ISBN: 978-65-85651-25-7
A coletânea possui oito artigos e relatos de experiência, onde são apresentadas ações vivenciadas nos cursos de graduação da UPE com a utilização das novas metodologias de ensino e a aplicação de ferramentas e produtos inovadores, visando o aprimoramento da prática pedagógica e a melhoria no processo de ensino e aprendizagem. Dentre os resultados obtidos no decorrer da experimentação é possível destacar o protagonismo dos discentes na busca do conhecimento, o estímulo ao diálogo e a interação por meio do trabalho em equipe, o desenvolvimento de habilidades no uso de recursos tecnológicos, o exercício da criatividade e uma maior conexão com a comunidade local.
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ESPAÇOS, SUPORTES E EXPERIÊNCIAS
Este livro reúne experiências acerca dos diferentes espaços, suportes e experiências de aprendizagem histórica, considerando a aprendizagem histórica como um o processo de formação da identidade e orientação históricas mediante as operações da consciência histórica (RÜSEN, Jörn). Compreendendo a dinâmica destes aprendizados nos espaços escolares, por meio dos suportes pedagógicos e das experiências de ensino.
Número ISBN 978-65-86413-30-4 .
CRUZ, José Vieira da; SANTOS, Fábio Alves dos
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2018/ ISBN 978-85-518-0969-3
Marcela Wanderley, George Conrado, Ailton Junior e Maria Luiza da Silva (org.)
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ISBN: 978-65-85651-44-8
A expansão das tecnologias no contexto social evidenciou a necessidade do trabalho com os gêneros digitais, bem como do processo de escrita destes no ambiente escolar. Diante disso, esta pesquisa, fruto da dissertação de mestrado profissional em Letras- Profletras, buscou a ressignificação do ensino de produção textual baseado nas práticas
de linguagens contemporâneas do mundo real com o objetivo geral de analisar a inter-relação dos gêneros opinativos/argumentativos playlist comentada e resenha, refletindo sobre as possíveis contribuições pedagógicas que a produção de ambos os gêneros pode proporcionar para o desenvolvimento da competência escrita dos estudantes.
Nesse sentido, realizamos um levantamento teórico, investigando três pilares centrais, os quais se tornaram indissociáveis à nossa discussão, sendo eles: o pilar da escrita, o pilar tecnológico e o pilar dos estudos de gênero, integrados ao nosso objetivo geral e fundamentados respectivamente nos estudos de Antunes (2003), Ribeiro (2018) e Bezerra (2017) em conjunto com Rojo (2015) e Motta-Roth e Hendges (2010). Para o procedimento metodológico, utilizamos a pesquisa bibliográfica embasada nas concepções de Fonseca (2002). Esse levantamento teórico contribuiu para construção de um produto educacional, que fez uso da Sequência de Ensino de Aguiar Jr. (2005) composta por quatro fases, são elas: a problematização inicial; o desenvolvimento da narrativa do ensino; a aplicação dos novos conhecimentos e a reflexão sobre o que foi aprendido. Tal construção se deu tendo em vista o período de excepcionalidade da pandemia do COVID19, que impossibilitou a execução de nossa proposta de intervenção.
Como resultado, destacamos a apresentação desse produto de natureza propositiva, o qual defende que mudar práticas de alguma forma já cristalizadas pode contribuir para a melhoria do processo educacional. Concluímos nossa pesquisa acreditando que a proposta de inter-relacionar os gêneros em pauta, além de fomentar a utilização das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) nos estudos de gêneros e da escrita, traz uma possibilidade ao professor de tornar as práticas de produção textual, na escola, mais atrativas para os estudantes.
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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HISTÓRIA E MEMÓRIAS DO SEMINÁRIO REGIONAL DO NORDESTE II, DO INSTITUTO DE TEOLOGIA DO RECIFE E DO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E ASSESSORIA
O tema abordado pelo Professor Newton Cabral trata de algumas iniciativas tomadas no âmbito da igreja católica no Recife entre 1960 e 1990, em relação à formação de sacerdotes, notadamente o Instituto de Teologia do Recife (ITER), o Seminário Regional do Nordeste (SERENE) e o Departamento de Pesquisa e Assessoria (DEPA). O estudo de Newton, mesmo sem mencioná-la no título, contempla igualmente a história de outra iniciativa, a Teologia da Enxada, à qual são dedicadas algumas páginas. O subtítulo do trabalho: história e memórias do Seminário Regional do Nordeste II, do Instituto de Teologia de Recife e do Departamento de Pesquisa e Assessoria não cobre inteiramente o conteúdo de um livro que trata igualmente das experiências em torno da Teologia da Enxada.
Número ISBN 978-65-86413-05-2
CABRAL, Newton Darwin de Andrade
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ISBN: 978-85-7856-171-0
"Este livro é produto de reflexões a respeito da Educação Superior em Matemática nas quais buscamos entender como ocorre o processo de acomodação de conteúdos matemáticos desde os mais próximos da realidade concreta aos mais abstratos. Inicialmente testamos alguns conteúdos ministrados em minicursos para alunos de licenciatura em Matemática. Essas experiências nos ajudaram a maturar algumas ideias melhorando a forma do repasse de conteúdos. Enfatizamos que este é um livro destinado a leitura extracurricular, pois buscamos não apenas expor alguns conceitos, como também buscamos apresentá-los de forma que o leitor perceba a relação crescente de abstração que os envolve."
Eudes Mendes Barboza
Islanita Cecília Alcantara de Albuquerque Lima
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Em tempos de pandemia, esta pequena coletânea foi organizada sob o espectro da urgência. Foi estruturada através de trocas de e-mails que correram o mundo e agora se apresenta para colaborar no esforço de analisar a tragédia. Vivemos tempos terríveis, sim. Os textos aqui contidos significam o esforço em oferecer interpretações, sugerir caminhos e, de alguma forma, poder nos ajudar para que a travessia por dias tão tristes seja um pouco menos dolorida.
Número ISBN: 978-65-86413-16-8
MAYNARD, DILTON; SCHURSTER, Karl
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- Diálogos de Machado de Assis com a tradição
- Crioulizações nas Minas Gerais Sete e Oitocentista: sobrevivências culturais africanas no interior do Brasil.
- Rotas estratégicas para um território distrital: diagnóstico e governança para a superintendência de infraestrutura e obras da autarquia de Fernando de Noronha
- Sequências Didáticas para o Ensino de Química: