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Anais do 10º Seminário Internacional em Promoção da Saúde e Cuidar em enfermagem

Número ISBN: 978-65-86413-77-9

Sinopse: O Programa Associado de Pós-Graduação em Enfermagem, da Universidade de Pernambuco e Universidade Estadual da Paraíba realizou, entre os dias 25 a 27 de outubro de 2021, o 10° Seminário Internacional em Promoção da Saúde e Cuidar em Enfermagem, que aconteceu em formato online, em Recife, na Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças da Universidade de Pernambuco. O Seminário teve o seu início no ano de 2011 e até a presente data, tem oportunizado aos participantes o estudo sobre os diferentes modelos de Promoção à Saúde e as políticas e práticas de saúde e enfermagem numa perspectiva global. A 10ª edição teve como Tema Central: “A Promoção da Saúde nos Diversos Cenários do Cuidar”, com conferências e mesas redondas com participação de professores, pesquisadores e desenvolvedores de políticas de Portugal, México, Peru, Colômbia, Brasil e Organização Pan Americana de Saúde. Ao longo de 3 dias o evento aprofundou o debate científico em torno das experiências exitosas de Promoção à Saúde e seus desafios em contexto pandêmico, do uso das tecnologias do cuidar para a Promoção à Saúde, com enfoque nas doenças crônicas não transmissíveis, bem como os caminhos para a consolidação da pesquisa na pós-graduação em enfermagem. Ao todo foram 589 inscritos de todos os Estados do Brasil e de alguns países da América Latina e Caribe, com 90 trabalhos científicos aceitos sob a forma de resumo simples e apresentados no evento on-line na modalidade de vídeo apresentação. 

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Hemope e pró-sangue: duas decisões, um caminho

ISBN: 978-65-86413-80-9

Em todos os campos da atividade humana se configura a assertiva de que os empreendimentos não resultam do acaso, são frutos do trabalho e da determinação daqueles que não se deixam abater ante obstáculos. Os exemplos são incontáveis. CALMET&GUERIN fizeram mais de 200 repicagens de cultura bacteriana para obter a BCG, que tanto benefício trouxe à humanidade. O trabalho de Karl LANDSTEINER resultou na descrição dos grupos sanguíneos A, B e O, em 1900, e juntamente com WIENER, o Fator Rh, em 1940, contribuíram para mudar o futuro da Medicina, sem o qual não se poderia, como no passado, usar o sangue para salvar vidas humanas. Temos também exemplos dignos de registro que servem de inspiração ao delineamento destas páginas. Um deles ocorreu em 1972, quando o prof. Fernando FIGUEIRA, secretário de Estado da Saúde de Pernambuco, incluiu decididamente, no plano de saúde do Governo do Estado, ações para criar um Centro de Hematologia e Hemoterapia como base estruturante de uma política para uso do sangue com fins terapêuticos fundamentada em princípios filosóficos, definindo objetivos e metas e criando as condições operacionais necessárias. Sabia o prof. Fernando FIGUEIRA que não seria tarefa fácil, porquanto, desde 1964, tentativas existiram neste sentido, entretanto, sem chegar a êxito, faltando decisão por parte de quem tinha poder decisório, talvez por temer as consequências da mudança nas estruturas já envelhecidas existentes em face da nova ideia. Sempre que surgem conceitos visando mudar o curso de determinada trajetória é preciso haver determinação, conhecimento de causa e coragem para defender os novos postulados, e sobretudo a decisão política do FAZER, para que toda a estratégia de ações tenha êxito. Assim nasceu o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco - HEMOPE, sob a égide da DECISÃO forte e inquebrantável de quem não temia os impactos da adversidade.

SANTOS, Luiz Gonzaga dos.

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Manual Básico de Procedimentos de Gestão de Pessoas da UPE

ISBN: 978-65-85651-01-1

Aqui vocês encontrarão os principais procedimentos administrativos citados no requerimento padrão da UPE, além dos temas de avaliação e desenvolvimento na carreira, de valorização e atenção à saúde, de qualidade de vida do servidor e de aposentadoria.

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III Encontro Nacional do Centro de Estudos em História Cultural das Religiões

ISBN: 978-65-85651-02-8

"Nos dias 08, 09 e 10 de novembro de 2022, o Centro de Estudos em História Cultural das Religiões (CEHIR) promoveu o seu terceiro encontro nacional. O evento ocorreu de forma presencial no Campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia, Minas Gerais.
Com o tema “ Ensino de História e religiões: laicidade e coexistências “, o evento reuniu pesquisadores de todas as regiões do Brasil que compartilharam suas pesquisas e apresentaram diferentes abordagens teóricas e temáticas. Dividido em mesas-redondas, simpósios temáticos e conferência de encerramento a atividade reuniu estudantes de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores de várias instituições, todos interessados em compreender e debater as relações existentes entre o ensino e as religiões, enfatizando os conflitos e a necessidade de pensarmos possibilidades de coexistências.
Nestes anais eletrônicos é possível consultar as comunicações que foram apresentados nos simpósios temáticos do evento. Os textos, aqui reunidos, foram encaminhados pelos autores para a coordenação do CEHIR após a realização do encontro, para que fosse possível inserir os debates e sugestões desenvolvidas nos três dias de atividades.

Comissão Organizadora do III Encontro Nacional do CEHIR"

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Meandros Geográficos II

CONSTRUÇÃO E PRÁTICA DO SABER

Gevson Andrade

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Agnus Dei: D. Macedo Costa, D. Antônio Ferreira Viçoso e os passos tridentinos no Brasil

Número ISBN: 978-65-86413-74-8

Sinopse: D. Macedo Costa e D. Antônio Ferreira Viçoso foram bispos que tiveram projeção na esfera política e religiosa do Brasil. Seus envolvimentos no processo de Romanização e na chamada Questão Religiosa, ocorridos na segunda metade do século XIX, os tornaram mais conhecidos, pois os documentos oficiais e jornais que circulavam na Corte e em seus respectivos bispados citaram seus nomes e seus feitos. No entanto, as ideias desses epíscopos ficaram circunscritas a alguns trabalhos apologéticos e acadêmicos desses eventos. Com base em ampla pesquisa documental, intentamos trazer elementos comparativos que demonstrem a inserção desse Catolicismo no Brasil e desmistificar certezas cristalizadas sobre esses bispos, tais como concepções que os tornaram restritivamente tendências conservadoras e, em certa medida, atrasadas frente a pensamentos de sua época como Liberalismo, Positivismo e um tipo de Republicanismo cujas influências europeias se fizeram sentir nessas terras. Analisando os seus escritos de modo geral, além de outras fontes do mesmo período, percebemos que os bispos, respectivamente do Grão-Pará e de Mariana, possuíam projetos sociais e morais que divergiam dos programas político-partidários de sua época. Além de apresentar essas distinções, procuramos também os fundamentos filosóficos que os tornaram referências nacionais. 

MARTINS, Karla D.; OLIVEIRA, Gustavo de Souza 

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Novo dicionário crítico do pensamento das direitas: ideias, personagens e instituições. Volume 1

ISBN:  978-65-85651-21-9

Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.

Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).

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Conservação de água em prédios públicos no município do Recife

VOLUME 1

2018/ ISBN 978-85-518-0957-0

Smone Rosa da Silva (org.)

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  1. Os saberes históricos escolares: fenômenos didáticos na invenção das narrativas docentes em sala de aula
  2. A construção de argumentos: uma proposta didática para o ensino fundamental
  3. Sequências Didáticas para o Ensino de Química:
  4. Educação ambiental no ensino superior:

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