IMPACTOS E INOVAÇÕES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO NO AGRESTE PERNAMBUCANO
Nesta obra evidencia-se os impactos diretos, os benefícios aos participantes do Programa Segundo Tempo no Agreste do Estado de Pernambuco.
2018/ 158 Páginas/ ISBN: 978-85-7856-191-8
Ana Rita Lorenzini; Ana Lúcia Felix dos Santos
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ISBN: 978-65-85651-86-8
Esta obra é uma coletânea de artigos científicos elaborada com o objetivo de oferecer reflexões a estudantes e profissionais de saúde de diversas áreas, com destaque para a Enfermagem e Medicina. Ela aborda questões atemporais que permeiam os processos formativos e as práticas cotidianas desses profissionais. Os textos reunidos tratam de temas relevantes e atuais, proporcionando novos olhares sobre a prática profissional em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e outras instituições de saúde.
Organização: Liniker Scolfild Rodrigues da Silva, Eliana Lessa Cordeiro, Tánia Maria da Silva e Ulisses Ramos Montarroyos
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ISBN: 978-65-85651-87-5
A coletânea congrega cinco leitores que se aproximam da prosa e da poesia machadiana, partindo de variados pontos de vista, com pontos de contato entre as obras de Machado de Assis e textos situados entre a Antiguidade e a Era Moderna, com o objetivo de estimular releituras da sua produção, bem como convidar novos leitores a se aventurem nas referências caras ao bruxo do Cosme Velho.
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Conhecimentos sobre SAÚDE AUDITIVA é de inegável importância, é componente essencial no conceito de SAÚDE PÚBLICA, e está intrinsicamente inserido no bem estar político, social e humano. A AUDIÇÃO é um dos 5 (cinco) sentidos humanos e tem função biopsicossocial importante, que permite a COMUNICAÇÃO entre as pessoas e a interação com o meio em que o indivíduo está inserido. Para se escutar e ouvir bem é necessário que SISTEMA AUDITIVO esteja em boas condições de SAÚDE. No SISTEMA AUDITIVO acontecem mudanças de energia (mecânica, hidráulica e elétrica) a partir de um som captado e, posteriormente, interpretado rapidamente. Compreender o Sistema de Processamento Auditivo, em seus aspectos anatômicos, fisiológicos e patológicos, permite ao indivíduo entender falhas em qualquer etapa desse sistema que pode influir negativamente na AUDIÇÃO HUMANA, e ter maior atenção e mais cuidados a este sentido essencial no cotidiano da população. Detectar problemas auditivos ao longo da vida, de maneira mais breve possível, é essencial para uma melhor QUALIDADE DE VIDA, independe de faixa etária, sejam crianças, jovens e/ou adultos. Profissionais MÉDICOS e da área de SAÚDE, como os FONOAUDIÓLOGOS, auxiliam em atuação primária, secundária e terciária da SAÚDE AUDITIVA, que pode ser prevenida, avaliada e autuada através de vacinações, medicamentos, exames, atos cirúrgicos e uso de Aparelho de AmplificaçãoSonora Individual (AASI).
Número ISBN: 978-85-7856-205-2
Ana Catharina Araújo; Francisco Bandeira
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Número ISBN: 978-65-86413-72-4
Sinopse: Desde que foi criada, até bem poucos anos atrás, a internet mudou o modo como trabalhamos, vivemos, nos divertimos e aprendemos. Nos últimos anos interferiu também no modo em que as pessoas se relacionam (CASTELS, 2003; BRIGGS e BURKE, 2006, CHARTIER, 2009). Tais transformações tornam desejável a discussão sobre o modo como estas mudanças repercutem na organização espacial e temporal no mundo e de que modo os estudiosos das ciências sociais podem, ou deveriam, se mover ao interno dessas redesenhadas estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais que emergem nesse cenário de saturação das mídias que constitui a era digital. A internet com seus bancos de dados, softwares, arquivos e bibliotecas online abre uma miríade de questionamentos para os historiadores do nosso século, uma vez que possibilita novas formas de representação do passado e de memória na rede (VITALI, 2005).
LUCCHESI, Anita
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PROCESSOS DE RACIALIZAÇÃO DOS ALUNOS DAS ESCOLAS PRIMÁRIAS DE PERNAMBUCO (1911-1945)
---2018/ 253 Páginas/ ISBN: 978-85-518-0662-3
Adlene Silva Arantes
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ISBN: 978-85-7856-288-5
Alteridades: memória, migração, exílio e direitos humanos é um material didático voltado ao Ensino Fundamental e Médio que articula a história do Holocausto às discussões contemporâneas sobre migração forçada, alteridade e direitos humanos. A obra apresenta os mecanismos de perseguição nazista, como as Leis de Nuremberg, e analisa seus impactos nos deslocamentos de populações perseguidas, inclusive para o Brasil. Ao valorizar memórias, testemunhos e histórias de vida, o material enfatiza a dimensão humana do genocídio e seus desdobramentos no tempo presente. A proposta pedagógica integra diferentes linguagens — livros infantojuvenis, jogos digitais, filmes, canções e narrativas autobiográficas — acompanhadas de orientações práticas para uso em sala de aula. Fundamentado na educação em direitos humanos e na consciência histórica, o material busca promover empatia, respeito à diversidade e o enfrentamento de discursos de ódio, estabelecendo pontes entre passado e presente por meio da memória coletiva e da escuta do outro.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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