ISBN: 978-85-518-5141-8
O trabalho que que ora apresentamos foi resultado de uma pesquisa desenvolvida entre os anos de 1996 a 1999 – durante a realização do curso de mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo sob a orientação da professora Maria Helena Villa Bôas Concone – e tem por objeto de estudo o ofício, atuação e importância da benzedura na cidade de Vitória da Conquista – sudoeste do Estado da Bahia – e regiões circunvizinhas. A benzedura foi, e para alguns ainda é - um importante elemento que faz parte da cultura popular do nosso país. Fazer uso de orações, simpatias, propriedades medicinais para curar algumas doenças (quebranto ou mau-olhado, espinhela caída, dor de barriga e outros males) ou aflições é um conhecimento presente no Brasil, embora não com a mesma intensidade que décadas anteriores, mas com destaque nas cidades do interior e na zona rural. Esse ofício é normalmente exercido por mulheres humildes que possuem um grande conhecimento das propriedades terapêuticas das plantas medicinais, resultado das observações e classificações de raízes e ervas benéficas à saúde do homem.
A atuação das benzedeiras, enquanto um elemento de práticas populares de cura, bem como o papel de mediadora entre os seus clientes e as divindades, é de grande valia para a compreensão da visão de homem e do mundo, própria dos grupos que representam. Uma das grandes contribuições dessas terapeutas populares é a propagação de recursos medicinais de várias gerações, portanto um saber historicamente acumulado. “A origem do conhecimento do homem sobre as virtudes das plantas confunde-se com sua própria história. Certamente surgiu, à medida que tentava suprir suas necessidades básicas, através das casualidades, tentativas e observações, conjuntos de fatores que constituem o empirismo”. (ALMEIDA, 2011, p. 35)4
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ISBN: 978-65-85651-74-5
Os tubarões são animais marinhos fundamentais para o meio ambiente, topo da cadeia alimentar e responsáveis pelo equilíbrio ecológico do planeta. Esta cartilha visa informar sobre a importância desses animais, sua presença no território pernambucano, sua interação com os humanos, como evitá-la e a necessidade da sua preservação para atingir as metas estabelecidas pela Organização das Nações Unidas(ONU) nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e na Agenda 30. Com linguagem, jogos e ilustrações acessíveis, os autores dessa cartilha convocam a sociedade a se envolver na sensibilização e educação ambiental sobre os tubarões e preservação marinha.
Autores: Gaby Carvalho Alves, Paola Tavares Pierotti e Pedro Henrique de Barros Falcão
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ISBN: 978-85-518-5956-8
O último século viu a derrocada das visões estruturalistas da história em favor de um olhar acurado e microscópico capaz de entender as lutas e vivências dos seres humanos reais. A secular invisibilidade dessas vicissitudes continuamente invisibilizadas vai perdendo sua compostura enquanto tantos outros recantos abandonados do porão da história são vasculhados, muitas das vezes a contrapelo dos cânones tradicionais. A ascensão da histórica local é um dos vários sintomas de uma ciência em transformação que apertou com vontade o botão do zoom. Pari passu, a memória, ou melhor dito, as várias memórias esparramadas pela sociedade ganham a atenção dos historiadores. Estes desejam encontrar nelas a matéria-prima de seus trabalhos, criticando-as, espremendo-as pelo prazer do suco das suas verdades e inverdades, verossimilhanças e omissões. Se tudo é história, mas nem tudo é História, cabe discernir bem o fato e o discurso do fato sem desprezar nenhum deles.
Nessa coletânea dividida em duas partes temáticas, articulam-se história local, memória impressa e ensino da História. Acrescente-se ainda histórias de lutas e resistências no campo, na cidade e na sala de aula.
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ISBN: 978-65-85651-23-3
Por que estudar religiões? Quais relações as religiões podem travar com outros campos do conhecimento? Como as religiões podem dialogar com a política, a cultura, as artes e a economia de um país? Até que ponto as religiões interferem na formação da identidade de um povo? Essas e várias outras perguntas são pontos latentes de discussão
nos textos a seguir, que são produções oriundas dos quatro primeiros colóquios do Grupo de Pesquisa “Religiões, Identidades e Diálogos”, sediado na Universidade Católica de Pernambuco. Mais do que oferecer respostas para essas questões, os textos querem propor reflexões sobre a importância das religiões em várias esferas do cotidiano.
A obra reúne trabalhos apresentados por pesquisadores de diversas partes do Brasil sobre as dificuldades, particularidades e abordagens possíveis para o trabalho acadêmico com religiões, em suas mais variadas esferas. Colaborações de sociólogos, cientistas da religião, teólogos, historiadores, artistas e profissionais dos diversos campos do conhecimento ajudaram a construir um olhar plural e transdisciplinar para os processos e movimentos religiosos, ampliando a produção do conhecimento e os debates na área.
