ISBN: 978-65-85651-50-9
Esta coletânea reúne textos de docentes e egressos/as do Mestrado profissional de Educação da Universidade de Pernambuco-UPE, Campus Mata Norte sobre as pesquisas realizadas na linha de Política e Gestão Educacional em comemoração ao aniversário de uma década do programa que vem contribuindo com o fortalecimento de políticas educacionais nos municípios de Pernambuco e práticas inovadoras de gestão escolar.
ORGANIZADORAS: Odaléa Feitosa Vidal e Adlene Silva Arantes
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ISBN: 978-65-86413-84-7
Sinopse: Neste volume, reunimos propostas didáticas de intervenção produzidas e vivenciadas em diferentes contextos de sala de aula por mestrandas e mestrandos, hoje egressos/as, do Programa de Mestrado Profissional em Letras (PROFLETRAS), da Universidade de Pernambuco (UPE). Nosso objetivo foi compilar os produtos educacionais derivados das atividades desenvolvidas pelos/as mestrandos/as, sejam elas sequências didáticas, cadernos de atividades, oficinas ou projetos de leitura e letramento, resultando em um material ilustrado, de linguagem acessível e direcionado para docentes de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental II.
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Esta publicação acena para o empreendedorismo como instrumento potencializador de competências, despertando o interesse da leitura por parte dos diversos públicos: sejam acadêmicos, sejam profissionais de distintos ramos e segmentos de mercado; objetivando, inicialmente, discorrer sobre a relação entre o empreendedorismo e o mercado.
Número ISBN: 978-85-7856-212-0
Emanuel Ferreira Leite
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ISBN: 978-65-86413-80-9
Em todos os campos da atividade humana se configura a assertiva de que os empreendimentos não resultam do acaso, são frutos do trabalho e da determinação daqueles que não se deixam abater ante obstáculos. Os exemplos são incontáveis. CALMET&GUERIN fizeram mais de 200 repicagens de cultura bacteriana para obter a BCG, que tanto benefício trouxe à humanidade. O trabalho de Karl LANDSTEINER resultou na descrição dos grupos sanguíneos A, B e O, em 1900, e juntamente com WIENER, o Fator Rh, em 1940, contribuíram para mudar o futuro da Medicina, sem o qual não se poderia, como no passado, usar o sangue para salvar vidas humanas. Temos também exemplos dignos de registro que servem de inspiração ao delineamento destas páginas. Um deles ocorreu em 1972, quando o prof. Fernando FIGUEIRA, secretário de Estado da Saúde de Pernambuco, incluiu decididamente, no plano de saúde do Governo do Estado, ações para criar um Centro de Hematologia e Hemoterapia como base estruturante de uma política para uso do sangue com fins terapêuticos fundamentada em princípios filosóficos, definindo objetivos e metas e criando as condições operacionais necessárias. Sabia o prof. Fernando FIGUEIRA que não seria tarefa fácil, porquanto, desde 1964, tentativas existiram neste sentido, entretanto, sem chegar a êxito, faltando decisão por parte de quem tinha poder decisório, talvez por temer as consequências da mudança nas estruturas já envelhecidas existentes em face da nova ideia. Sempre que surgem conceitos visando mudar o curso de determinada trajetória é preciso haver determinação, conhecimento de causa e coragem para defender os novos postulados, e sobretudo a decisão política do FAZER, para que toda a estratégia de ações tenha êxito. Assim nasceu o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco - HEMOPE, sob a égide da DECISÃO forte e inquebrantável de quem não temia os impactos da adversidade.
SANTOS, Luiz Gonzaga dos.
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HISTÓRIA E MEMÓRIAS DO SEMINÁRIO REGIONAL DO NORDESTE II, DO INSTITUTO DE TEOLOGIA DO RECIFE E DO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E ASSESSORIA
O tema abordado pelo Professor Newton Cabral trata de algumas iniciativas tomadas no âmbito da igreja católica no Recife entre 1960 e 1990, em relação à formação de sacerdotes, notadamente o Instituto de Teologia do Recife (ITER), o Seminário Regional do Nordeste (SERENE) e o Departamento de Pesquisa e Assessoria (DEPA). O estudo de Newton, mesmo sem mencioná-la no título, contempla igualmente a história de outra iniciativa, a Teologia da Enxada, à qual são dedicadas algumas páginas. O subtítulo do trabalho: história e memórias do Seminário Regional do Nordeste II, do Instituto de Teologia de Recife e do Departamento de Pesquisa e Assessoria não cobre inteiramente o conteúdo de um livro que trata igualmente das experiências em torno da Teologia da Enxada.
Número ISBN 978-65-86413-05-2
CABRAL, Newton Darwin de Andrade
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2018/ ISBN 978-85-518-0969-3
Marcela Wanderley, George Conrado, Ailton Junior e Maria Luiza da Silva (org.)
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Experiências da prática pedagógica nas licenciaturas: investigações e propostas didáticas - Volume 1
ISBN: 978-65-85651-34-9
Esta obra resulta de pesquisas e experiências didáticas vivenciadas em contextos de ensino que traduzem a contribuição do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) para a aprendizagem da docência na formação inicial dos licenciando de Biologia, Letras, Pedagogia, Matemática, História, Geografia, Computação (Informática) e Educação Física. Os resultados sinalizam que o PIBID tem contribuído significativamente para a aprendizagem da docência dos licenciados da Universidade de Pernambuco (UPE) por ensejar a imersão em diversas atividades de aprendizagem à docência e iniciação à pesquisa.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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