Número ISBN: 978-65-86413-68-7
Sinopse: Esta pesquisa busca investigar por que os estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental não apresentam, ou recorrem apenas a um determinado tipo de argumento na modalidade escrita da língua. Para isso, elencamos os argumentos: argumentum a contrario, causalidade, argumento de autoridade, argumento pelo modelo e antimodelo, para observar a ocorrência ou ausência deles nas produções escritas dos estudantes e assim, propor uma intervenção pedagógica, a partir de uma sequência de atividades, que possa promover a reflexão sobre os tipos de argumentos citados e sua importância na construção de um texto argumentativo escrito.
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Em tempos de pandemia, esta pequena coletânea foi organizada sob o espectro da urgência. Foi estruturada através de trocas de e-mails que correram o mundo e agora se apresenta para colaborar no esforço de analisar a tragédia. Vivemos tempos terríveis, sim. Os textos aqui contidos significam o esforço em oferecer interpretações, sugerir caminhos e, de alguma forma, poder nos ajudar para que a travessia por dias tão tristes seja um pouco menos dolorida.
Número ISBN: 978-65-86413-16-8
MAYNARD, DILTON; SCHURSTER, Karl
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ISBN: 978-85-7856-307-3
Este livro é resultado de iniciativas voltadas ao fortalecimento do ensino da graduação na Universidade de Pernambuco, especialmente por meio de projetos de monitoria, acolhimento e apoio psicossocial ou psicopedagógico em diálogo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. A coletânea reúne nove capítulos que, de diferentes formas, revelam práticas e reflexões desenvolvidas em distintos campi da instituição, oferecendo um panorama abrangente de ações acadêmicas voltadas ao cuidado, à inclusão, à saúde mental, à criatividade e ao compromisso social.
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ISBN: 978-85-518-5956-8
O último século viu a derrocada das visões estruturalistas da história em favor de um olhar acurado e microscópico capaz de entender as lutas e vivências dos seres humanos reais. A secular invisibilidade dessas vicissitudes continuamente invisibilizadas vai perdendo sua compostura enquanto tantos outros recantos abandonados do porão da história são vasculhados, muitas das vezes a contrapelo dos cânones tradicionais. A ascensão da histórica local é um dos vários sintomas de uma ciência em transformação que apertou com vontade o botão do zoom. Pari passu, a memória, ou melhor dito, as várias memórias esparramadas pela sociedade ganham a atenção dos historiadores. Estes desejam encontrar nelas a matéria-prima de seus trabalhos, criticando-as, espremendo-as pelo prazer do suco das suas verdades e inverdades, verossimilhanças e omissões. Se tudo é história, mas nem tudo é História, cabe discernir bem o fato e o discurso do fato sem desprezar nenhum deles.
Nessa coletânea dividida em duas partes temáticas, articulam-se história local, memória impressa e ensino da História. Acrescente-se ainda histórias de lutas e resistências no campo, na cidade e na sala de aula.
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ISBN: 978-85-518-5161-6
Empreitada de horizonte amplo e que enreda temas aparentemente díspares, os textos aqui reunidos discutiram de modo longitudinal questões singulares e de longa permanência na historiografia, desta vez vinculados ao Ensino de História. Nesse sentido, agregamos trabalhos que discutem as relações entre memória e patrimônio na Educação Básica e em outros espaços de produção e aprendizagem histórica; bem como os aspectos inerentes aos debates sobre cultura popular, mundos do trabalho e relações identitárias nesses espaços. Assim, estão inclusas perspectivas as mais diversas que podem discorrer sobre a análise de livros didáticos, reflexão da prática docente, divulgação de relatos de experiência e de pesquisa de campo, abordagens sobre educação patrimonial, história do trabalho, história local e regional, bem como as interrogações atinentes ao papel do professor-pesquisador no cotidiano escolar e acadêmico frente à temática proposta.
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ISBN: 978-85-518-5141-8
O trabalho que que ora apresentamos foi resultado de uma pesquisa desenvolvida entre os anos de 1996 a 1999 – durante a realização do curso de mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo sob a orientação da professora Maria Helena Villa Bôas Concone – e tem por objeto de estudo o ofício, atuação e importância da benzedura na cidade de Vitória da Conquista – sudoeste do Estado da Bahia – e regiões circunvizinhas. A benzedura foi, e para alguns ainda é - um importante elemento que faz parte da cultura popular do nosso país. Fazer uso de orações, simpatias, propriedades medicinais para curar algumas doenças (quebranto ou mau-olhado, espinhela caída, dor de barriga e outros males) ou aflições é um conhecimento presente no Brasil, embora não com a mesma intensidade que décadas anteriores, mas com destaque nas cidades do interior e na zona rural. Esse ofício é normalmente exercido por mulheres humildes que possuem um grande conhecimento das propriedades terapêuticas das plantas medicinais, resultado das observações e classificações de raízes e ervas benéficas à saúde do homem.
A atuação das benzedeiras, enquanto um elemento de práticas populares de cura, bem como o papel de mediadora entre os seus clientes e as divindades, é de grande valia para a compreensão da visão de homem e do mundo, própria dos grupos que representam. Uma das grandes contribuições dessas terapeutas populares é a propagação de recursos medicinais de várias gerações, portanto um saber historicamente acumulado. “A origem do conhecimento do homem sobre as virtudes das plantas confunde-se com sua própria história. Certamente surgiu, à medida que tentava suprir suas necessidades básicas, através das casualidades, tentativas e observações, conjuntos de fatores que constituem o empirismo”. (ALMEIDA, 2011, p. 35)4
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ENTRE FORMAR E FORMAR-SE
2018/ ISBN 978-85-518-0965-5
Mônica Maria Gadêlha de Souza Gaspar
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ISBN: 978-85-518-5162-3
Desde a chamada virada linguística ocorrida na segunda metade do século XX, novas perspectivas de pesquisa e ensino vêm sendo experienciadas, especialmente com a ampliação dos estudos da terceira geração da Escola dos Annales, dos Estudos Culturais, da Nova Esquerda Inglesa, das críticas psicanalíticas, feministas, pós-estruturalistas e pós-coloniais que passaram a compreender a relevância dos elementos simbólicos no ensino e/ou na pesquisa histórica. Enormes querelas – na maior parte das vezes ineficazes – foram realizadas para atestar ou refutar o caráter literário e ensaístico da História. Isso porque, se por um lado, poucos ficaram convencidos de que o princípio básico da História não se baseia na escrita, pelo outro lado, uma menor quantidade de pesquisadores segue convencida de que a história é puramente factual, prescindindo de elementos afetivos, subjetivos e alegóricos. De tais linhas de pensamento tão compartimentadas emerge a urgente e imperiosa necessidade de refletir acerca das interações, intersecções, hibridismos e imbricamentos entre a disciplina histórica, o ensino de História, a Memória e a Literatura.
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