ISBN: 978-85-518-5139-5
Este livro foi engendrado a partir da compreensão de que o ensino de História além de se constituir em uma práxis, ou seja, de ser o movimento do agir pensando e do pensar agindo (SOUZA, 2001) dos professores da disciplina, também se apresenta enquanto um objeto de estudos acadêmicos. O que hoje nos parece uma obviedade, nos idos do nosso curso de graduação, quando travávamos os primeiros contatos com produções deste gênero, nos surpreendeu a descoberta de um campo vasto e rico. É interessante refletirmos o fato de que mesmo na atualidade, após duas décadas de sólidas pesquisas no Brasil, segmentos significativos da própria academia demonstram certa dificuldade em reconhecer a contribuição e especificidade das investigações sobre a História enquanto disciplina curricular. No máximo este é percebido como um “objeto menor”, demonstrando, assim, pouca ou nenhuma visibilidade em relação a esta área do conhecimento.
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CONHECIMENTO DOS TUBOS DE ENSAIO AOS CASOS CLÍNICOS
A obra foi desenvolvida durante monitoria financiada pelo Projeto de Formação Acadêmica (PFA), a partir da necessidade de unir motivação e flexibilização do ensino na disciplina de Bioquímica. O Manual de Práticas une metodologias laboratoriais atualizadas, tópicos para estudo aprofundado, casos clínicos em bioquímica e questões de solidificação do conhecimento. Nesse sentido, a obra pretende resgatar a reflexão acadêmica da Bioquímica na futura realidade profissional do estudante de saúde. Pretende também aprimorar o aprendizado de ensino teórico, mesmo no ambiente prático, e para tanto utiliza a metodologia do Aprendizado Baseado em Problemas (ABP).
Numero ISBN 978-65-86413-40-3
Org. HALLA, Maria Cristina
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ISBN: 978-65-85651-14-1
A obra é fruto de uma pesquisa sobre a experiência do programa pré-vestibular na UPE. O material ressalta as mudanças na política de extensão, amparada na Resolução do CNE 07/2018, com redefinição da bagagem adquirida pela experiência no campo da formação extensionista dos estudantes oriundos das licenciaturas em todo o Estado de Pernambuco, irrompendo nos desafios e avanços do programa.
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ISBN: 978-85-7856-289-2
O livro que o/a leitor/a tem em mãos é fruto do trabalho coletivo de realização do V Seminário Internacional Brasil no Século XIX, ocorrido em Recife em 2024, e promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos do Oitocentos (SEO) em parceria com a Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural de Pernambuco (PGH/UFRPE) e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (PPGH/UFPE). O tema do Seminário foi voltado para o debate sobre os 200 anos da Confederação do Equador, motivo eleito igualmente como mote para muitos eventos e publicações naquele ano.
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ISBN: 978-85-7856-249-6
Este trabalho apresenta um estudo histórico e cultural sobre a comunidade quilombola da Ilha de Mercês, localizada no município de Ipojuca/Pernambuco. Fruto de uma parceria pioneira entre o IAUPE – Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco e o Complexo Portuário de Suape, o Projeto de Realocação e Preservação Cultural dos Remanescentes do Quilombo Ilha de Mercês – Raízes em Movimento, visa assegurar que a realocação seja executada dentro das leis vigentes, respeitando os direitos dos quilombolas e o bem-estar geral da comunidade. Elaborado a partir de uma abordagem multidisciplinar, a pesquisa inicia-se com a contextualização da freguesia de São Miguel do Ipojuca, desde os tempos mais distantes, ainda no século XVI, enfatizando o papel dos engenhos de açúcar na construção da sociedade nordestina, e sobretudo, o lugar ocupado pelo Engenho Mercês, pilar econômico e social de Ipojuca.
A análise perpassa ainda pelo processo de colonização portuguesa, as invasões holandesas em Pernambuco, a mão-de-obra escravizada africana utilizada nas lavouras de açúcar e as consequências dessa estrutura colonial dentro da sociedade brasileira e a resistência dos remanescentes quilombolas da Ilha de Mercês. Ao longo do texto, são apontados dados históricos, sociais, econômicos e geográficos da formação daquele território, que além de acolher a comunidade da Ilha de Mer- cês, abriga também o Complexo Industrial Portuário de Suape, um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento econômico do Nordeste.
