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Ilha de Mercês: raízes em movimento

ISBN: 978-85-7856-249-6

Este trabalho apresenta um estudo histórico e cultural sobre a comunidade quilombola da Ilha de Mercês, localizada no município de Ipojuca/Pernambuco. Fruto de uma parceria pioneira entre o IAUPE – Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco e o Complexo Portuário de Suape, o Projeto de Realocação e Preservação Cultural dos Remanescentes do Quilombo Ilha de Mercês – Raízes em Movimento, visa assegurar que a realocação seja executada dentro das leis vigentes, respeitando os direitos dos quilombolas e o bem-estar geral da comunidade. Elaborado a partir de uma abordagem multidisciplinar, a pesquisa inicia-se com a contextualização da freguesia de São Miguel do Ipojuca, desde os tempos mais distantes, ainda no século XVI, enfatizando o papel dos engenhos de açúcar na construção da sociedade nordestina, e sobretudo, o lugar ocupado pelo Engenho Mercês, pilar econômico e social de Ipojuca.

A análise perpassa ainda pelo processo de colonização portuguesa, as invasões holandesas em Pernambuco, a mão-de-obra escravizada africana utilizada nas lavouras de açúcar e as consequências dessa estrutura colonial dentro da sociedade brasileira e a resistência dos remanescentes quilombolas da Ilha de Mercês. Ao longo do texto, são apontados dados históricos, sociais, econômicos e geográficos da formação daquele território, que além de acolher a comunidade da Ilha de Mer- cês, abriga também o Complexo Industrial Portuário de Suape, um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento econômico do Nordeste.

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Sonhos não envelhecem: Francisco Carlos Teixeira da Silva e a História do Tempo Presente no Brasil (e-book)

ISBN:  978-85-518-7404-2

Este livro celebra os 70 anos de vida de um egrégio batalhador/pesquisador das causas nacionais e democráticas. Como intelectual polivalente e comprometido, Francisco Carlos Teixeira da Silva é o que, na linguagem do futebol, se chama de "craque" que joga nas onze posições do time. Precursor e promotor dos estudos acadêmicos da História do Tempo Presente no Brasil, soube incorporar à sua agenda de pesquisa tantos temas estratégicos de Segurança e Defesa, quanto variadas dimensões e manifestações da vida popular cotidiana. Como fio condutor dessa trajetória, um forte compromisso com a Democracia, com o Brasil e com a missão emancipadora da Educação.

Organizadores: Karl Schurster, Sabrina Medeiros, Dilton Maynard e Francisco Eduardo Alves de Almeida

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Guia Prático de Sustentabilidade da UPE: pequenas atitudes que transformam o futuro

ISBN: 978-85-7856-257-1

Bem-vindo(a) ao Guia Prático de Sustentabilidade da UPE! Este material foi elaborado pelo Núcleo de Sustentabilidade com o propósito de ser um instrumento de transformação cultural dentro da Universidade. Aqui, você encontrará orientações práticas, fundamentos conceituais e referências institucionais que conectam nossas ações cotidianas à missão da UPE e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Sustentabilidade não é apenas reduzir impactos ambientais: envolve responsabilidade social, justiça econômica e compromisso ético com as próximas gerações. Nosso objetivo é tornar cada prestador de serviço, estudante, professor e servidor da UPE agente ativo dessa mudança. 

Organizadores: Elaine Alves, Emilia R. Kohlman Rabbani e Renato Barbosa-Silva

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Novo dicionário crítico do pensamento das direitas: ideias, personagens e instituições. Volume 1

ISBN:  978-65-85651-21-9

Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.

Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).

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Universidade de Pernambuco: presença e pluralidades

ISBN: 978-85-7856-260-1 

Cordel em homenagem aos 60 anos da Universidade de Pernambuco

Autora: Rosely Silva

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Crítica ao Desenvolvimento - Tomo I

RESPEITO AO MEIO AMBIENTE, SOLIDARIEDADE E INCLUSÃO SOCIAL

Os pesquisadores da Universidade de Pernambuco - UPE, representados pelo Grupo de Pesquisa Direito do Trabalho e os Dilemas da Sociedade Contemporânea, em parceria com Universidade Nacional Autônoma do México - UNAM celebraram convênio com a finalidade de promover a pesquisa no meio acadêmico e assegurar, por intermédio da presente coletânea de capítulos, a publicação dos resultados dos estudos realizados por docentes e discentes das instituições conveniadas, bem como das demais interessadas na temática proposta. Para tanto, a partir de experiências interdisciplinares e sob a ótica brasileira e mexicana acerca do conceito de desenvolvimento, trabalho, meio ambiente e a concretização dos direitos humanos apresentam os resultados dos estudos relacionados à temática, permeando a necessária crítica ao desenvolvimento. Em virtude da adesão massiva, a obra está dividida em dois tomos. Tanto o tomo I, quanto o tomo II são compostos por 11 (onze) capítulos, cada, de temáticas diversas e bastante abrangentes sobre questões ao desenvolvimento.

ISBN: 978-65-86413-09-0

LANDO, Giorge Andre; DANGELO, Isabele bandeira de Moraes;

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Os saberes históricos escolares: fenômenos didáticos na invenção das narrativas docentes em sala de aula

ISBN: 978-85-518-5139-5

Este livro foi engendrado a partir da compreensão de que o ensino de História além de se constituir em uma práxis, ou seja, de ser o movimento do agir pensando e do pensar agindo (SOUZA, 2001) dos professores da disciplina, também se apresenta enquanto um objeto de estudos acadêmicos. O que hoje nos parece uma obviedade, nos idos do nosso curso de graduação, quando travávamos os primeiros contatos com produções deste gênero, nos surpreendeu a descoberta de um campo vasto e rico. É interessante refletirmos o fato de que mesmo na atualidade, após duas décadas de sólidas pesquisas no Brasil, segmentos significativos da própria academia demonstram certa dificuldade em reconhecer a contribuição e especificidade das investigações sobre a História enquanto disciplina curricular. No máximo este é percebido como um “objeto menor”, demonstrando, assim, pouca ou nenhuma visibilidade em relação a esta área do conhecimento.

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Meandros Geográficos: práticas da formação do professor

Número ISBN: 978-65-86413-78-6

Sinopse: O projeto “Meandros Geográficos: Práticas da formação do professor” é uma iniciativa dos docentes da Universidade de Pernambuco (UPE) com o intuito de divulgar os melhores Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), com a produção de artigos com os resultados das pesquisas realizadas entre discentes e docentes da UPE. O primeiro volume foi lançado no ano de 2017, o segundo em 2018 e o terceiro em 2019 e o quarto volume nesta edição de 2022. Este quarto volume é composto por 10 (dez) artigos das diferentes áreas da geografia, mostrando o que os discentes e docentes de graduação da UPE estão pesquisando. São artigos nas áreas de ciências humanas e da natureza com foco na geografia e análise do espaço geográfico. Todos os artigos apresentados neste volume trazem pesquisas voltadas para a geografia escolar, salientado a importância da formação de professores. A coleção “Meandros Geográficos” visa o fortalecimento dos cursos de geografia da UPE, com a participação de docentes e discentes dos diferentes Campi Mata Norte, Garanhuns e Petrolina.

Organização de Gevson Silva Andrade e Ana Regina Marinho;

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  1. Aplicação do método prisma para revisão sistemática da literatura na engenharia civil
  2. De Florbela às Florbelas:
  3. Alteridades: memória, migração, exílio e direitos humanos
  4. Linguagem, sentido e ação na obra de Daniel Everett (ebook)

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