ISBN: 978-65-85651-61-5
Esta publicação é resultado dos três primeiros eventos do Mimesis Hackathon, realizados durante a pandemia da Covid-19. Assim como a própria natureza, o Mimesis Hackathon buscou se adaptar às mudanças do ambiente na expectativa de oferecer o seu melhor resultado e encontrar a sua melhor versão. O primeiro evento foi realizado em 2020, e os participantes foram provocados a criar um produto que pudesse contribuir para a resolução de problemas globais para a saúde humana. O segundo Hackathon foi realizado em 2021, e dessa vez foi escolhido um eixo temático para discussão, a microbiota e seu potencial de tratamento. Por sua vez, a terceira edição do Mimesis foi realizada em 2022, e mais uma vez adotou um eixo de discussão central, neste ano, a luz como a interface física com energia eletromagnética para promoção da saúde. Desta vez, a proposta do hackathon foi entregar um projeto que oferecesse uma via de impacto na saúde humana e do planeta à nível global.
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ISBN: 978-65-85651-77-6
A obesidade integra a lista das doenças crônicas que desafiam diariamente os sistemas de saúde na práxis da transversalidade, intersetorialidade e multidisciplinariedade das políticas públicas. Fatores biológicos, genéticos, econômicos, sociais, culturais e psicológicos ensejam as múltiplas causas de um problema complexo, constatado como uma epidemia mundial e o seu impacto, que não se limita ao contexto da saúde, mas afeta diversos campos individuais e coletivos, é subestimado quando se desvelam os fatores intervenientes da doença.
A obra une autores que têm dedicado seu tempo de vida profissional ao tema, seja na implementação dos serviços de saúde no SUS, seja nas instituições de ensino e pesquisa, expondo uma diversidade de olhares e trazendo à luz questões completamente imbricadas a ele como: vulnerabilidade social, insegurança alimentar e nutricional, estigma, preconceito, discriminação, acessibilidade, acesso, inclusão, equidade. Nesse ínterim, importante é ressaltar a contribuição da pandemia de Covid-19, nos anos de 2020 e 2021, e todas as consequências deixadas por ela nesses anos subsequentes, inclusive o aumento da obesidade e do sobrepeso, causados pelo isolamento social, ansiedade e medo.
Organizadoras: Eduarda Cesse, Ana Coelho e Marcela Abreu
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ISBN: 978-85-7856-288-5
Alteridades: memória, migração, exílio e direitos humanos é um material didático voltado ao Ensino Fundamental e Médio que articula a história do Holocausto às discussões contemporâneas sobre migração forçada, alteridade e direitos humanos. A obra apresenta os mecanismos de perseguição nazista, como as Leis de Nuremberg, e analisa seus impactos nos deslocamentos de populações perseguidas, inclusive para o Brasil. Ao valorizar memórias, testemunhos e histórias de vida, o material enfatiza a dimensão humana do genocídio e seus desdobramentos no tempo presente. A proposta pedagógica integra diferentes linguagens — livros infantojuvenis, jogos digitais, filmes, canções e narrativas autobiográficas — acompanhadas de orientações práticas para uso em sala de aula. Fundamentado na educação em direitos humanos e na consciência histórica, o material busca promover empatia, respeito à diversidade e o enfrentamento de discursos de ódio, estabelecendo pontes entre passado e presente por meio da memória coletiva e da escuta do outro.
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ISBN: 978-65-86413-84-7
Sinopse: Neste volume, reunimos propostas didáticas de intervenção produzidas e vivenciadas em diferentes contextos de sala de aula por mestrandas e mestrandos, hoje egressos/as, do Programa de Mestrado Profissional em Letras (PROFLETRAS), da Universidade de Pernambuco (UPE). Nosso objetivo foi compilar os produtos educacionais derivados das atividades desenvolvidas pelos/as mestrandos/as, sejam elas sequências didáticas, cadernos de atividades, oficinas ou projetos de leitura e letramento, resultando em um material ilustrado, de linguagem acessível e direcionado para docentes de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental II.
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Número ISBN: 978-65-86413-70-0
Sinopse: A presente pesquisa visou analisar a função de textos multimodais produzidos no gênero rap na formação de leitores no 8º ano do Ensino Fundamental. Para esse fim, elaboramos uma proposta de atividades adequadas ao desenvolvimento da compreensão leitora de textos multimodais; depois identificamos as estratégias de leitura agenciadas no processamento sociocognitivo na perspectiva multimodal; e, por fim, verificamos como os diversos recursos multimodais são utilizados na constituição dos textos no gênero rap.
CAVALCANTI, Leandro Barbosa de Holanda.
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ISBN: 978-85-518-5140-1
Escravidão, seus temas e problemas em aulas de história resulta de diálogos entre profissionais de história que atuam em diferentes níveis de ensino e pesquisa, desde o ciclo básico até cursos de graduação e pós-graduação. Por isso mesmo, quase todos os seus autores lecionaram ou lecionam no ensino básico e/ou têm filhos ou parentes em idade escolar. Todos, igualmente, passaram por formação superior em universidades públicas brasileiras, alguns com trânsito por universidades internacionais e/ou que mantêm interlocução com profissionais de diferentes partes do planeta. Uns autores são recém-doutores, outros já levam quase duas décadas de conclusão de seus doutorados e formam docentes em cursos de licenciatura em história. Apesar das experiências multifacetadas dos autores do livro em diferentes níveis de ensino e pesquisa, algumas perguntas “clássicas” entre historiadores professores nortearam todas as abordagens:
1) Quais os níveis de distanciamento entre as pesquisas de ponta nas
universidades e o cotidiano escolar do ensino de história na educação
básica?
2) Como superá-los e estreitar a distância entre universidades e escolas?
3) Quais os desafios atuais e vindouros que incidem e incidirão sobre a área a partir da implementação, ou não, da Base Nacional Curricular Comum?
4) Que temas e problemas de pesquisa historiográficos, inclusive o ensino de história, podem ser melhor ou simplesmente conectados, e como?
5) Como demandas sociais e políticas da contemporaneidade interferem no ensino nos níveis básico, médio e superior? Como o presentismo, a militância política e uma pedagogia centrada na “realidade do aluno”, se exacerbadamente orientados por questões e identidades políticas e sociais da atualidade, podem levar ao anacronismo e à deturpação do ensino de história?
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-85-7856-261-8
Este volume da coletânea aborda, sob a ótica das religiões, como foi o golpe de 1964 e os desdobramentos da ditadura em Pernambuco. Os textos são produzidos por profissionais relevantes academicamente, que possuem formações variadas e atuam em instituições de pesquisa e ensino diversificadas.
Org. Thiago Nunes Soares
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