Pernambuco, por ser um dos pioneiros no Brasil nas ações desen¬volvidas em Infectologia Pediátrica, foi escolhido entre outros para relatar essa importante área de atuação da pediatria em nosso estado, capítulo importante a ser agregado à História da Infectologia Brasileira, projeto lançado pela Academia Brasileira de Pediatria (ABP), órgão consultivo e assessor da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), contemplando aquelas especialidades destacadas da pediatria nos estados de nosso país. Não se faz necessário afirmar a importância estabelecida pela história em qual¬quer circunstância no fortalecimento das atividades humanas. O ano do lançamento do projeto, 2016, não poderia ter sido mais oportuno, pois a Infectologia Pediátrica de Pernambuco, instalada em 1966 no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), dirigida pela Disciplina de Doenças Infecciosas e Parasitárias (DIP), estava completando seu Jubileu de Ouro.
ISBN 978-85-7856-210-6
João de Melo Regis Filho
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O conhecimento sobre SAÚDE ÓSSEA é de inegável importância, é componente essencial no conceito de SAÚDE PÚBLICA, e está intrinsicamente inserido no bem estar político, social e humano. Conceitos básicos sobre o metabolismo ósseo, da gestação até a fase adulta, como observar, prevenir e intervir em doenças ósseas, pode auxiliar a população na compreensão sobre o funcionamento do seu próprio corpo, da sua própria estrutura esquelética com mais propriedade, e fazer entender o impacto dos cuidados primários e secundários com os seus OSSOS. Mudanças ósseas acontecem ao longo da VIDA, paralelamente ao crescimento e desenvolvimento do ser humano, sendo influenciadas por muitos fatores intrínsecos e extrínsecos. Estrutura, formação, função e nutrição óssea humana, em linhas básicas e orientações gerais, são temas que serão abordados e apresentados nesse conteúdo bibliográfico. Cuidar da SAÚDE durante a gestação, infância e adolescência é a base que fortalece o ser humano por toda caminhada para se tornar um adulto saudável de longa VIDA. Esses cuidados básicos enriquecem suas necessidades e aumentam suas limitações sem medida.
ISBN 978-85-7856-204-5
Ana Catharina Araújo; Francisco Bandeira
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2018/ISBN: 978-85-518-0961-7
Sandra Maria Alves Sayão Maia; Paulo Maurício Reis de Melo Júnior
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ISBN: 978-85-518-5140-1
Escravidão, seus temas e problemas em aulas de história resulta de diálogos entre profissionais de história que atuam em diferentes níveis de ensino e pesquisa, desde o ciclo básico até cursos de graduação e pós-graduação. Por isso mesmo, quase todos os seus autores lecionaram ou lecionam no ensino básico e/ou têm filhos ou parentes em idade escolar. Todos, igualmente, passaram por formação superior em universidades públicas brasileiras, alguns com trânsito por universidades internacionais e/ou que mantêm interlocução com profissionais de diferentes partes do planeta. Uns autores são recém-doutores, outros já levam quase duas décadas de conclusão de seus doutorados e formam docentes em cursos de licenciatura em história. Apesar das experiências multifacetadas dos autores do livro em diferentes níveis de ensino e pesquisa, algumas perguntas “clássicas” entre historiadores professores nortearam todas as abordagens:
1) Quais os níveis de distanciamento entre as pesquisas de ponta nas
universidades e o cotidiano escolar do ensino de história na educação
básica?
2) Como superá-los e estreitar a distância entre universidades e escolas?
3) Quais os desafios atuais e vindouros que incidem e incidirão sobre a área a partir da implementação, ou não, da Base Nacional Curricular Comum?
4) Que temas e problemas de pesquisa historiográficos, inclusive o ensino de história, podem ser melhor ou simplesmente conectados, e como?
5) Como demandas sociais e políticas da contemporaneidade interferem no ensino nos níveis básico, médio e superior? Como o presentismo, a militância política e uma pedagogia centrada na “realidade do aluno”, se exacerbadamente orientados por questões e identidades políticas e sociais da atualidade, podem levar ao anacronismo e à deturpação do ensino de história?
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ISBN: 978-65-85651-32-5
Visando capacitar os Agentes Comunitários de Saúde junto à Equipe de Atenção Primária, na identificação e diagnóstico precoces do câncer de boca, foi criada a obra “Abre a boca, meu povo. O que você precisa saber sobre o câncer de boca”. Por serem um elo entre comunidade e Equipe de Saúde, os Agentes Comunitários de Saúdes possuem potencial para participar de ações voltadas à prevenção do câncer de boca.
Este e-book mostra, em oito capítulos interativos e de fácil linguagem e aprendizagem - figuras, fluxogramas, quadros e textos curtos - temas importantes ao público-alvo, como noções de biossegurança, anatomia, lesões bucais importantes, além da realização de triagem do câncer de boca, através da inspeção oral associada às atividades rotineiras. Ademais, mostra que um profissional devidamente capacitado tem plenas condições de realizar campanhas de prevenção da doença e hábitos prejudiciais à saúde, direcionando a população de maior risco ao tratamento.
A obra é parte de um curso autoinstrucional à distância, em plataforma virtual de aprendizagem, gratuito e aberto a todos os Agentes Comunitários de Saúde do país e demais públicos de interesse. Está alinhado com o compromisso do Núcleo Estadual de Telessaúde da Secretaria do Estado de Pernambuco (NET-SES/PE) e da Universidade de Pernambuco (UPE) com a democratização do conhecimento e acesso aberto à informação.
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ISBN: 978-85-518-5709-0
À medida que o século XXI se adentra, pesquisadores de diversas áreas têm percebido as falhas da Academia, construída segundo moldes imperialistas ocidentais ao longo dos séculos XIX e XX, em ignorar ou rejeitar os diversos saberes produzidos fora dos muros universitários. Críticas decoloniais estão, hoje, cada vez mais procurando olhar para fora, para os atores sociais não intelectuais, observando-os como produtores de saberes e não apenas como objeto de estudos. Com essas considerações em mente, organizamos o presente trabalho procurando reunir estudos que potencializam e dão visibilidade a saberes históricos que são produzidos fora das salas de aula universitárias.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-85-7856-257-1
Bem-vindo(a) ao Guia Prático de Sustentabilidade da UPE! Este material foi elaborado pelo Núcleo de Sustentabilidade com o propósito de ser um instrumento de transformação cultural dentro da Universidade. Aqui, você encontrará orientações práticas, fundamentos conceituais e referências institucionais que conectam nossas ações cotidianas à missão da UPE e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Sustentabilidade não é apenas reduzir impactos ambientais: envolve responsabilidade social, justiça econômica e compromisso ético com as próximas gerações. Nosso objetivo é tornar cada prestador de serviço, estudante, professor e servidor da UPE agente ativo dessa mudança.
Organizadores: Elaine Alves, Emilia R. Kohlman Rabbani e Renato Barbosa-Silva
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