sustentáveis; Mobilidade e Segurança; Urbanização, Paisagismo e Acessibilidade; Educação para a Sustentabilidade; Comunicação para a Sustentabilidade; e Ações Acadêmicas em Ensino, Pesquisa e Extensão para a Sustentabilidade. A partir de uma visão sistêmica, as iniciativas orientadas pelo PLS se alinham à Agenda 2030, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU), e aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Desse modo, tais iniciativas auxiliarão nossas ações nas dimensões ambiental, social e de governança, beneficiando não só a nossa comunidade acadêmica e todos os pernambucanos e pernambucanas, mas também o planeta em última instância.
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ISBN:978-85-7856-265-6
Este livro nasce de uma convergência intelectual em torno de um propósito comum: reconhecer o Espiritismo como um fenômeno histórico, social e cultural digno de investigação científica, sem reduzi-lo a objeto de fé ou curiosidade. Cada capítulo, embora preserve autonomia temática e metodológica, integra um conjunto coeso de reflexões que conferem unidade à obra e ampliam o horizonte interpretativo sobre o Espiritismo.
A interdisciplinaridade constitui um de seus eixos centrais, sustentando o diálogo entre a História, a Ciência da Religião e outros campos das Humanidades. Essa abordagem teórica e metodológica fortalece o debate e consolida o Espiritismo como tema legítimo de pesquisa acadêmica no Brasil e fora dele.
Mais do que uma coletânea de textos, esta obra expressa a continuidade e o amadurecimento de um percurso intelectual coletivo. Reúne pesquisadores comprometidos com o rigor historiográfico, a coerência analítica e a ampliação das fronteiras do conhecimento sobre o Espiritismo, reafirmando a importância de estudá-lo como parte constitutiva da história das ideias, das religiosidades e das práticas culturais.
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Humberto Gomes Vidal et. al.
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ISBN: 978-85-518-7404-2
Este livro celebra os 70 anos de vida de um egrégio batalhador/pesquisador das causas nacionais e democráticas. Como intelectual polivalente e comprometido, Francisco Carlos Teixeira da Silva é o que, na linguagem do futebol, se chama de "craque" que joga nas onze posições do time. Precursor e promotor dos estudos acadêmicos da História do Tempo Presente no Brasil, soube incorporar à sua agenda de pesquisa tantos temas estratégicos de Segurança e Defesa, quanto variadas dimensões e manifestações da vida popular cotidiana. Como fio condutor dessa trajetória, um forte compromisso com a Democracia, com o Brasil e com a missão emancipadora da Educação.
Organizadores: Karl Schurster, Sabrina Medeiros, Dilton Maynard e Francisco Eduardo Alves de Almeida
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ROTEIROS DE AULAS PRÁTICAS
De modo semelhante às aulas práticas dos conteúdos de Histologia Geral, as aulas práticas dos conteúdos de Histologia de Sistemas ocorrem tendo como base de apoio um roteiro que contempla todos os objetivos discutidos durante o semestre. Os docentes responsáveis pela disciplina de Histologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Pernambuco (ICB/UPE), percebendo que poderiam oferecer aos alunos um material mais estruturado, elaboraram o livro Histologia de sistemas: roteiros de aulas práticas.
ISBN 978-85-7856-214-4
Júlio Brando Messias et al.
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ISBN: 978-85-7856-298-4
Tornar a Educação Física antirracista é um compromisso histórico e pedagógico frente às desigualdades latentes na sociedade. Assim as Relações Étnico-Raciais tornam-se um importante pilar para combater o racismo e a face eurocêntrica da área. É dever da Educação Física, como componente curricular, tratar a inclusão de povos que foram (e são) excluídos, por meio de prática pedagógica democrática através da Cultura Corporal, como o jogo, a luta, a dança, a ginástica e o esporte. Portanto, esse estudo trouxe como objetivo geral: analisar a constituição das Relações Étnico-Raciais na prática pedagógica da Educação Física Escolar a partir da Abordagem Crítico Superadora na formação de conceitos antirracistas.
Autora: Isabela Talita Gonçalves de Lima
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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