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Meandros geográficos III

PRÁTICA DOCENTE EM AÇÃO

O projeto Meandros Geográficos é uma iniciativa dos docentes da Universidade de Pernambuco (UPE) com o intuito de divulgar os melhores Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), com a produção de artigos com os resultados das pesquisas realizadas pelos discentes e docentes da UPE. Este terceiro volume, Meandros Geográficos 3: prática docente em ação é composto por 11 artigos das diferentes áreas da geografia, mostrando o que os discentes e docentes de graduação da UPE estão pesquisando. São artigos nas áreas de ciências humanas e da natureza com foco na geografia e análise do espaço geográfico. Todos os artigos apresentados neste volume trazem pesquisas voltadas para a geografia escolar, salientado a importância da formação de professores. A coleção Meandros Geográficos visa o fortalecimento dos cursos de geografia da UPE, com a participação de docentes e discentes dos diferentes Campi Mata Norte, Garanhuns e Petrolina.

Número ISBN: 978-85-7856-229-8

Gevson Silva Andrade; Ana Regina Marinho

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Dançar em Pernambuco: compondo relações

ISBN: 978-65-85651-41-7

Dançar em Pernambuco envolve expressões tão abrangentes quanto os maracatus rurais da Zona da Mata, os clubes de Frevo, os cocos de Arcoverde, o xaxado de Serra Talhada, assim como os múltiplos grupos de danças e escolas que desafiam crianças, jovens e a população em geral ao se aproximar de danças urbanas, balé, jazz, danças de salão, e danças populares, entre outras. Neste estudo, objetivamos descrever as redes de formação e atuação nas escolas, grupos, companhias, grupos, coletivos e artistas independentes das danças, como grupos artísticos, em Pernambuco, através de uma pesquisa exploratória de levantamento de dados em 11 municípios de 4 regiões intermediárias do estado, levando em consideração não só atores humanos, mas também instituições e outros objetos atuantes. Ao final, reconhecemos que nas redes de formação e atuação identificamos redes com poucas conexões e baixa modularidade, mas também uma rede que apresentava características que apontam, possivelmente, para diversidade e robustez. 

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A abordagem multiprofissional na esclerose lateral amiotrófica

Esta obra é resultante do trabalho iniciado pela Equipe Interdisciplinar de cuidados às pessoas com Esclerose Lateral Amiotrófica do Hospital Universitário Oswaldo cruz. Por ser uma doença muitas vezes negligenciada, com difícil diagnóstico, curto período de vida, degenerativa e com comprometimento de grande parte da musculatura, há a necessidade de rápido acolhimento dessas pessoas reduzindo sofrimento e ofertando mais conforto. Devido à escassez de informações na sociedade e com o intuito de proporcionar o conhecimento a estudantes e profissionais da área da Saúde, reunimos as informações das múltiplas disciplinas, as quais servirão como um instrumento para um melhor atendimento.

Número ISBN: 978-85-7856-215-1

Tatiana Lins Carvalho; Carolina da Cunha Correia (orgs.)

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Novo dicionário crítico do pensamento das direitas: ideias, personagens e instituições. Volume 1

ISBN:  978-65-85651-21-9

Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.

Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).

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Os saberes históricos escolares: fenômenos didáticos na invenção das narrativas docentes em sala de aula

ISBN: 978-85-518-5139-5

Este livro foi engendrado a partir da compreensão de que o ensino de História além de se constituir em uma práxis, ou seja, de ser o movimento do agir pensando e do pensar agindo (SOUZA, 2001) dos professores da disciplina, também se apresenta enquanto um objeto de estudos acadêmicos. O que hoje nos parece uma obviedade, nos idos do nosso curso de graduação, quando travávamos os primeiros contatos com produções deste gênero, nos surpreendeu a descoberta de um campo vasto e rico. É interessante refletirmos o fato de que mesmo na atualidade, após duas décadas de sólidas pesquisas no Brasil, segmentos significativos da própria academia demonstram certa dificuldade em reconhecer a contribuição e especificidade das investigações sobre a História enquanto disciplina curricular. No máximo este é percebido como um “objeto menor”, demonstrando, assim, pouca ou nenhuma visibilidade em relação a esta área do conhecimento.

