ISBN: 978-65-85651-41-7
Dançar em Pernambuco envolve expressões tão abrangentes quanto os maracatus rurais da Zona da Mata, os clubes de Frevo, os cocos de Arcoverde, o xaxado de Serra Talhada, assim como os múltiplos grupos de danças e escolas que desafiam crianças, jovens e a população em geral ao se aproximar de danças urbanas, balé, jazz, danças de salão, e danças populares, entre outras. Neste estudo, objetivamos descrever as redes de formação e atuação nas escolas, grupos, companhias, grupos, coletivos e artistas independentes das danças, como grupos artísticos, em Pernambuco, através de uma pesquisa exploratória de levantamento de dados em 11 municípios de 4 regiões intermediárias do estado, levando em consideração não só atores humanos, mas também instituições e outros objetos atuantes. Ao final, reconhecemos que nas redes de formação e atuação identificamos redes com poucas conexões e baixa modularidade, mas também uma rede que apresentava características que apontam, possivelmente, para diversidade e robustez.
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ISBN: 978-85-518-5711-3
Sejam bem-vindos ao História em sala de aula: novas abordagens e saberes, livro organizado por Igor Lapsky da Costa Francisco, Janaina Guimarães da Fonseca e Silva e José Maria Gomes de Souza Neto, professores da linha Saberes Históricos no Espaço Escolar do Mestrado Profissional em Ensino de História da Universidade de Pernambuco – Campus Mata Norte. Nesta linha pesquisamos o processo de ensino e aprendizagem da história, considerando as especificidades dos saberes e práticas mobilizados na escola. O foco recai sobre as condições de formação do estudante e do professor e o exercício do ensino de História na escola, pensada como lugar de produção e transmissão de conteúdos, que atende a formas de organização e de classificação do conhecimento histórico por meio do currículo. Esse último é compreendido como conhecimento historicamente constituído, uma forma de regulação social e disciplinar.
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-65-86413-89-2
Sinopse: A educação para o trabalho vem se mostrando uma pauta permanente e pertinente à autonomia pedagógica e formativa dos IFs, sobretudo porque vem buscando romper com a influência do neoliberalismo e do mercado de trabalho na formação de seus cursos, para que atuem de forma polivalente, desregulamentando relações de trabalho (naturalização da flexibilização) e confundindo a ideia de modernização em contrapartida ao crescimento da pobreza mitigada (BRASIL, 2010c). Associar o mundo do trabalho aos desafios trazidos pela globalização e pela informatização, com o uso das tecnologias, passou então a exigir da educação uma postura diferente: integrar os conhecimentos essenciais à vida, às práticas profissionais, para que se ofereçam respostas aos problemas complexos da sociedade de modo mais flexível, crítico e inovador (KUENZER; LIMA, 2013).
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UMA ANÁLISE ESTRATÉGICA DE POLÍTICA
Objetivou-se analisar o processo político no âmbito do setor saúde em Pernambuco no período de 1987 a 1989, a partir do pensamento de Mario Testa e os seus elementos essenciais - o poder e o postulado de coerência - como referencial de análise. Abordou-se a possível eficácia do discurso da democracia nas práticas institucionais do Governo da Frente Popular em Pernambuco, considerando as formulações das políticas (propósitos) para o setor e os procedimentos utilizados no processo decisório e na sua implementação (organização e método).
ISBN: 978-85-7856-232-8
Joselma Cavalcanti Cordeiro
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ISBN: 978-65-85651-23-3
Por que estudar religiões? Quais relações as religiões podem travar com outros campos do conhecimento? Como as religiões podem dialogar com a política, a cultura, as artes e a economia de um país? Até que ponto as religiões interferem na formação da identidade de um povo? Essas e várias outras perguntas são pontos latentes de discussão
nos textos a seguir, que são produções oriundas dos quatro primeiros colóquios do Grupo de Pesquisa “Religiões, Identidades e Diálogos”, sediado na Universidade Católica de Pernambuco. Mais do que oferecer respostas para essas questões, os textos querem propor reflexões sobre a importância das religiões em várias esferas do cotidiano.
A obra reúne trabalhos apresentados por pesquisadores de diversas partes do Brasil sobre as dificuldades, particularidades e abordagens possíveis para o trabalho acadêmico com religiões, em suas mais variadas esferas. Colaborações de sociólogos, cientistas da religião, teólogos, historiadores, artistas e profissionais dos diversos campos do conhecimento ajudaram a construir um olhar plural e transdisciplinar para os processos e movimentos religiosos, ampliando a produção do conhecimento e os debates na área.
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ISBN: 978-65-85651-50-9
Esta coletânea reúne textos de docentes e egressos/as do Mestrado profissional de Educação da Universidade de Pernambuco-UPE, Campus Mata Norte sobre as pesquisas realizadas na linha de Política e Gestão Educacional em comemoração ao aniversário de uma década do programa que vem contribuindo com o fortalecimento de políticas educacionais nos municípios de Pernambuco e práticas inovadoras de gestão escolar.
ORGANIZADORAS: Odaléa Feitosa Vidal e Adlene Silva Arantes
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ISBN: 978-65-85651-44-8
A expansão das tecnologias no contexto social evidenciou a necessidade do trabalho com os gêneros digitais, bem como do processo de escrita destes no ambiente escolar. Diante disso, esta pesquisa, fruto da dissertação de mestrado profissional em Letras- Profletras, buscou a ressignificação do ensino de produção textual baseado nas práticas
de linguagens contemporâneas do mundo real com o objetivo geral de analisar a inter-relação dos gêneros opinativos/argumentativos playlist comentada e resenha, refletindo sobre as possíveis contribuições pedagógicas que a produção de ambos os gêneros pode proporcionar para o desenvolvimento da competência escrita dos estudantes.
Nesse sentido, realizamos um levantamento teórico, investigando três pilares centrais, os quais se tornaram indissociáveis à nossa discussão, sendo eles: o pilar da escrita, o pilar tecnológico e o pilar dos estudos de gênero, integrados ao nosso objetivo geral e fundamentados respectivamente nos estudos de Antunes (2003), Ribeiro (2018) e Bezerra (2017) em conjunto com Rojo (2015) e Motta-Roth e Hendges (2010). Para o procedimento metodológico, utilizamos a pesquisa bibliográfica embasada nas concepções de Fonseca (2002). Esse levantamento teórico contribuiu para construção de um produto educacional, que fez uso da Sequência de Ensino de Aguiar Jr. (2005) composta por quatro fases, são elas: a problematização inicial; o desenvolvimento da narrativa do ensino; a aplicação dos novos conhecimentos e a reflexão sobre o que foi aprendido. Tal construção se deu tendo em vista o período de excepcionalidade da pandemia do COVID19, que impossibilitou a execução de nossa proposta de intervenção.
Como resultado, destacamos a apresentação desse produto de natureza propositiva, o qual defende que mudar práticas de alguma forma já cristalizadas pode contribuir para a melhoria do processo educacional. Concluímos nossa pesquisa acreditando que a proposta de inter-relacionar os gêneros em pauta, além de fomentar a utilização das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) nos estudos de gêneros e da escrita, traz uma possibilidade ao professor de tornar as práticas de produção textual, na escola, mais atrativas para os estudantes.
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- Em defesa dos pobres
- 61 anos do golpe e da ditadura de 1964 em Pernambuco: arte, cultura e mundos do trabalho e dos/as trabalhadores/as. Volume 2.
- Múltiplos objetos e escritas na História da Educação - Volume 1
- História da Escrita da História em Pernambuco: a produção da pós-graduação entre 2003-2023