ISBN: 978-65-85651-51-6
A obra dialoga, a partir da análise da cultura visual e das visualidades, com a construção histórica da colonialidade do olhar e com a crítica decolonial, buscando identificar as derivas do ver, os escapes e as resistências - no plano da cultura - que tensionam e atuam contra os poderes estabelecidos nos domínios da economia e da política. Os artigos contidos nesta obra, em um primeiro momento, investigam a construção histórica da mitologia de nascimento dos EUA com a ode ao progresso como destino, seja na expansão territorial seja na industrialização capitalista. Em um segundo momento, debruçando-se sobre o cone sul, investiga-se a frustração nostálgica de elites da Argentina e do Brasil que buscam consolidar, por meio de projetos arquitetônicos, a síntese de uma perspectiva apartada de sociedade na qual viam o povo como sendo inadequado para a grandeza dos sonhos idealizado de seus pretensos líderes. A obra também agrega a entrevista com o historiador Francisco Santiago, especialista em História e cultura visual.
ORGANIZADORAS: Carla Miucci Ferraresi de Barros e Mônica Brincalepe Campo
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CONSTRUÇÃO E PRÁTICA DO SABER
Gevson Andrade
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ISBN: 978-65-85651-19-6
"O conjunto de textos que ora se apresenta ao público são o resultado das pesquisas desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Católica de Pernambuco, Brasil, e apresentadas ao público em setembro de 2021, em especial no contexto de seu cluster de pesquisadores em torno do eixo linguagem, sentido e ação. Os pesquisadores do núcleo ou linha de pesquisa Linguagem, sentido e ação se propõem ao estudo e investigação de conceitos e temas fundamentais do fenômeno humano da linguagem e dos seus desdobramentos no agir e fazer humanos, tal como esses são apresentados e discutidos, sobretudo, mas não exclusivamente, a partir da tradição filosófica resultante da virada linguístico-pragmática."
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CENTRO INTEGRADO AMAURY DE MEDEIROS
Protocolo de urgências ginecológicas e obstétricas
Número ISBN 978-65-86413-36-6
(Orgs.) COSTA, Hélio de Lima Ferreira Fernandes; SILVA, Simone Angélica Leite de Carvalho; PEIXOTO, Lizia de Moraes Siqueira
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ISBN: 978-65-85651-28-8
Esta obra configura-se como um marco na luta em prol da valorização da cultura indígena Xukuru de Ororubá em Pesqueira, especialmente, das palavras da língua desse povo. A pesquisa que resultou neste E-book nasceu no contexto de um canto circular, que flui de inquietações de uma mulher professora/pesquisadora que, ao longo de sua produção,
entendeu as suas raízes e a potência de se autodeclarar Xukuru de Ororubá. A movência da Rosani Maciel Calado a faz assumir um papel social que soma esforços em busca do protagonismo de um povo, a partir da valorização de palavras da língua Xukuru do Ororubá, que ao longo dos séculos sofreu uma tentativa de apagamento, mas que resistiu pela ousadia do seu povo de guardar palavras para interagir no seu grupo de pertencimento. Rosani soma-se a essa luta em um movimento iniciado pela sua área de atuação, a educação. A pesquisadora aproxima docentes do município de Pesqueira, escuta-os/as, faz intervenções e a eles/a oferta um produto, o Dicionário Ilustrado, que opera didaticamente com um instrumento pedagógico realçador do potencial de uma pesquisa no âmbito do Mestrado Profissional em Educação. Nessa trilha de escuta que leva à ação, a docente Xukuru se firma, se fortalece e fortalece a cultura do seu povo que permanece de pé ecoando o grito que se espalha por todos os cantos: AVANTE!
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ISBN: 978-85-518-5162-3
Desde a chamada virada linguística ocorrida na segunda metade do século XX, novas perspectivas de pesquisa e ensino vêm sendo experienciadas, especialmente com a ampliação dos estudos da terceira geração da Escola dos Annales, dos Estudos Culturais, da Nova Esquerda Inglesa, das críticas psicanalíticas, feministas, pós-estruturalistas e pós-coloniais que passaram a compreender a relevância dos elementos simbólicos no ensino e/ou na pesquisa histórica. Enormes querelas – na maior parte das vezes ineficazes – foram realizadas para atestar ou refutar o caráter literário e ensaístico da História. Isso porque, se por um lado, poucos ficaram convencidos de que o princípio básico da História não se baseia na escrita, pelo outro lado, uma menor quantidade de pesquisadores segue convencida de que a história é puramente factual, prescindindo de elementos afetivos, subjetivos e alegóricos. De tais linhas de pensamento tão compartimentadas emerge a urgente e imperiosa necessidade de refletir acerca das interações, intersecções, hibridismos e imbricamentos entre a disciplina histórica, o ensino de História, a Memória e a Literatura.
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ISBN: 978-85-518-5141-8
O trabalho que que ora apresentamos foi resultado de uma pesquisa desenvolvida entre os anos de 1996 a 1999 – durante a realização do curso de mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo sob a orientação da professora Maria Helena Villa Bôas Concone – e tem por objeto de estudo o ofício, atuação e importância da benzedura na cidade de Vitória da Conquista – sudoeste do Estado da Bahia – e regiões circunvizinhas. A benzedura foi, e para alguns ainda é - um importante elemento que faz parte da cultura popular do nosso país. Fazer uso de orações, simpatias, propriedades medicinais para curar algumas doenças (quebranto ou mau-olhado, espinhela caída, dor de barriga e outros males) ou aflições é um conhecimento presente no Brasil, embora não com a mesma intensidade que décadas anteriores, mas com destaque nas cidades do interior e na zona rural. Esse ofício é normalmente exercido por mulheres humildes que possuem um grande conhecimento das propriedades terapêuticas das plantas medicinais, resultado das observações e classificações de raízes e ervas benéficas à saúde do homem.
A atuação das benzedeiras, enquanto um elemento de práticas populares de cura, bem como o papel de mediadora entre os seus clientes e as divindades, é de grande valia para a compreensão da visão de homem e do mundo, própria dos grupos que representam. Uma das grandes contribuições dessas terapeutas populares é a propagação de recursos medicinais de várias gerações, portanto um saber historicamente acumulado. “A origem do conhecimento do homem sobre as virtudes das plantas confunde-se com sua própria história. Certamente surgiu, à medida que tentava suprir suas necessidades básicas, através das casualidades, tentativas e observações, conjuntos de fatores que constituem o empirismo”. (ALMEIDA, 2011, p. 35)4
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VOLUME 1
2018/ ISBN 978-85-518-0957-0
Smone Rosa da Silva (org.)
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