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ANTROPOFAGIA, POLÍTICAS DA DIFERENÇA E OUTRAS NARRATIVAS
Na política departamentalizada tal qual se constituiu a Universidade, caminhamos, em pleno século XXI, mais na direção da individuação de nossas disciplinas do que de uma estratégia que nos aponte a singularidade de nossas conexões na construção de territórios pertinentes à vida. Uma micropolítica da transversalidade dos saberes em sua qualidade estética impõe a resistência ao pensamento segmentarizado em disciplinas, onde cada qual reclama para si uma verdade unitária. Trata-se de subverter a lógica que herdamos do pensamento hegemônico fundador da Universidade moderna através da mistura dos saberes e suas sensibilidades. É necessário operar por agenciamentos estéticos para o exercício de uma resistência criativa frente à mera reprodução de teorias desconexas dos modos de vida no contemporâneo. Territórios vivos devem, na micropolítica dos afetos, apontar para a composição de mapas móveis, que coloquem a tarefa de desconstrução sempre como devir necessário às Humanidades.
Número ISBN: 978-85-7856-216-8
Patrícia Oliveira Lira; Taciano Valério Alves da Silva (Orgs.)
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ISBN: 978-85-7856-284-7
A antiga rainha Cleópatra tem sua imagem na Modernidade envolta em complexos debates que interseccionam gênero, identidade, nacionalismos e racialização. São diversas as Cleópatras envolvidas em poderes em disputa. Foi percebendo esta possibilidade de trabalhar com uma amplidão de temas nas aulas de História que propomos o livro que se apresenta em formato de três capítulos. Os três capítulos são compostos por um texto de introdução à proposta didática, um plano das aulas e um material didático. Também foi elaborado um material em formato de slides sobre a expansão romana e a conquista do Egito a fim de ajudar professores e professoras a tratarem desse conteúdo. Os capítulos foram desenvolvidos durante os estudos da disciplina de Estágio Supervisionado II do curso de História da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), no segundo semestre letivo de 2024, sob responsabilidade da Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (INHIS/UFU). Das várias possibilidades didáticas com a antiga rainha do Egito, as escolhas para desenvolvimento dos materiais didáticos foram o filme César e Cleópatra (1945), o sexto volume da HQ Asterix (Asterix e Cleópatra, de 1970) e a série televisiva Rainha Cleópatra (2023). Tais escolhas se deveram à diferença marcante entre as três representações da rainha e a possibilidade de abordar pontos destas representações.
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ISBN: 978-65-85651-80-6
O Ensino Médio (EM) tem gerado grandes controvérsias e discussões, principalmente após a promulgação da lei nº 13.415 de 16 de fevereiro de 2017 que nos trouxe o Novo Ensino Médio (NEM) e no que tange à Educação Física (EF) que foi inserida como obrigatória no formato de estudos e prática coloca-nos frente a um velho dilema: como podemos justificar/reconhecer/valorizar a existência e permanência da EF na reforma do NEM? Como lidar com a possibilidade de um (não) lugar para EF nos currículos do NEM? Isto posto, o presente estudo teve como objetivo compreender qual o lugar da EF no currículo do NEM enquanto estudos e práticas. Metodologicamente, o trabalho foi de cunho qualitativo e do tipo descritivo. Historicamente, o EM no Brasil, tem se constituído em um nível de escolaridade de difícil enfrentamento e nesse cenário localizamos a EF, que sofreu e vem sofrendo desmontes diários ao não ter sua importância reconhecida dentro da educação básica, tendo seus conhecimentos suprimidos do currículo de forma que o professor precisar escolher o que abordar, sacrificando conteúdos em detrimento de outros, podando as possibilidades que esse componente pode ter na vida do estudante.
Autora: Sabryna Santana Lopes
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ISBN: 978-65-85651-02-8
"Nos dias 08, 09 e 10 de novembro de 2022, o Centro de Estudos em História Cultural das Religiões (CEHIR) promoveu o seu terceiro encontro nacional. O evento ocorreu de forma presencial no Campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia, Minas Gerais.
Com o tema “ Ensino de História e religiões: laicidade e coexistências “, o evento reuniu pesquisadores de todas as regiões do Brasil que compartilharam suas pesquisas e apresentaram diferentes abordagens teóricas e temáticas. Dividido em mesas-redondas, simpósios temáticos e conferência de encerramento a atividade reuniu estudantes de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores de várias instituições, todos interessados em compreender e debater as relações existentes entre o ensino e as religiões, enfatizando os conflitos e a necessidade de pensarmos possibilidades de coexistências.
Nestes anais eletrônicos é possível consultar as comunicações que foram apresentados nos simpósios temáticos do evento. Os textos, aqui reunidos, foram encaminhados pelos autores para a coordenação do CEHIR após a realização do encontro, para que fosse possível inserir os debates e sugestões desenvolvidas nos três dias de atividades.
Comissão Organizadora do III Encontro Nacional do CEHIR"
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- Aprendizagem linguística em jogo: Ações interventivas em prol da recuperação de habilidades pontuatórias na escrita de estudantes do ensino fundamental
- Educação do campo:
- Como (não) fazer um golpe de estado no Brasil: uma história interna do 8 de janeiro de 2023
- Estética negra em livros de literatura infantil e os processos de afirmações de identidades raciais