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O ensino de literatura diante do Caos

Como falar em "literatura nacional" em um contexto neoliberal que reorganiza os modos de existência e descontrói alguns aspectos discursivos elementares para a construção da nação enquanto "comunidade imaginada"? O que significa ser um "clássico" da literatura quando parâmetros pós-modernos rompem com a possibilidade mesma de hierarquização estrutural inerente a delimitação de quaisquer conjuntos alicerçados sobre códigos mais ou menos permanentes de construção de sentido, borrando as outrora bem delimitadas fronteiras entre erudito e popular, alternativo e mainstream, pop e clássico? Como construir uma "historiografia literária" quando a perspectiva dos vencedores que vem orientando por séculos a narrativa escolar hegemônica sofre importantes deslocamentos a partir da visão dos "de baixo"? Afinal, o que pode o literário em meio ao caos? O que pode fazer o professor de literatura quando tem diante de si a possibilidade cada vez mais concreta do fim do mundo? Cabe a este a responsabilidade de definir o que deve ser preservado dentre as ruínas e o que deve ser atirado fora, para ver emergir o novo. Uma tarefa impossível e, ao mesmo tempo, inadiável.

Numero ISBN 978-65-86413-43-4

Org. OLIVEIRA, Acauam Silvério; CHAGAS, Silvania Núbia

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Práticas Pedagógicas Inovadoras

ISBN: 978-65-85651-25-7

A coletânea possui oito artigos e relatos de experiência, onde são apresentadas ações vivenciadas nos cursos de graduação da UPE com a utilização das novas metodologias de ensino e a aplicação de ferramentas e produtos inovadores, visando o aprimoramento da prática pedagógica e a melhoria no processo de ensino e aprendizagem. Dentre os resultados obtidos no decorrer da experimentação é possível destacar o protagonismo dos discentes na busca do conhecimento, o estímulo ao diálogo e a interação por meio do trabalho em equipe, o desenvolvimento de habilidades no uso de recursos tecnológicos, o exercício da criatividade e uma maior conexão com a comunidade local.

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Hemope e pró-sangue: duas decisões, um caminho

ISBN: 978-65-86413-80-9

Em todos os campos da atividade humana se configura a assertiva de que os empreendimentos não resultam do acaso, são frutos do trabalho e da determinação daqueles que não se deixam abater ante obstáculos. Os exemplos são incontáveis. CALMET&GUERIN fizeram mais de 200 repicagens de cultura bacteriana para obter a BCG, que tanto benefício trouxe à humanidade. O trabalho de Karl LANDSTEINER resultou na descrição dos grupos sanguíneos A, B e O, em 1900, e juntamente com WIENER, o Fator Rh, em 1940, contribuíram para mudar o futuro da Medicina, sem o qual não se poderia, como no passado, usar o sangue para salvar vidas humanas. Temos também exemplos dignos de registro que servem de inspiração ao delineamento destas páginas. Um deles ocorreu em 1972, quando o prof. Fernando FIGUEIRA, secretário de Estado da Saúde de Pernambuco, incluiu decididamente, no plano de saúde do Governo do Estado, ações para criar um Centro de Hematologia e Hemoterapia como base estruturante de uma política para uso do sangue com fins terapêuticos fundamentada em princípios filosóficos, definindo objetivos e metas e criando as condições operacionais necessárias. Sabia o prof. Fernando FIGUEIRA que não seria tarefa fácil, porquanto, desde 1964, tentativas existiram neste sentido, entretanto, sem chegar a êxito, faltando decisão por parte de quem tinha poder decisório, talvez por temer as consequências da mudança nas estruturas já envelhecidas existentes em face da nova ideia. Sempre que surgem conceitos visando mudar o curso de determinada trajetória é preciso haver determinação, conhecimento de causa e coragem para defender os novos postulados, e sobretudo a decisão política do FAZER, para que toda a estratégia de ações tenha êxito. Assim nasceu o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco - HEMOPE, sob a égide da DECISÃO forte e inquebrantável de quem não temia os impactos da adversidade.

SANTOS, Luiz Gonzaga dos.

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Experiências Autoritárias de Forma Transversal: passado e presente

ISBN: 978-65-85651-63-9

A geração do pós-ditadura no Brasil tem um duplo desafio. Primeiro, porque é a geração que pode ouvir, pode ler, pode até assistir e, no máximo, testemunhar o testemunho, mas não pode viver os regimes autoritários que seus antepassados recentes viveram. Segundo, porque nossas profundas heranças coloniais se mantêm como verdadeiros diques que represam uma indispensável política de memória democrática sobre essas experiências autoritárias fundadoras tanto do país quanto da sociedade moderna. Tal desafio tem se mostrado mais urgente em razão do movimento de “placas tectônicas” no processo histórico da humanidade. A hegemonia dos EUA, consolidada ao final do século XX, aos poucos vem dando lugar a ascensão de outras nações – sobretudo China, Rússia e Índia – que disputam um reequilíbrio de forças em torno de um mundo multipolar.