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DO MITO LITERÁRIO À INVENÇÃO DE UMA PERSONAGEM-ESCRITORA
Propõe-se um estudo sobre a maneira como a poetisa portuguesa Florbela Espanca, depois da sua morte e através de uma extensa apropriação biográfica, iniciada pelo professor italiano Guido Battelli, no afã de divulgar e publicar a sua obra literária e, consequentemente, obter lucro, passou, paulatinamente, a ser encarada como um mito literário, desde a década de 1930. Objetiva-se compreender o processo de mitificação da escritora, que tem se mostrado dinâmico e, de tempos em tempos, adquirido novos e inesperados contornos. Em chave didática, entende-se tal processo em dois momentos distintos e complementares: o primeiro momento, de feição crítico-biográfica, de 1930 a 1979, quando o mito florbeliano foi erigido e consolidado, e o segundo momento, de cariz crítico-ficcional, de 1979 à atualidade, no qual o mito em destaque expandiu-se e ganhou novas possibilidades de representação, com a transformação de Florbela em personagem literária. Para esta investigação, são analisadas as peças teatrais Bela-Calígula: Impromptu Teatral (1987), de Augusto Sobral; Florbela Espanca (1988), de Alcides Nogueira; Florbela (1991), de Hélia Correia; A primeira morte de Florbela Espanca (1999), de António Cândido Franco e Florbela Espanca a hora que passa (2014), de Lorenna Mesquita e Fabio Brandi Torres. Também são analisados a biografia romanceada Florbela Espanca, a vida e a obra (1979) e o conjunto de poemas denominado De Florbela para Pessoa. Com amor (2017), de Maria Lúcia Dal Farra. Portanto, é possível inteligir que o mito florbeliano tem uma história de meandros que perpassam a gênese da mitificação, além de seu desenvolvimento, consolidação e expansão, tudo isto em um processo contínuo que não dá mostras de querer cessar, seja na atividade crítica seja em suas representações estéticas.
Número ISBN 78-65-86413-45-8
LEITE, Jonas Jefferson de Souza
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ISBN: 978-85-7856-272-4
Em meio ao Atlântico Sul, a 545 quilômetros da costa pernambucana, Fernando de Noronha experimenta uma realidade social singular que desafia paradigmas convencionais de desenvolvimento humano e proteção social. A Superintendência de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SUSOCIAL) emerge neste cenário como protagonista de uma missão extraordinária: garantir direitos humanos universais e promover desenvolvimento social em um território insular onde as dinâmicas sociais se entrelaçam com limitações geográficas extremas, fluxos populacionais complexos e pressões ambientais únicas no país.
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ISBN: 978-65-86413-80-9
Em todos os campos da atividade humana se configura a assertiva de que os empreendimentos não resultam do acaso, são frutos do trabalho e da determinação daqueles que não se deixam abater ante obstáculos. Os exemplos são incontáveis. CALMET&GUERIN fizeram mais de 200 repicagens de cultura bacteriana para obter a BCG, que tanto benefício trouxe à humanidade. O trabalho de Karl LANDSTEINER resultou na descrição dos grupos sanguíneos A, B e O, em 1900, e juntamente com WIENER, o Fator Rh, em 1940, contribuíram para mudar o futuro da Medicina, sem o qual não se poderia, como no passado, usar o sangue para salvar vidas humanas. Temos também exemplos dignos de registro que servem de inspiração ao delineamento destas páginas. Um deles ocorreu em 1972, quando o prof. Fernando FIGUEIRA, secretário de Estado da Saúde de Pernambuco, incluiu decididamente, no plano de saúde do Governo do Estado, ações para criar um Centro de Hematologia e Hemoterapia como base estruturante de uma política para uso do sangue com fins terapêuticos fundamentada em princípios filosóficos, definindo objetivos e metas e criando as condições operacionais necessárias. Sabia o prof. Fernando FIGUEIRA que não seria tarefa fácil, porquanto, desde 1964, tentativas existiram neste sentido, entretanto, sem chegar a êxito, faltando decisão por parte de quem tinha poder decisório, talvez por temer as consequências da mudança nas estruturas já envelhecidas existentes em face da nova ideia. Sempre que surgem conceitos visando mudar o curso de determinada trajetória é preciso haver determinação, conhecimento de causa e coragem para defender os novos postulados, e sobretudo a decisão política do FAZER, para que toda a estratégia de ações tenha êxito. Assim nasceu o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco - HEMOPE, sob a égide da DECISÃO forte e inquebrantável de quem não temia os impactos da adversidade.
SANTOS, Luiz Gonzaga dos.
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