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Residência pedagógica: uma relação dialógica de conhecimentos entre universidade e escola

ISBN: 978-85-7856-293-9

Este livro tem como intencionalidade demonstrar o quanto o Programa Residência Pedagógica, em apenas três edições, contribuiu para a formação inicial dos estudantes de licenciaturas nas mais diversas Instituições de Ensino Superior do Brasil. Trata-se de um recorte de estudos e práticas realizadas por meio de vários subprojetos vivenciados na Universidade de Pernambuco, nos campus Garanhuns, Mata Norte, Petrolina e Santo Amaro, em forma de coletânea.

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Abstração: um caminho possível para entender matemática

ISBN: 978-85-7856-171-0

"Este livro é produto de reflexões a respeito da Educação Superior em Matemática nas quais buscamos entender como ocorre o processo de acomodação de conteúdos matemáticos desde os mais próximos da realidade concreta aos mais abstratos. Inicialmente testamos alguns conteúdos ministrados em minicursos para alunos de licenciatura em Matemática. Essas experiências nos ajudaram a maturar algumas ideias melhorando a forma do repasse de conteúdos. Enfatizamos que este é um livro destinado a leitura extracurricular, pois buscamos não apenas expor alguns conceitos, como também buscamos apresentá-los de forma que o leitor perceba a relação crescente de abstração que os envolve."

Eudes Mendes Barboza
Islanita Cecília Alcantara de Albuquerque Lima

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História, internet e novas mídias: preocupações e questionamentos para historiadores do século XXI

Número ISBN: 978-65-86413-72-4

Sinopse: Desde que foi criada, até bem poucos anos atrás, a internet mudou o modo como trabalhamos, vivemos, nos divertimos e aprendemos. Nos últimos anos interferiu também no modo em que as pessoas se relacionam (CASTELS, 2003; BRIGGS e BURKE, 2006, CHARTIER, 2009). Tais transformações tornam desejável a discussão sobre o modo como estas mudanças repercutem na organização espacial e temporal no mundo e de que modo os estudiosos das ciências sociais podem, ou deveriam, se mover ao interno dessas redesenhadas estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais que emergem nesse cenário de saturação das mídias que constitui a era digital. A internet com seus bancos de dados, softwares, arquivos e bibliotecas online abre uma miríade de questionamentos para os historiadores do nosso século, uma vez que possibilita novas formas de representação do passado e de memória na rede (VITALI, 2005).

LUCCHESI, Anita

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Novo dicionário crítico do pensamento das direitas: ideias, personagens e instituições. Volume 1

ISBN:  978-65-85651-21-9

Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.

Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).

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Literatura de cordel: Código de ética

Número de ISBN 978-85-7856-185-7

JUNIOR, Marco Aurélio de Valois Correia; JUNIOR, Edivaldo Xavier da Silva; AMARAL; Auxiliadora René de Melo

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Autocuidado e empoderamento: estratégia para promoção de saúde em pessoas acometidas com hanseníase

Número ISBN: 978-65-86413-61-8

Sinopse: O livro Autocuidado e empoderamento: uma estratégia para promoção da saúde em pessoas acometidas com hanseníase nasce nestes contextos desafiadores, com forte parceria institucional a partir da região Nordeste do Brasil. Remete-se a um esforço coletivo de dizer SIM e atuar estrategicamente em iniciativas e projetos direcionados para fortalecimento das capacidades humanas pautadas na resiliência e solidariedade, indubitavelmente algo essencial para romper com o ciclo de vulnerabilidade que marca o segundo país do mundo em casos novos de hanseníase (aproximadamente 15% do total). O livro nos provoca a discutir autocuidado como elemento central para superação da hanseníase como causa injusta de dor, incapacidade física, deficiência e estigma. Estamos convidados e convidadas a refletir sobre estas dimensões. 

 

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Meandros geográficos III

PRÁTICA DOCENTE EM AÇÃO

O projeto Meandros Geográficos é uma iniciativa dos docentes da Universidade de Pernambuco (UPE) com o intuito de divulgar os melhores Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), com a produção de artigos com os resultados das pesquisas realizadas pelos discentes e docentes da UPE. Este terceiro volume, Meandros Geográficos 3: prática docente em ação é composto por 11 artigos das diferentes áreas da geografia, mostrando o que os discentes e docentes de graduação da UPE estão pesquisando. São artigos nas áreas de ciências humanas e da natureza com foco na geografia e análise do espaço geográfico. Todos os artigos apresentados neste volume trazem pesquisas voltadas para a geografia escolar, salientado a importância da formação de professores. A coleção Meandros Geográficos visa o fortalecimento dos cursos de geografia da UPE, com a participação de docentes e discentes dos diferentes Campi Mata Norte, Garanhuns e Petrolina.

Número ISBN: 978-85-7856-229-8

Gevson Silva Andrade; Ana Regina Marinho

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Olhando o Brasil Por Meio da Literatura

ISBN: 978-65-85651-22-6

O Brasil em silêncio! Os brasileiros sofridos, chocados; esse é o resultado da pandemia e de quatro anos de (des)governo. A educação fragilizada, os jovens olhando para o horizonte em busca de um futuro que o “país do futuro” não trouxe. O povo com fome! E um certo “João” não está mais aqui para continuar seu poema Morte e vida, severina. Na verdade, a vida mostrou seu lado “severina”. As Severinas e os Severinos estão perplexos diante da morte dos seus e de tantos, conhecidos e desconhecidos... a pandemia deixou um rastro que tão cedo não será apagado. Para além disso, um governo hediondo sem cultura, sem poema, sem afeto, sem sabedoria, colaborou com a morte, tentado “desesperançar” esse povo. Mas como dizia Euclides da Cunha, “O sertanejo é um forte”. E, esse “sertanejo”, agora consciente que a migração não resolve, descobre o poder do voto como única “esperança” para mudar a sua trajetória, pois, segundo Graciliano Ramos, “é dos piores cárceres que nascem os maiores gritos de liberdade”. E foi do Nordeste que o canto ecoou. O grito dos vencidos. Vencidos pela dor, pela fome, pelo desassossego. O Brasil RECOMEÇA! A Literatura será portadora dessa luta. Professores e alunos(as), tão logo as trevas foram dissipadas e o dia “amanheceu”, correram, procurando abrigo na literatura para “resgatar a esperança”. É a literatura que dará conta dessa tragédia, pois, como bem disse Bakhtin (1988, p. 95), “a palavra está sempre carregada de um conteúdo, de um sentido ideológico ou vivencial”.

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  1. Ultrapassando Fronteiras: Narrativas e Reflexões Para o Ensino de História
  2. Aprendizagem linguística em jogo: Ações interventivas em prol da recuperação de habilidades pontuatórias na escrita de estudantes do ensino fundamental
  3. Bíblia e corrupção
  4. As relações de trabalho na política de assistência social:

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