VIVÊNCIAS DE INTEGRAÇÃO. VOLUME 2
O livro Construindo saberes em Biologia: vivências de integração. Volume 2 segue a trajetória formatada no livro anterior Construindo saberes em Biologia: integrando graduação e pós-graduação, da mesma Editora. É um livro que, em 11 capítulos, apresenta a prática da formação de profissionais para a docência percorrendo o caminho onde apresentamos um ponto de vista sobre as metodologias ativas de ensino-aprenizagem e apresenta a articulação interdisciplinar entre docentes universitários e estudantes de pós-graduações - em seus processos de formação docente, em suas jornadas frente aos estudantes de graduação através de métodos ativos de aprendizagem. São relatos de experiências que promovem uma conexão na intencionalidade do conhecimento.
Numero ISBN 978-65-86413-41-0
Org. LYRA, Arine; ROCHA, Marília de França; CAVALCANTI, Maria do Socorro Mendonça
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INTEGRANDO GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO
2018/ ISBN 978-85-518-0976-1
Marília de França Rocha (org.)
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ANTROPOFAGIA, POLÍTICAS DA DIFERENÇA E OUTRAS NARRATIVAS
Na política departamentalizada tal qual se constituiu a Universidade, caminhamos, em pleno século XXI, mais na direção da individuação de nossas disciplinas do que de uma estratégia que nos aponte a singularidade de nossas conexões na construção de territórios pertinentes à vida. Uma micropolítica da transversalidade dos saberes em sua qualidade estética impõe a resistência ao pensamento segmentarizado em disciplinas, onde cada qual reclama para si uma verdade unitária. Trata-se de subverter a lógica que herdamos do pensamento hegemônico fundador da Universidade moderna através da mistura dos saberes e suas sensibilidades. É necessário operar por agenciamentos estéticos para o exercício de uma resistência criativa frente à mera reprodução de teorias desconexas dos modos de vida no contemporâneo. Territórios vivos devem, na micropolítica dos afetos, apontar para a composição de mapas móveis, que coloquem a tarefa de desconstrução sempre como devir necessário às Humanidades.
Número ISBN: 978-85-7856-216-8
Patrícia Oliveira Lira; Taciano Valério Alves da Silva (Orgs.)
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ISBN: 978-65-85651-32-5
Visando capacitar os Agentes Comunitários de Saúde junto à Equipe de Atenção Primária, na identificação e diagnóstico precoces do câncer de boca, foi criada a obra “Abre a boca, meu povo. O que você precisa saber sobre o câncer de boca”. Por serem um elo entre comunidade e Equipe de Saúde, os Agentes Comunitários de Saúdes possuem potencial para participar de ações voltadas à prevenção do câncer de boca.
Este e-book mostra, em oito capítulos interativos e de fácil linguagem e aprendizagem - figuras, fluxogramas, quadros e textos curtos - temas importantes ao público-alvo, como noções de biossegurança, anatomia, lesões bucais importantes, além da realização de triagem do câncer de boca, através da inspeção oral associada às atividades rotineiras. Ademais, mostra que um profissional devidamente capacitado tem plenas condições de realizar campanhas de prevenção da doença e hábitos prejudiciais à saúde, direcionando a população de maior risco ao tratamento.
A obra é parte de um curso autoinstrucional à distância, em plataforma virtual de aprendizagem, gratuito e aberto a todos os Agentes Comunitários de Saúde do país e demais públicos de interesse. Está alinhado com o compromisso do Núcleo Estadual de Telessaúde da Secretaria do Estado de Pernambuco (NET-SES/PE) e da Universidade de Pernambuco (UPE) com a democratização do conhecimento e acesso aberto à informação.
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ESPIRITUALIDADE, JUSTIÇA E LIBERTAÇÃO
Este é um livro ensaio, de espiritualidade na ação, de interpretação sociológica na ação, de filosofia e política na ação, mas, antes de tudo, é um livro de sonho, quanto à possibilidade de realizarmos a fraternidade e amizade social para além das palavras. Os textos reunidos nesta obra foram escritos por autoras/es comprometidas/os com os processos de libertação humana, eles evocam a necessidade de compreendermos que a integridade da criação depende de cada um/a e de todos/as.
Número ISBN: 978-65-86413-34-2
SILVA, Drance Elias da; BARBALHO, José Ivamilson Silva
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Esta obra é resultante do trabalho iniciado pela Equipe Interdisciplinar de cuidados às pessoas com Esclerose Lateral Amiotrófica do Hospital Universitário Oswaldo cruz. Por ser uma doença muitas vezes negligenciada, com difícil diagnóstico, curto período de vida, degenerativa e com comprometimento de grande parte da musculatura, há a necessidade de rápido acolhimento dessas pessoas reduzindo sofrimento e ofertando mais conforto. Devido à escassez de informações na sociedade e com o intuito de proporcionar o conhecimento a estudantes e profissionais da área da Saúde, reunimos as informações das múltiplas disciplinas, as quais servirão como um instrumento para um melhor atendimento.
Número ISBN: 978-85-7856-215-1
Tatiana Lins Carvalho; Carolina da Cunha Correia (orgs.)
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ISBN: 978-85-518-5139-5
Este livro foi engendrado a partir da compreensão de que o ensino de História além de se constituir em uma práxis, ou seja, de ser o movimento do agir pensando e do pensar agindo (SOUZA, 2001) dos professores da disciplina, também se apresenta enquanto um objeto de estudos acadêmicos. O que hoje nos parece uma obviedade, nos idos do nosso curso de graduação, quando travávamos os primeiros contatos com produções deste gênero, nos surpreendeu a descoberta de um campo vasto e rico. É interessante refletirmos o fato de que mesmo na atualidade, após duas décadas de sólidas pesquisas no Brasil, segmentos significativos da própria academia demonstram certa dificuldade em reconhecer a contribuição e especificidade das investigações sobre a História enquanto disciplina curricular. No máximo este é percebido como um “objeto menor”, demonstrando, assim, pouca ou nenhuma visibilidade em relação a esta área do conhecimento.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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