CAMINHOS PERCORRIDOS, TRILHAS QUE SE CRUZAM
O livro traz reflexões de alguns docentes sobre políticas educacionais, experiências e práticas educativas com fins formativos, percebidos/vivenciados pelos mesmos no âmbito da escola e da universidade. Através dos artigos publicizamos, aqui, caminhos formativos que nos levam a pensar sobre o papel da escola e da universidade na formação de pessoas. Os capítulos articulam de intuito de dá respaldo às atividades vividas e às reflexões feitas sobre e a partir das Políticas Educacionais, e das Experiências e Práticas Educativas, eixo central da coletânea. De modo geral, as políticas educacionais levam em consideração as relações sociais, econômicas, políticas, e culturais que dizem respeito ao investimento na educação para tal fim. Em relação às Experiências, Formação Docente e de profissionais, os textos desse eixo nos faz debruçar sobre a formação e as experiências relacionadas a elas nos cursos universitários.
Número ISBN: 978-65-86413-06-9
SILVA, Josaniel Vieira da (Org.)
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ISBN: 978-85-7856-171-0
"Este livro é produto de reflexões a respeito da Educação Superior em Matemática nas quais buscamos entender como ocorre o processo de acomodação de conteúdos matemáticos desde os mais próximos da realidade concreta aos mais abstratos. Inicialmente testamos alguns conteúdos ministrados em minicursos para alunos de licenciatura em Matemática. Essas experiências nos ajudaram a maturar algumas ideias melhorando a forma do repasse de conteúdos. Enfatizamos que este é um livro destinado a leitura extracurricular, pois buscamos não apenas expor alguns conceitos, como também buscamos apresentá-los de forma que o leitor perceba a relação crescente de abstração que os envolve."
Eudes Mendes Barboza
Islanita Cecília Alcantara de Albuquerque Lima
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ISBN: 978-65-86413-98-4
Este E-book, organizado em duas partes, reúne relatos de experiências realizadas pelos docentes da Universidade de Pernambuco, durante os anos de 2020 e 2021, que oportunizam a reflexão e o reconhecimento de estratégias que contribuem para tornar o Ensino Superior mais significativo e engajado na formação de sujeitos críticos, criativos, colaborativos, emocionalmente saudáveis, comprometidos ética e politicamente na superação dos desafios que enfrentamos coletivamente em sociedade. As práticas aqui socializadas foram apoiadas pelos Editais PROGRAD nº 05/2019, que fortalece a Vivência dos Componentes Curriculares dos Cursos de graduação, e PROGRAD nº 09/2020, que estimula as ações voltadas ao acolhimento, apoio psicossocial e psicopedagógico aos estudantes nas Unidades de Educação da UPE.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ROTEIROS DE AULAS PRÁTICAS
As aulas práticas dos conteúdos de Histologia Geral do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Pernambuco (ICB/UPE) foram realizadas, tendo, sempre, como base de apoio, um roteiro contendo todos os objetivos trabalhados durante cada semestre. Tivemos a intenção de, por meio deste livro, sistematizar, de forma clara e objetiva,as atividades práticas referentes à histologia geral e desenvolvidas nos cursos oferecidos em nosso Instituto.
2018/ 74 Páginas/ ISBN: 978-85-7856-194-9
Júlio Brando Messias
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ISBN: 978-65-86413-86-1
A escola brasileira é um espaço da esfera pública que recebe diariamente cerca de 50 milhões de pessoas – crianças, jovens e adultos – que a ela acedem na condição de estudantes, em diferentes etapas e modalidades da educação básica. Podemos estimar o tamanho do empreendimento educacional no nosso país fazendo uma simples comparação com as dimensões de outras nações. Conforme dados de 2021 do IBGE Países, por exemplo, a vizinha Argentina tem uma população total de pouco mais de 45 milhões de habitantes; a França não totaliza 65 milhões de habitantes; a população de Portugal excede minimamente os 10 milhões de habitantes; no Uruguai vivem pouco menos de 3,5 milhões de pessoas. Ora, dentro da escola brasileira estão acolhidos quase cinco vezes a população total de Portugal e mais de 14 vezes a população da pequena e encantadora nação uruguaia. Cabem dentro da escola brasileira toda a população argentina ou 80% da população francesa. Este livro é mais uma expressão dos resultados e dos debates dessa valorosa comissão, que liderou os debates e o acúmulo de conhecimento, ideias e proposições dentro da ABEH sobre as questões e políticas curriculares. É um ponto fundamental dessa caminhada que ele venha a público. Não podemos chamar de ponto culminante porque seguimos alimentando a expectativa de que muita coisa nesse campo ainda está por vir porque a luta, como sempre, continua!
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NÃO MEXE COMIGO QUE EU NÃO ANDO SÓ
A sociedade humana tem se organizado numa perspectiva de gênero em que este se constitui a partir das relações sociais baseadas nas diferenças percebidas entre os sexos se articulando como primeiro campo de poder. Diante disso, as relações de gênero podem ser ao mesmo tempo criativas e violentas, uma vez que corpos e culturas estão em constante jogo num processo de transformação e destruição por espaço, identidade, reconhecimento, prazer, legitimidade e formas de existência. Assim, a discussão de gênero nesta proposta está para além de uma perspectiva estática e categórica (feminino x masculino), mas se apresenta de forma dinâmica articulada com sexualidade e com a transgeneridade tendo a saúde como campo privilegiado de sustentação e diálogo. Nesse sentido, a proposta se debruça em refletir aspectos de um modelo civilizatório humano, fraterno e solidário, que tenha como base os valores expressos pela luta antirracista, feminista e ecológica na busca de uma sociedade multirracial e pluricultural, em que a diferença seja vivida como equivalência e não mais como inferioridade, assegurando que todos se sintam representados em sua individualidade.
Número ISBN: 978-65-86413-49-6
LANDO, Giorgi André; NASCIMENTO, Elaine Ferreira do; MONTE, Liana Maria Ibiapina do
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- IMPLICAÇÕES DOS DIREITOS DA EDUCAÇÃO E DOS DIREITOS DA APRENDIZAGEM NA MICROPOLÍTICA ESCOLAR: estudo de caso numa escola de educação infantil no agreste pernambucano
- Protocolo de Urgências Ginecológicas e Obstétricas
- Células & celulares: Microscopia com smartphone, uma inovação na sala de aula
- A diversidade no jogo da extensão