ISBN: 978-65-85651-28-8
Esta obra configura-se como um marco na luta em prol da valorização da cultura indígena Xukuru de Ororubá em Pesqueira, especialmente, das palavras da língua desse povo. A pesquisa que resultou neste E-book nasceu no contexto de um canto circular, que flui de inquietações de uma mulher professora/pesquisadora que, ao longo de sua produção,
entendeu as suas raízes e a potência de se autodeclarar Xukuru de Ororubá. A movência da Rosani Maciel Calado a faz assumir um papel social que soma esforços em busca do protagonismo de um povo, a partir da valorização de palavras da língua Xukuru do Ororubá, que ao longo dos séculos sofreu uma tentativa de apagamento, mas que resistiu pela ousadia do seu povo de guardar palavras para interagir no seu grupo de pertencimento. Rosani soma-se a essa luta em um movimento iniciado pela sua área de atuação, a educação. A pesquisadora aproxima docentes do município de Pesqueira, escuta-os/as, faz intervenções e a eles/a oferta um produto, o Dicionário Ilustrado, que opera didaticamente com um instrumento pedagógico realçador do potencial de uma pesquisa no âmbito do Mestrado Profissional em Educação. Nessa trilha de escuta que leva à ação, a docente Xukuru se firma, se fortalece e fortalece a cultura do seu povo que permanece de pé ecoando o grito que se espalha por todos os cantos: AVANTE!
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Número de ISBN 978-85-7856-185-7
JUNIOR, Marco Aurélio de Valois Correia; JUNIOR, Edivaldo Xavier da Silva; AMARAL; Auxiliadora René de Melo
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REFLEXÕES A PARTIR DAS ATIVIDADES DE PESQUISA E EXTENSÃO
Ensaios sobre o Envelhecimento: Reflexões a Partir das Atividades de Pesquisa e Extensão é um livro que nasce das atividades de pesquisa e de extensão. Os autores, tanto docentes quanto discentes da graduação e do mestrado, tiveram práticas com grupos de pessoas que vivenciavam o processo de envelhescência e, a partir deste contato e das afetações geradas, trazem aqui suas reflexões acerca desta etapa do curso de vida. A perspectiva adotada é a da promoção de saúde, considerada como ações que se orientam por metas proximais em relação aos efeitos protetivos a agravos os mais diversos.
Numero ISBN 978-65-86413-38-0
Org. SANTOS, Claudimara Chisté; JUNQUEIRA, Franco Andrei da Cunha
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ISBN: 978-65-85651-30-1
Esse livro tem como propósito servir de aporte teórico para todo acadêmico de medicina, principalmente aqueles que pertencem à Faculdade de Ciências Médicas da UPE. O conteúdo contido nas próximas páginas é uma forma de abordar assuntos complexos da cirurgia com o objetivo de guiar os graduandos em seu processo de aprendizagem.
Esperamos que cada leitor seja beneficiado com a leitura desse material, fazendo dele uma fonte inicial e prática para posteriormente aprofundar cada vez mais esses temas, à medida que seu contato com a parte prática da medicina também se aprofunda. Por fim, dedicamos aos leitores uma frase de William Osler: “Ver pacientes sem ler livros é como navegar sem mapa, mas ler livros sem ver pacientes é a mesma coisa que não navegar”.
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ISBN: 978-65-85651-62-2
A degradação ambiental por nós causada, também pode ser, por nós, revertida. Acredito na educação como chave para qualquer mudança. A educação que dialoga, que sensibiliza, que transforma. A educação que liberta, que empodera, que conscientiza. A Educação Ambiental congrega todos esses predicados. Transdisciplinar por definição, democrática nas ações, a Educação Ambiental é por todos e para todos. Nesse livro reúno um conjunto de ações de Educação Ambiental que têm como objetivo promover reflexões, discussões e mudanças de hábitos frente à nossa relação com nosso ambiente. Precisamos agir localmente para conseguirmos um efeito global. Voltadas para as mais diversas faixas etárias, atuando desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, tais ações têm em comum o fato de serem simples, práticas, viáveis e de baixo custo, podendo ser reproduzidas nas escolas ou universidades, sob as mais variadas temáticas ambientais. Pretendo através dessas experiências estimular novos educadores a desenvolver ações como essas em suas escolas e comunidades, espalhar as sementes da Educação Ambiental e ajudar a construir um mundo melhor para as próximas gerações.
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ISBN: 978-65-85651-17-2
No ano de 2020, com o advento da Pandemia da COVID-19, o mundo se viu obrigado a repensar todas as suas atividades. No contexto educacional, as Instituições de Ensino Superior (IES) se viram envoltas em um turbilhão de novas necessidades e requisitos, face à readequação do ensino presencial para o ensino remoto. Essas modificações perpassaram pela formação dos docentes e discentes, pela infraestrutura da IES, pelos processos de ensino e aprendizagem, e por todas as suas demais atividades. O mesmo efeito se viu nos programas realizados pelas IES, como o programa da Residência Pedagógica. Tudo isso levou aos atores envolvidos no programa a buscarem novas metodologias para a exequibilidade da Residência, considerando os distintos (e novos) contextos vivenciados pelas possíveis escolas parceiras. Os relatos apresentados neste livro destacam, portanto, as experiências vividas pelas licenciaturas da Universidade de Pernambuco durante a pandemia, considerando a nova realidade das IES, das escolas e das relações educacionais estabelecidas. Novas metodologias, novos processo de ensino e aprendizagem e a adoção das Tecnologias de Informação e Comunicação são temáticas recorrentes nos relatos. Mas nem tudo são flores. Os autores em seus textos trazem frequentemente as fragilidades experenciadas, trazendo luz para uma educação superior e básica em um novo mundo pós-pandêmico.
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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2018/ ISBN 978-85-7856-207-6
Fátima Gomes; Lenilton Damião Junior; Waldênia Leão
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