ISBN: 978-85-7856-296-0
As transformações nos paradigmas educacionais, impulsionadas pelas tecnologias digitais, demandam práticas inovadoras de ensino da leitura literária. Este estudo analisa o potencial do podcast como recurso pedagógico para promover a leitura crítica do gênero conto entre estudantes do 9o ano da EREFEM Monte Verde. De abordagem qualiquantitativa e delineamento de pesquisa-ação, a investigação apoia-se nos aportes teóricos de Soares (2005), Candido (2004), Cosson (2014) e Rojo e Moura (2012). Os resultados indicam que o uso do podcast amplia o engajamento e a autonomia dos alunos, potencializando o desenvolvimento do letramento literário e digital, o pensamento crítico e o protagonismo estudantil no contexto da educação básica.
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ISBN: 978-85-518-8153-8
Esta obra versa sobre a intervenção pedagógica na Educação Física escolar, a sistematização de conteúdos e da aprendizagem, no âmbito da Educação Básica. A intervenção pedagógica, predominante no aporte teórico metodológico das investigações aqui socializadas, corresponde a atuação/atividade do/a professor/a, com sua ação-operação sobre o meio (sujeito e objeto de estudo), organizando-o para que o/a estudante da Educação Básica se aproprie do conhecimento da Educação Física escolar, potencializando sua aprendizagem e autodesenvolvimento. A Educação Física escolar que busca ser um componente curricular de conteúdos tratados de forma crítica, requer a criação de uma relação professor/a - estudante que, promove confronto de saberes / problematização, organização e reorganização dos conteúdos / instrumentalização e uma síntese avaliativa, no decorrer da regência das aulas via a participação prática, escrita e falada dos/as estudantes.
Organizadores: Lívia Tenorio Brasileiro, Ana Rita Lorenzini e Rodrigo Falcão Cabral de Oliveira
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A pandemia causada pelo vírus Sars-Cov-2 (COVID-19) inseriu a humanidade em uma profunda crise sanitária, socioeconômica e psicológica, cujos efeitos políticos se demonstram imprevisíveis. O pânico decorrente da possibilidade de contração da doença afetou o bem-estar individual e coletivo, ao mesmo tempo em que gerou diversas preocupações com o futuro. Esse mal-estar, de uma sociedade sem horizonte de expectativas, levou a diversas crises no modelo de representação, das instituições políticas e das formas de organização social. O Sars-Cov-2 demonstrou os efeitos da racionalidade moderna, impulsionada pelo neoliberalismo e globalização, que submeteu as sociedades globais à espoliação, à reprodução do capital e a um desprezível individualismo. Assim, esse dossiê, que atesta os esforços das Universidades em entender o complexo presente, buscará debater os múltiplos impactos econômicos, sociais, políticos, psicológicos, educacionais e culturais causados pela pandemia nos dez artigos que o compõem.
Número ISBN: 978-65-86413-46-5
SARMIENTO, Érica; SCHURSTER, Karl; ARAÚJO, Rafael
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Esta publicação acena para o empreendedorismo como instrumento potencializador de competências, despertando o interesse da leitura por parte dos diversos públicos: sejam acadêmicos, sejam profissionais de distintos ramos e segmentos de mercado; objetivando, inicialmente, discorrer sobre a relação entre o empreendedorismo e o mercado.
Número ISBN: 978-85-7856-212-0
Emanuel Ferreira Leite
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ISBN: 978-65-85651-71-4
Este livro é fruto de um conjunto de inquietações de pesquisadores que se debruçam, numa perspectiva interdisciplinar, sobre o ensino e a aprendizagem do saber matemático, em contextos diversos, na ótica da Psicologia da Educação Matemática enquanto campo de investigação.
Autores: Ernani Martins dos Santos e Síntria Labres Lautert.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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No contexto do Grupo de Pesquisa Formação de Professores UFRPE/CNPq criamos em 2OO7 a Série Formação de Professores, que teve como principal motivação incentivar os mestrandos do PPGEC a construir artigos/ capítulos de livros, privilegiando a linha de pesquisa Formação de Professores. Como desdobramento deste grupo de pesquisa, criamos um subgrupo que o denominamos de Grupo de Hermenêutica, InterTransD de Formação de Professores (GHIFOP). Neste grupo são desenvolvidas pesquisas que adotam como aportes teóricos a Hermenêutica, Dialogicidade e Complexidade na Formação de Professores. Por sua vez, este conteúdo temático vem sendo trabalhado como disciplina acadêmica e pesquisas em nível de Doutorado no Programa Ensino das Ciências PPGEC-UFRPE. Já são passados cinco anos, que mensalmente são realizadas reuniões sistemáticas com doutorandos e mestrandos do PPGEC que optaram por fazer parte deste grupo de pesquisa; também fazem parte do GHIFOP, os professores que orientam teses e dissertações destes estudantes. Nesta direção, estamos criando a Série Hermenêutica no Ensino das Ciências com o lançamento do primeiro livro desta Série que traz o titulo Dialogicidade e Complexidade no processo de Análise Hermenêutico-Dialética. Esta obra consta de dezesseis capítulos que foram construídos por mestrandos, doutorandos e professores do PPGEC.
Número ISBN: 978-65-86413-07-6
OLIVEIRA, Maria Marly de (Org.)
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ISBN: 978-65-86413-80-9
Em todos os campos da atividade humana se configura a assertiva de que os empreendimentos não resultam do acaso, são frutos do trabalho e da determinação daqueles que não se deixam abater ante obstáculos. Os exemplos são incontáveis. CALMET&GUERIN fizeram mais de 200 repicagens de cultura bacteriana para obter a BCG, que tanto benefício trouxe à humanidade. O trabalho de Karl LANDSTEINER resultou na descrição dos grupos sanguíneos A, B e O, em 1900, e juntamente com WIENER, o Fator Rh, em 1940, contribuíram para mudar o futuro da Medicina, sem o qual não se poderia, como no passado, usar o sangue para salvar vidas humanas. Temos também exemplos dignos de registro que servem de inspiração ao delineamento destas páginas. Um deles ocorreu em 1972, quando o prof. Fernando FIGUEIRA, secretário de Estado da Saúde de Pernambuco, incluiu decididamente, no plano de saúde do Governo do Estado, ações para criar um Centro de Hematologia e Hemoterapia como base estruturante de uma política para uso do sangue com fins terapêuticos fundamentada em princípios filosóficos, definindo objetivos e metas e criando as condições operacionais necessárias. Sabia o prof. Fernando FIGUEIRA que não seria tarefa fácil, porquanto, desde 1964, tentativas existiram neste sentido, entretanto, sem chegar a êxito, faltando decisão por parte de quem tinha poder decisório, talvez por temer as consequências da mudança nas estruturas já envelhecidas existentes em face da nova ideia. Sempre que surgem conceitos visando mudar o curso de determinada trajetória é preciso haver determinação, conhecimento de causa e coragem para defender os novos postulados, e sobretudo a decisão política do FAZER, para que toda a estratégia de ações tenha êxito. Assim nasceu o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco - HEMOPE, sob a égide da DECISÃO forte e inquebrantável de quem não temia os impactos da adversidade.
SANTOS, Luiz Gonzaga dos.
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- Como (não) fazer um golpe de estado no Brasil: uma história interna do 8 de janeiro de 2023
- Análise dos dados censitários da Comunidade Quilombo Ilha de Mercês
- A Formação Inicial de Professores no Contexto do Programa Residência Pedagógica e Seus Desafios em Tempos de Pandemia
- Práticas de inovações metodológicas na educação superior pública: a experiência da Universidade de Pernambuco