A UNIVERSIDADE NAS ONDAS DO RÁDIO
ISBN 978-85-7856-213-7
Luiz Alberto Ribeiro Rodrigues; Jair Gomes de Santana
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Número ISBN: 978-65-86413-73-1
Sinopse: No presente estudo fazemos um esforço comparativo entre o que, a princípio, denominamos como duas tendências historiográficas surgidas no final do século XX, cujas produções avolumaram-se na década de 2000 em diante. Uma destas tendências tem lugar nos Estados Unidos (EUA), já a outra na Itália. Ambas comungam uma preocupação bastante singular: examinar as relações entre a História e a Internet. Nesse sentido, este trabalho tem por fim identificar e problematizar pontos de intersecção e divergências entre as discussões levantadas por estes dois grupos sobre pesquisa e a formação em “história/historiografia digital”
LUCCHESI, Anita
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Número ISBN: 978-65-86413-68-7
Sinopse: Esta pesquisa busca investigar por que os estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental não apresentam, ou recorrem apenas a um determinado tipo de argumento na modalidade escrita da língua. Para isso, elencamos os argumentos: argumentum a contrario, causalidade, argumento de autoridade, argumento pelo modelo e antimodelo, para observar a ocorrência ou ausência deles nas produções escritas dos estudantes e assim, propor uma intervenção pedagógica, a partir de uma sequência de atividades, que possa promover a reflexão sobre os tipos de argumentos citados e sua importância na construção de um texto argumentativo escrito.
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ISBN: 978-85-7856-285-4
A integralidade do cuidado é um dos princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS), no Brasil. E, para que tal princípio seja posto em prática, é condição sine qua non ultrapassar as barreiras da fragmentação da formação e do trabalho em saúde em busca do fortalecimento da interprofissionalidade. A obra que construímos a várias mãos - de forma interprofissional, desde sua concepção - e aqui apresentamos, nasceu de uma experiência inovadora, viva e ímpar, construída a partir das vivências de três jovens mulheres docentes, que acreditam num SUS forte, democrático, de qualidade e para todas as pessoas. O plano de fundo para a história construída ao longo dos anos é um território assistido pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL), onde três das organizadoras cursaram a graduação, no início dos anos 2000, e tornaram-se docentes, anos depois. O cenário de origem da vivência é o bairro do Pontal da Barra, em Maceió-AL-Brasil.
Organizadoras: Bárbara Lima, Emanuella Bispo e Vivianne Assis;
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-85-7856-277-9
O Arquipélago de Fernando de Noronha, patrimônio mundial da humanidade, encontra-se em um momento decisivo de sua trajetória administrativa. Diante das crescentes pressões do turismo sustentável, das demandas de conservação ambiental e das necessidades de infraestrutura de uma população que ultrapassa 5.000 habitantes convivendo com mais de 114.000 visitantes anuais, torna-se imperativo compreender as capacidades organizacionais que sustentam a gestão territorial deste ecossistema único.
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ISBN: 978-65-85651-56-1
Esta obra consiste em um material extremamente relevante para o campo do envelhecimento e áreas afins, porque trata com densidade analítica e rigor metodológico um tema fundamental para os tempos de hoje: os cuidados de longa duração e as instituições de longa permanência (Ilpis). Ao reunir pesquisadores e profissionais de diferentes países no debate dos cuidados, a coletânea, certamente, contribui para o aprofundamento do tema e, sobretudo, para o intercâmbio nessa área de produção de conhecimento. Ademais, expressa o compromisso dos autores e das autoras com a reflexão crítica sobre o envelhecimento populacional, na perspectiva de defesa dos direitos da pessoa idosa. A temática é tratada no livro de modo articulado aos desafios contemporâneos da transição demográfica e aos variados sistemas de proteção social destinados ao segmento idoso. Em que pesem as particularidades históricas que circunscrevem as respectivas formações sociais desses países, o aumento da longevidade é um fato inconteste que materializa as contradições entre as conquistas civilizatórias e as desigualdades crônicas e estruturais que marcam especialmente os países de capitalismo periférico.
ORGANIZADORAS: Sálvea de Oliveira Campelo e Paiva, Solange Maria Teixeira e Nanci Soares
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ISBN: 978-85-518-5171-5
Esta obra tem como ponto de partida a constatação que o ensino de História representa hoje no Brasil um fecundo campo de reflexões e pesquisas acadêmicas. Nos referenciaremos aqui no que foi realizado por Ernesta Zamboni (2005, p. 37- 49). Segundo a autora, um recorte panorâmico no campo permite perceber que as investigações realizadas se caracterizam pela multidisciplinaridade e multirreferencialidade, pois nelas se entrecruzariam “diferentes saberes, diferentes áreas do conhecimento [...] (ZAMBONI, 2005, p. 37). Pelo painel apresentado, constata Zamboni que as pesquisas sobre o ensino de História consolidaram-se no Brasil durante a década de 1990. Há um significativo crescimento quantitativo e qualitativo das pesquisas e uma diversificação nas abordagens adotadas, com a constituição de subcampos. Desta forma, aglutinam-se investigações a partir de certas categorias centrais, tais como: a formação de professores de História, a História do ensino de História, o livro didático de História, o currículo de História, as práticas pedagógicas dos docentes da disciplina, a circulação de saberes históricos em espaços virtuais e não-escolares.
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