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Ensino de História: Teorias, Práticas e Novas Abordagens - Volume 2: "A História da Saúde, das Doenças e das Ciências no Ensino de História"

ISBN: 978-85-518-5143-2

A obra intitulada A História da Saúde, das Doenças e das Ciências no Ensino de História- volume 2 faz parte da coleção “Ensino de História: teorias, práticas e novas abordagens,” um empreendimento do Curso de Mestrado Profissional em Ensino de História (PROFHISTÓRIA), da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), sediado no Campus Professor Alexandre Alves de Oliveira, em Parnaíba, município do Norte do estado. A coletânea é composta por capítulos que foram desenvolvidos por várias autoras e autores a partir de espacialidades, temporalidades e sujeitos diversificados acerca das temáticas relacionadas à história da saúde, das doenças e das ciências em articulação com o ensino-aprendizagem da disciplina História no nível básico.

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Léxico da Língua Xukuru de Ororubá em Pesqueira-PE: Mapeando demandas e promovendo formação docente

ISBN: 978-65-85651-28-8

Esta obra configura-se como um marco na luta em prol da valorização da cultura indígena Xukuru de Ororubá em Pesqueira, especialmente, das palavras da língua desse povo. A pesquisa que resultou neste E-book nasceu no contexto de um canto circular, que flui de inquietações de uma mulher professora/pesquisadora que, ao longo de sua produção,
entendeu as suas raízes e a potência de se autodeclarar Xukuru de Ororubá. A movência da Rosani Maciel Calado a faz assumir um papel social que soma esforços em busca do protagonismo de um povo, a partir da valorização de palavras da língua Xukuru do Ororubá, que ao longo dos séculos sofreu uma tentativa de apagamento, mas que resistiu pela ousadia do seu povo de guardar palavras para interagir no seu grupo de pertencimento. Rosani soma-se a essa luta em um movimento iniciado pela sua área de atuação, a educação. A pesquisadora aproxima docentes do município de Pesqueira, escuta-os/as, faz intervenções e a eles/a oferta um produto, o Dicionário Ilustrado, que opera didaticamente com um instrumento pedagógico realçador do potencial de uma pesquisa no âmbito do Mestrado Profissional em Educação. Nessa trilha de escuta que leva à ação, a docente Xukuru se firma, se fortalece e fortalece a cultura do seu povo que permanece de pé ecoando o grito que se espalha por todos os cantos: AVANTE!

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Ramos, Rezas e Raízes: História, narrativas e benzimento no Sertão da Ressaca (1940-1990)

ISBN: 978-85-518-5141-8

O trabalho que que ora apresentamos foi resultado de uma pesquisa desenvolvida entre os anos de 1996 a 1999 – durante a realização do curso de mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo sob a orientação da professora Maria Helena Villa Bôas Concone – e tem por objeto de estudo o ofício, atuação e importância da benzedura na cidade de Vitória da Conquista – sudoeste do Estado da Bahia – e regiões circunvizinhas. A benzedura foi, e para alguns ainda é - um importante elemento que faz parte da cultura popular do nosso país. Fazer uso de orações, simpatias, propriedades medicinais para curar algumas doenças (quebranto ou mau-olhado, espinhela caída, dor de barriga e outros males) ou aflições é um conhecimento presente no Brasil, embora não com a mesma intensidade que décadas anteriores, mas com destaque nas cidades do interior e na zona rural. Esse ofício é normalmente exercido por mulheres humildes que possuem um grande conhecimento das propriedades terapêuticas das plantas medicinais, resultado das observações e classificações de raízes e ervas benéficas à saúde do homem.

A atuação das benzedeiras, enquanto um elemento de práticas populares de cura, bem como o papel de mediadora entre os seus clientes e as divindades, é de grande valia para a compreensão da visão de homem e do mundo, própria dos grupos que representam. Uma das grandes contribuições dessas terapeutas populares é a propagação de recursos medicinais de várias gerações, portanto um saber historicamente acumulado. “A origem do conhecimento do homem sobre as virtudes das plantas confunde-se com sua própria história. Certamente surgiu, à medida que tentava suprir suas necessidades básicas, através das casualidades, tentativas e observações, conjuntos de fatores que constituem o empirismo”. (ALMEIDA, 2011, p. 35)4

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  1. Democracia e saúde em Pernambuco:
  2. Guia Prático de Emergências Cirúrgicas na Cirurgia Geral
  3. Língua portuguesa no ensino fundamental: subsídios didáticos
  4. Intervenção pedagógica na educação física escolar: sistematização dos conteúdos e da aprendizagem (e-book)

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