ISBN: 978-65-85651-64-6
Este e-book é o resultado das atividades realizadas pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) deu início a uma nova edição do subprojeto História/Geografia (2022-2024). Durante 18 meses o núcleo foi coordenado pelas docentes Prof.ª Dra. Maria Andréa Angelotti Carmo, Prof.ª Dra. Nara Rúbia de Carvalho Cunha e Prof.ª Dra. Angela Fagna Gomes de Souza, atuando ao todo em conjunto com 4 escolas públicas de Uberlândia: E.E. Américo Renné Giannetti, Escola de Educação Básica da UFU (ESEBA), E.M. Prof. Jacy de Assis, e E.E. Ângela Teixeira da Silva. Na última delas, o grupo foi supervisionado pela professora Mislele Souza da Silva, mestre e graduada em História pela UFU, além de autora do livro “Mulheres em Luta: o movimento feminino pela anistia” (2020), atualmente professora efetiva da rede estadual de educação de Minas Gerais. Assim, de outubro de 2022 até abril de 2024, os meses foram de muito trabalho, estudo e produção de conhecimento que proporcionou ricas atividades de ensino que serão apresentadas nesta obra.
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CONSTRUÇÃO E PRÁTICA DO SABER
Gevson Andrade
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UM RELATO DE EXPERIÊNCIAS
Essa obra constitui um relato de experiências resultado de 09 anos de trabalho lecionando a disciplina Educação Ambiental do Curso de Graduação em Ciências Biológicas da Universidade de Pernambuco. Através desta compilação, o leitor terá a oportunidade de vivenciar as atividades desenvolvidas pelo nosso grupo ao longo desses anos. São ações de Educação Ambiental realizadas em comunidades, creches, escolas, colégios e na Universidade, buscando a sensibilização do público quanto aos grandes problemas ambientais que enfrentamos e propondo soluções práticas e viáveis. Com ideias simples, de baixo custo, curta duração, e comprovada eficácia, esse livro é indicado a todos aqueles que desejam trabalhar com Educação Ambiental bem como aqueles que desejam ensinar Educação Ambiental. Que os relatos aqui apresentados sirvam de inspiração para futuras ações e que juntos consigamos construir um mundo melhor para se viver.
Número ISBN: 978-85-7856-217-5
Mariana Guenther (Org.)
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ISBN: 978-65-85651-09-7
A obra compila orientações, para médicos e estagiários, acerca do diagnóstico e tratamento das afecções mais prevalentes na Ginecologia e Obstetrícia. Resume, em textos objetivos e fluxogramas, a sequência de passos propedêuticos recomendados na ambiência de centros obstétricos, enfermarias de gestação patológica e de ginecologia e ambulatórios, com ênfase nas urgências da especialidade e na realidade dos hospitais públicos de nossa região. Procura embasar as recomendações de conduta nas melhores evidências da literatura e na experiência da Disciplina de Tocoginecologia e do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros considerando as limitações encontradas nos cenários descritos. Nessa segunda edição, incorpora novos desafios, como a COVID na gravidez e novas evidências científicas aos demais temas. Pretende continuar sendo obra dinâmica revista periodicamente, para acompanhar a evolução técnico-científica da especialidade e as condições objetivas da prática em nossa região.
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ISBN: 978-85-7856-249-6
Este trabalho apresenta um estudo histórico e cultural sobre a comunidade quilombola da Ilha de Mercês, localizada no município de Ipojuca/Pernambuco. Fruto de uma parceria pioneira entre o IAUPE – Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco e o Complexo Portuário de Suape, o Projeto de Realocação e Preservação Cultural dos Remanescentes do Quilombo Ilha de Mercês – Raízes em Movimento, visa assegurar que a realocação seja executada dentro das leis vigentes, respeitando os direitos dos quilombolas e o bem-estar geral da comunidade. Elaborado a partir de uma abordagem multidisciplinar, a pesquisa inicia-se com a contextualização da freguesia de São Miguel do Ipojuca, desde os tempos mais distantes, ainda no século XVI, enfatizando o papel dos engenhos de açúcar na construção da sociedade nordestina, e sobretudo, o lugar ocupado pelo Engenho Mercês, pilar econômico e social de Ipojuca.
A análise perpassa ainda pelo processo de colonização portuguesa, as invasões holandesas em Pernambuco, a mão-de-obra escravizada africana utilizada nas lavouras de açúcar e as consequências dessa estrutura colonial dentro da sociedade brasileira e a resistência dos remanescentes quilombolas da Ilha de Mercês. Ao longo do texto, são apontados dados históricos, sociais, econômicos e geográficos da formação daquele território, que além de acolher a comunidade da Ilha de Mer- cês, abriga também o Complexo Industrial Portuário de Suape, um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento econômico do Nordeste.
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ISBN: 978-65-85651-07-3
Tempo de Contar (PROEC 09/2022) é um edital criado a partir do entendimento de que é preciso desfiar e desafiar a realidade, uma vez que a expressão literária como forma de narrativa (na escrita) admite a parcialidade de quem está na inexorável individualidade que é/de viver e a imparcialidade de quem se expressa através das linguagens, produtos sociais.
Tempo de Contar retoma o projeto de Seleção de Crônicas da UPE, porque entende que a literatura é uma arte, que nos protege do esquecimento e facilita a compreensão sobre todas as coisas vividas, individual e coletivamente, de maneira lúdica; aquiesce e acalma os sentimentos, porque acredita que a palavra escrita funciona como um móvel que desperta a tecitura das vidas que vivem conjuntas e que o cotidiano separa; porque cumpre o seu papel de catalizador do conhecimento sobre ocorrências adormecidas; porque, tornadas crônicas, essas ocorrências serão celebradas.
As crônicas e os poemas inscritos e classificados revelam, como retratos de vida, as emoções profundas que nos tornam humanos. Nas letras e nas linhas de cada prosa e poesia que integram este e-book, cada poeta nos oferta o seu e o nosso mundo imaginado e decantado no estado da arte.
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DIALOGANDO COM PAULO FREIRE
O e-book Formação Continuada de professores dialogando com Paulo Freire, é uma edição especial em comemoração aos 100 anos de Paulo Freire. Esta obra está estruturada em 15 capítulos, que se articulam entre si, apresentando propostas inovadoras e relato de experiências. Representa o Vol 5 da Série Formação de Professores, com capítulos construídos por doutorandos, mestrandos e professores da UFRPE/PPGEC, em parceria com docentes de outras IES do Nordeste. Em se tratando de uma edição especial em homenagem ao filósofo e educador Paulo Freire, esta obra conta com duas peculiaridades; um capítulo construído pelo professor e cientista César Picón de Peru-Lima, especialista em Educação de Jovens e Adultos (EJA) na América Latina e Caribe; a outra peculiaridade trata de uma narrativa redigida pela Professora doutora Marly Oliveira que foi aluna de Paulo Freire enquanto cursava o mestrado em Educação na UFPE, no final da década de oitenta. Esta narrativa demostra como na prática do contexto da sala de aula, o educador Paulo Freire exercia de fato a sua prática docente.
Número ISBN 978-65-86413-37-3
OLIVEIRA; Maria Marly de
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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