 

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Novo dicionário crítico do pensamento das direitas: ideias, personagens e instituições. Volume 2

ISBN: 978-65-85651-24-0

Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.

Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).

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A educação superior sob diferentes perspectivas didáticas

2018/ ISBN 978-85-7856-207-6

Fátima Gomes; Lenilton Damião Junior; Waldênia Leão

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Ministério Público Resolutivo: Institutos e Políticas Para o Acesso a Direitos - Volume 2

ISBN: 978-65-85651-15-8

Após protagonizar diversas lutas, o Ministério Público se firmou, constitucionalmente, como uma instituição indispensável para a sociedade brasileira. Inicialmente, se apresentou com um perfil exclusivamente demandista. Todavia, na atualidade se observa a tendência de um Ministério Público com um perfil resolutivo, sem substituir o perfil demandista.
Nesse sentido, João Gaspar Rodrigues (2015, p. 5) explica que se trata de “dois perfis de necessária convivência, um sendo o complemento do outro.” Nas palavras do autor, quando não obtida a solução para um determinado fato pela atuação resolutiva ou extrajudicial, deve-se então se utilizar do perfil demandista. E assim, o Ministério Público passou a desenvolver novas e atuais atividades com a finalidade de viabilizar acordos e ajustamentos de conduta contraprestacional de medidas reparatórias ou indenizatórias em relação aos atos infracionais praticados e cometidos como metas resolutivas dos conflitos de interesse.
Diante de tal cenário, pesquisadores da Universidade de Pernambuco – UPE, representados pelo Grupo de Pesquisa Direito do Trabalho e os Dilemas da Sociedade Contemporânea, nas pessoas dos Professores Doutores Isabele Bandeira de Moraes D’Angelo e Giorge Andre Lando com a finalidade de promover a pesquisa no meio acadêmico e, também, assegurar, por intermédio da presente coletânea de capítulos, a publicação dos resultados dos estudos realizados por docentes e discentes do curso de Pós-Graduação MBA em Gestão do Ministério Público da Universidade de Pernambuco - UPE, bem como das demais interessadas na temática proposta: “Ministério Público Resolutivo”. Para tanto, a partir de experiências interdisciplinares e sob a ótica dos Assistentes do Ministério Público de Pernambuco apresentam os resultados dos estudos, debates e trabalhos científicos relacionados à temática, permeando a necessária crítica a respeito da instituição Ministério Público. Em virtude da adesão massiva, a obra está divida em dois tomos, cada um contando com 127 e 103 páginas respectivamente.
Este volume II é composto por 07 (sete) artigos, de temáticas relacionadas ao Ministério Público Resolutivo: Institutos e Políticas para o Acesso a Direitos. Enfim, os textos relevam a preocupação com os rumos tomados pela sociedade atual e o que se pode fazer seja na seara acadêmica, legal, profissional ou pessoal para melhorá-lo. Tal preocupação em si, associada à qualidade dos trabalhos selecionados para além de nos encher de alegria e esperança consolidam a nossa crença de que ainda há muito por fazer, mas o recado vem sendo dado e a universidade tem cumprido seu papel.

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Abre a boca, meu povo!: o que você precisa saber sobre câncer de boca

ISBN:  978-65-85651-32-5

Visando capacitar os Agentes Comunitários de Saúde junto à Equipe de Atenção Primária, na identificação e diagnóstico precoces do câncer de boca, foi criada a obra “Abre a boca, meu povo. O que você precisa saber sobre o câncer de boca”. Por serem um elo entre comunidade e Equipe de Saúde, os Agentes Comunitários de Saúdes possuem potencial para participar de ações voltadas à prevenção do câncer de boca.
Este e-book mostra, em oito capítulos interativos e de fácil linguagem e aprendizagem - figuras, fluxogramas, quadros e textos curtos - temas importantes ao público-alvo, como noções de biossegurança, anatomia, lesões bucais importantes, além da realização de triagem do câncer de boca, através da inspeção oral associada às atividades rotineiras. Ademais, mostra que um profissional devidamente capacitado tem plenas condições de realizar campanhas de prevenção da doença e hábitos prejudiciais à saúde, direcionando a população de maior risco ao tratamento.
A obra é parte de um curso autoinstrucional à distância, em plataforma virtual de aprendizagem, gratuito e aberto a todos os Agentes Comunitários de Saúde do país e demais públicos de interesse. Está alinhado com o compromisso do Núcleo Estadual de Telessaúde da Secretaria do Estado de Pernambuco (NET-SES/PE) e da Universidade de Pernambuco (UPE) com a democratização do conhecimento e acesso aberto à informação.

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  1. Esporte Educacional
  2. Crioulizações nas Minas Gerais Sete e Oitocentista: sobrevivências culturais africanas no interior do Brasil.
  3. História do tempo presente nas américas:
  4. Inovação Pedagógica: Relatos de Práticas no Ensino Superior

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