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Acompanhamento do memorial de formação

ENTRE FORMAR E FORMAR-SE

2018/ ISBN 978-85-518-0965-5

Mônica Maria Gadêlha de Souza Gaspar

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Práticas de Estágio Supervisionado

ISBN: 978-65-86413-97-7

Sinopse: "A presente obra pretende socializar práticas de estágio supervisionado realizadas nos cursos de graduação da Universidade de Pernambuco, com destaque para as experiências exitosas; as metodologias adotadas no acompanhamento dos estudantes; os resultados alcançados na colaboração entre a Universidade e as Instituições concedentes de estágio; e a contribuição dos estágios nos processos de inovação curricular."

Org:  RODRIGUES, Cleyton Mário de Oliveira; DANTAS, Jesica Barbosa; SILVA, Tárcia Regina da.

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Escravidão? Deus me livre

Número ISBN: 978-85-7856-202-1

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Novo dicionário crítico do pensamento das direitas: ideias, personagens e instituições. Volume 2

ISBN: 978-65-85651-24-0

Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.

Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).

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Diálogos sobre gestão e teletrabalho

ISBN: 978-65-85651-13-4

Sinopse: Dentre os textos apresentados nesta obra, chama atenção o tratamento dado à compliance trabalhista, que costumo dizer tratar-se um agir certo necessário, tratando-se da criação de meios de controle interno nas empresas, com transparência das atividades e redução de riscos, por meio de programas de integridade, e a adoção de códigos de ética e conduta, que são fundamentais, e podem ser elementos básicos para o sucesso de qualquer negócio. Outro ponto refere à pandemia que assolou a humanidade sobretudo a partir de janeiro de 2020, doença que foi formalizada como Covid-19 1 ou Sars-CoV-2, que, rapidamente, se espalhou por todos os continentes, causando uma das maiores crises sanitárias da nossa história.Intensificou-se o trabalho digital inclusive o teletrabalho e verifica-se uma incrível e lamentável desigualdade digital, além de o futuro do trabalho envolver também o aumento de discriminação racial e social. No que refere à desigualdade digital, existem setenta milhões de brasileiros não tem acesso à internet (ter telefone celular não é necessariamente acessar a internet).


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Anais da Semana Universitária da UPE 2022: A Ciência a Serviço da Reconstrução do País

ISBN:  978-65-85651-20-2

Em 2022, a organização da Semana Universitária da Universidade de Pernambuco (SU UPE 2022), repercutiu o contexto do Brasil no pós-pandemia da Covid-19 e crises políticas que fez avançar o desmonte de ações estratégicas de estado, afetando drasticamente o compromisso público por políticas públicas de inclusão, de preservação do meio ambiente, de incentivo à produção científica, à educação, entre outros. Nesse sentido, a SU UPE 2022 apontou o tema “A ciência a serviço da reconstrução do país” como elemento de integração da discussão em torno da produção científica realizada pela universidade ao longo do ano, reafirmando seu compromisso com a pesquisa, o ensino e a extensão comprometidos com a busca de soluções para problemas reais da população e, em especial no atual contexto, uma atuação que considera a necessidade de reconstrução e melhoria da vida social em nosso país, em diferentes dimensões.
A ciência, em diferentes contextos históricos brasileiros, tem tido efetivas contribuições à garantia dos direitos sociais, foi o que destacou o professor Sérgio Machado Rezende (físico, engenheiro brasileiro, ex-Ministro da Ciência e Tecnologia no governo Lula entre 2005 e 2010), em palestra de abertura do evento. O objetivo geral da Semana Universitária 2022 foi socializar experiências acadêmicas de ensino, de pesquisa e de extensão, de modo a evidenciar o significado social da UPE, por meio de suas ações, nas diversas regiões do Estado de Pernambuco. Procura também destacar potencialidades e diversidades de expressões na vida acadêmica, centrada nos processos inovadores de produção do conhecimento. A programação foi vivenciada entre os dias 09 a 11 de novembro de 2022, através do uso de plataformas digitais e/ou presencialmente nas Unidades. Mais uma vez aproveitamos a oportunidade para agradecer o apoio financeiro da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco, e do Governo do Estado de Pernambuco, por todo apoio financeiro aos trabalhos desenvolvidos pelas/pelos docentes e estudantes.

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Meandros Geográficos: práticas da formação do professor

Número ISBN: 978-65-86413-78-6

Sinopse: O projeto “Meandros Geográficos: Práticas da formação do professor” é uma iniciativa dos docentes da Universidade de Pernambuco (UPE) com o intuito de divulgar os melhores Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), com a produção de artigos com os resultados das pesquisas realizadas entre discentes e docentes da UPE. O primeiro volume foi lançado no ano de 2017, o segundo em 2018 e o terceiro em 2019 e o quarto volume nesta edição de 2022. Este quarto volume é composto por 10 (dez) artigos das diferentes áreas da geografia, mostrando o que os discentes e docentes de graduação da UPE estão pesquisando. São artigos nas áreas de ciências humanas e da natureza com foco na geografia e análise do espaço geográfico. Todos os artigos apresentados neste volume trazem pesquisas voltadas para a geografia escolar, salientado a importância da formação de professores. A coleção “Meandros Geográficos” visa o fortalecimento dos cursos de geografia da UPE, com a participação de docentes e discentes dos diferentes Campi Mata Norte, Garanhuns e Petrolina.

Organização de Gevson Silva Andrade e Ana Regina Marinho;

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Os Novos Caminhos do Direito das Famílias e Sucessões

A família é considerada um grupo de pessoas ligadas por vínculos biológicos e/ou afetivos que, claramente, não tem uma forma de composição única, isso decorre do fato de que o afeto não se apresenta sempre do mesmo modo. Não cabe ao Estado ou a sociedade impor as pessoas que respeitem um determinado formato de família. O atual sistema jurídico deixou de valorizar as formas para priorizar as pessoas. A presente obra tem por finalidade apresentar as novas composições familiares e repercussões no direito das famílias e sucessões. Os novos arranjos familiares tem como característica a pluralidade de parceiros ou genitores, que excedem o tradicional modelo constituído pelos casais ou pares. De outro modo, família parental não somente é aquela onde estão presentes a figura do pai, mãe e filho(s), pois também será parental a comunidade monoparental, a família homoafetiva com descendente(s) e a multiparental. Do mesmo modo, a família conjugal não se limita ao casal hetero e homoafetivo, pois se estende a família paralela e poliafetiva. Cabe ao Estado e a sociedade proteger e possibilitar que os novos grupos familiares possam usufruir dos mesmos direitos das demais famílias.

Número ISBN: 978-85-7856-221-2

Giorge André Lando (Orgs.).

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  1. Saúde óssea
  2. Comunidades Quilombolas de Pernambuco: Um Paradidático com Narrativas Históricas para a Educação Básica
  3. Extensão Universitária: Experiências da Curricularização na UPE
  4. A diversidade no jogo da extensão: práticas variadas no ensino e na pesquisa

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