ISBN: 978-85-518-5711-3
Sejam bem-vindos ao História em sala de aula: novas abordagens e saberes, livro organizado por Igor Lapsky da Costa Francisco, Janaina Guimarães da Fonseca e Silva e José Maria Gomes de Souza Neto, professores da linha Saberes Históricos no Espaço Escolar do Mestrado Profissional em Ensino de História da Universidade de Pernambuco – Campus Mata Norte. Nesta linha pesquisamos o processo de ensino e aprendizagem da história, considerando as especificidades dos saberes e práticas mobilizados na escola. O foco recai sobre as condições de formação do estudante e do professor e o exercício do ensino de História na escola, pensada como lugar de produção e transmissão de conteúdos, que atende a formas de organização e de classificação do conhecimento histórico por meio do currículo. Esse último é compreendido como conhecimento historicamente constituído, uma forma de regulação social e disciplinar.
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ISBN: 978-65-86413-89-2
Sinopse: A educação para o trabalho vem se mostrando uma pauta permanente e pertinente à autonomia pedagógica e formativa dos IFs, sobretudo porque vem buscando romper com a influência do neoliberalismo e do mercado de trabalho na formação de seus cursos, para que atuem de forma polivalente, desregulamentando relações de trabalho (naturalização da flexibilização) e confundindo a ideia de modernização em contrapartida ao crescimento da pobreza mitigada (BRASIL, 2010c). Associar o mundo do trabalho aos desafios trazidos pela globalização e pela informatização, com o uso das tecnologias, passou então a exigir da educação uma postura diferente: integrar os conhecimentos essenciais à vida, às práticas profissionais, para que se ofereçam respostas aos problemas complexos da sociedade de modo mais flexível, crítico e inovador (KUENZER; LIMA, 2013).
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ISBN: 978-65-85651-17-2
No ano de 2020, com o advento da Pandemia da COVID-19, o mundo se viu obrigado a repensar todas as suas atividades. No contexto educacional, as Instituições de Ensino Superior (IES) se viram envoltas em um turbilhão de novas necessidades e requisitos, face à readequação do ensino presencial para o ensino remoto. Essas modificações perpassaram pela formação dos docentes e discentes, pela infraestrutura da IES, pelos processos de ensino e aprendizagem, e por todas as suas demais atividades. O mesmo efeito se viu nos programas realizados pelas IES, como o programa da Residência Pedagógica. Tudo isso levou aos atores envolvidos no programa a buscarem novas metodologias para a exequibilidade da Residência, considerando os distintos (e novos) contextos vivenciados pelas possíveis escolas parceiras. Os relatos apresentados neste livro destacam, portanto, as experiências vividas pelas licenciaturas da Universidade de Pernambuco durante a pandemia, considerando a nova realidade das IES, das escolas e das relações educacionais estabelecidas. Novas metodologias, novos processo de ensino e aprendizagem e a adoção das Tecnologias de Informação e Comunicação são temáticas recorrentes nos relatos. Mas nem tudo são flores. Os autores em seus textos trazem frequentemente as fragilidades experenciadas, trazendo luz para uma educação superior e básica em um novo mundo pós-pandêmico.
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ISBN: 978-65-85651-15-8
Após protagonizar diversas lutas, o Ministério Público se firmou, constitucionalmente, como uma instituição indispensável para a sociedade brasileira. Inicialmente, se apresentou com um perfil exclusivamente demandista. Todavia, na atualidade se observa a tendência de um Ministério Público com um perfil resolutivo, sem substituir o perfil demandista.
Nesse sentido, João Gaspar Rodrigues (2015, p. 5) explica que se trata de “dois perfis de necessária convivência, um sendo o complemento do outro.” Nas palavras do autor, quando não obtida a solução para um determinado fato pela atuação resolutiva ou extrajudicial, deve-se então se utilizar do perfil demandista. E assim, o Ministério Público passou a desenvolver novas e atuais atividades com a finalidade de viabilizar acordos e ajustamentos de conduta contraprestacional de medidas reparatórias ou indenizatórias em relação aos atos infracionais praticados e cometidos como metas resolutivas dos conflitos de interesse.
Diante de tal cenário, pesquisadores da Universidade de Pernambuco – UPE, representados pelo Grupo de Pesquisa Direito do Trabalho e os Dilemas da Sociedade Contemporânea, nas pessoas dos Professores Doutores Isabele Bandeira de Moraes D’Angelo e Giorge Andre Lando com a finalidade de promover a pesquisa no meio acadêmico e, também, assegurar, por intermédio da presente coletânea de capítulos, a publicação dos resultados dos estudos realizados por docentes e discentes do curso de Pós-Graduação MBA em Gestão do Ministério Público da Universidade de Pernambuco - UPE, bem como das demais interessadas na temática proposta: “Ministério Público Resolutivo”. Para tanto, a partir de experiências interdisciplinares e sob a ótica dos Assistentes do Ministério Público de Pernambuco apresentam os resultados dos estudos, debates e trabalhos científicos relacionados à temática, permeando a necessária crítica a respeito da instituição Ministério Público. Em virtude da adesão massiva, a obra está divida em dois tomos, cada um contando com 127 e 103 páginas respectivamente.
Este volume II é composto por 07 (sete) artigos, de temáticas relacionadas ao Ministério Público Resolutivo: Institutos e Políticas para o Acesso a Direitos. Enfim, os textos relevam a preocupação com os rumos tomados pela sociedade atual e o que se pode fazer seja na seara acadêmica, legal, profissional ou pessoal para melhorá-lo. Tal preocupação em si, associada à qualidade dos trabalhos selecionados para além de nos encher de alegria e esperança consolidam a nossa crença de que ainda há muito por fazer, mas o recado vem sendo dado e a universidade tem cumprido seu papel.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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Número de ISBN 978-85-7856-185-7
JUNIOR, Marco Aurélio de Valois Correia; JUNIOR, Edivaldo Xavier da Silva; AMARAL; Auxiliadora René de Melo
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ISBN: 978-65-85651-63-9
A geração do pós-ditadura no Brasil tem um duplo desafio. Primeiro, porque é a geração que pode ouvir, pode ler, pode até assistir e, no máximo, testemunhar o testemunho, mas não pode viver os regimes autoritários que seus antepassados recentes viveram. Segundo, porque nossas profundas heranças coloniais se mantêm como verdadeiros diques que represam uma indispensável política de memória democrática sobre essas experiências autoritárias fundadoras tanto do país quanto da sociedade moderna. Tal desafio tem se mostrado mais urgente em razão do movimento de “placas tectônicas” no processo histórico da humanidade. A hegemonia dos EUA, consolidada ao final do século XX, aos poucos vem dando lugar a ascensão de outras nações – sobretudo China, Rússia e Índia – que disputam um reequilíbrio de forças em torno de um mundo multipolar.
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ISBN: 978-65-85651-87-5
A coletânea congrega cinco leitores que se aproximam da prosa e da poesia machadiana, partindo de variados pontos de vista, com pontos de contato entre as obras de Machado de Assis e textos situados entre a Antiguidade e a Era Moderna, com o objetivo de estimular releituras da sua produção, bem como convidar novos leitores a se aventurem nas referências caras ao bruxo do Cosme Velho.
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- Histologia de sistemas
- Rotas estratégicas para um território distrital: diagnóstico e governança para a Superintendência de Educação da Autarquia de Fernando de Noronha
- Análise dos dados censitários da Comunidade Quilombo Ilha de Mercês
- 61 anos do golpe e da ditadura de 1964 em Pernambuco: arte, cultura e mundos do trabalho e dos/as trabalhadores/as. Volume 2.