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A Formação Inicial de Professores no Contexto do Programa Residência Pedagógica e Seus Desafios em Tempos de Pandemia

ISBN: 978-65-85651-00-4

Este livro emerge a partir das produções dos subprojetos do Programa Residência Pedagógica-PRP na Universidade de Pernambuco-UPE regido pelo Edital nº 01/2020 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Ele tem por finalidade fomentar projetos institucionais de Residência Pedagógica nos cursos de licenciatura implementados por Instituições de Ensino Superior, contribuindo para o aperfeiçoamento da formação inicial de professores da educação básica nos cursos de licenciatura.

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Anais do II Encontro Ensinar História

ISBN: 978-65-85651-43-1

Trata-se das publicações apresentadas nas comunicações do 2o Evento Ensinar História que aconteceu nos dias 04, 05 e 06 de setembro de 2023 na Universidade Federal de Pernambuco.
O Evento contou com organização da UFRPE, UPE e UFPE, ocorreu mesas de debates sobre o Novo Ensino Médio e as relações Étnico-raciais. As comunicações se dividiram em História acadêmica e profissional.

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Práticas inovadoras e desafios contemporâneos na educação superior: reflexos e reflexões na formação acadêmica

ISBN: 978-85-7856-282-3

Este livro documenta iniciativas inovadoras e oportuniza a reflexão sobre a necessidade de configurar a educação superior como um espaço dinâmico de inovação e reflexão, fortalecido pelo diálogo com a sociedade. As experiências narradas ao longo dos capítulos são oriundas de diferentes áreas do conhecimento, unidas por um propósito comum: fortalecer a integração entre teoria e prática, aproximando o ensino da realidade complexa do mundo contemporâneo.

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Novo dicionário crítico do pensamento das direitas: ideias, personagens e instituições. Volume 2

ISBN: 978-65-85651-24-0

Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.

Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).

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Células & celulares: Microscopia com smartphone, uma inovação na sala de aula

ISBN:  978-65-85651-75-2

O uso de microscópios para observação de células contribui para a aprendizagem em ciências naturais e ambientais. Contudo, nem sempre há laboratórios de ciências ou mesmo microscópios nas instituições de ensino. Smartscópios são formados pelo uso de smartphones, especificamente da câmera, em combinação com lentes de aumento com função de microscópio, são modelos alternativos com os quais é possível realizar a observação da estrutura celular de materiais biológicos diversos. Com o objetivo de viabilizar atividades de microscopia foi desenvolvido um modelo de smartscópio de fácil acesso e manuseio a partir da utilização de lentes de aumento, um acessório desenvolvido para acopla câmera fotográfica de smartphones. Adicionalmente, apresenta-se metodologias que possam ser usadas juntamente com o smartscópio, como a coloração de células usando uma solução alcoólica de tinta de caneta esferográfica e o procedimento para medição de células usando uma régua comum. Esse projeto tem alta replicabilidade e sua aplicação pode contribuir para avanços no ensino de ciências, do nível básico ao superior, independente da escola possuir laboratório de ciência. bem como para a formação docente, seja ela inicial ou continuada.

Autora: Regina Lúcia Félix de Aguiar Lima

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Apropriação do sistema de escrita alfabética nos anos iniciais a partir do programa: primeiras letras

ISBN:  978-65-85651-84-4

O estudo aqui apresentado, inserido na linha de pesquisa “Formação de professores” e desenvolvido no âmbito do Mestrado Profissional em Educação da Universidade de Pernambuco - UPE Campus Mata Norte , investigou as contribuições do Programa Primeiras Letras para as práticas de ensino do Sistema de Escrita Alfabética de professores alfabetizadores que atuam em turmas do Ciclo de alfabetização (1º e 2º anos) na Rede Municipal de Ensino do Recife – PE.

Autora: Meire Jane Menezes de Sá

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Escravidão? Deus me livre

Número ISBN: 978-85-7856-202-1

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Sociedades Africanas: religiosidades, identidades e conexões globais

ISBN: 978-65-85651-73-8

Reunião de estudos apresentados por pesquisadores e jovens pesquisadores no evento intitulado Sociedades Africanas: religiosidades, identidades e conexões globais, realizado no ano de 2021 no âmbito do Programa de Pós-Graduação em História. Os trabalhos abordam as relações históricas de diferentes sociedades africanas, situadas nas regiões da Senegâmbia e Guiné, África centro-ocidental, Chifre da África e África oriental, com os modelos cristãos e muçulmanos, as origens até o século XX. O objetivo é detectar os modos particulares das interações, trocas, reações e resistências de lideranças espirituais africanas, bem como as implicações políticas e sociais dos fenômenos religiosos no continente, no passado e no presente.

ORGANIZADORES: Gabriel dos Santos Giacomazzi, José Rivair Macedo e  Saido Baldé


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  1. Residência pedagógica: uma relação dialógica de conhecimentos entre universidade e escola
  2. Migrações e cidades nas Américas: debates históricos e contemporâneos
  3. Autocuidado e empoderamento: estratégia para promoção de saúde em pessoas acometidas com hanseníase
  4. Anais da Semana Universitária da UPE 2022: A Ciência a Serviço da Reconstrução do País

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