ISBN: 978-65-85651-62-2
A degradação ambiental por nós causada, também pode ser, por nós, revertida. Acredito na educação como chave para qualquer mudança. A educação que dialoga, que sensibiliza, que transforma. A educação que liberta, que empodera, que conscientiza. A Educação Ambiental congrega todos esses predicados. Transdisciplinar por definição, democrática nas ações, a Educação Ambiental é por todos e para todos. Nesse livro reúno um conjunto de ações de Educação Ambiental que têm como objetivo promover reflexões, discussões e mudanças de hábitos frente à nossa relação com nosso ambiente. Precisamos agir localmente para conseguirmos um efeito global. Voltadas para as mais diversas faixas etárias, atuando desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, tais ações têm em comum o fato de serem simples, práticas, viáveis e de baixo custo, podendo ser reproduzidas nas escolas ou universidades, sob as mais variadas temáticas ambientais. Pretendo através dessas experiências estimular novos educadores a desenvolver ações como essas em suas escolas e comunidades, espalhar as sementes da Educação Ambiental e ajudar a construir um mundo melhor para as próximas gerações.
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Humberto Gomes Vidal et. al.
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ISBN: 978-65-85651-83-7
Esta pesquisa objetiva analisar como a utilização de jogos pedagógicos pode contribuir para minorar necessidades de aprendizagem quanto ao uso da pontuação na escrita de alunos do 8º ano do ensino fundamental. Partimos da investigação das dificuldades em produções textuais e construímos uma Sequência Didática, propondo a interação e aprendizagem ativa. Nos módulos de ações interventivas, contemplamos uma concepção reflexiva e significativa de aprendizagem linguística, inspirada metodologicamente em Pilati (2017). O contexto da pesquisa é uma escola pública municipal localizada em São Bento do Una –PE. A base teórica está centrada em Antunes (2003; 2014), Consenza e Guerra (2011), Machado e Elias (2022), Kishimoto (2021), Almeida (2013) e Miranda (2020), Caillois (2017), Huizinga (2019), Amaral e Ohy (2023), Lukeman (2011) e Ferrarezi Jr. (2021). Analisamos, ainda, como a pontuação é abordada nos documentos oficiais da Educação Básica e em recursos pedagógicos. Os estudantes superaram as fragilidades diagnosticadas, ampliando sua compreensão em relação a pontuação e aos aspectos da organização da língua, refletindo sua evolução em sua escrita.
Autora: Maria Célia Rocha de Moraes
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ISBN: 978-85-518-5479-2
"A cirurgia cardíaca brasileira, apesar das limitações tecnológicas existentes no Brasil, teve papel importante na história da cirurgia cardíaca mundial com grandes contribuições em todas as áreas da cirurgia cardiovascular. Embora o Brasil não tenha sido capaz de oferecer aos seus cirurgiões esse grau de desenvolvimento tecnológico existente nos países desenvolvidos, esse déficit foi compensado pela alta criatividade dos cirurgiões brasileiros, principalmente na criação de técnicas cirúrgicas inovadoras. A criatividade nata existente entre os cirurgiões brasileiros é a responsável por colocar a cirurgia brasileira cardíaca num patamar de igualdade com as demais cirurgias desenvolvidas em todo o mundo . Esses eventos aconteceram principalmente no hemisfério norte, mas cirurgiões em todo o mundo tiveram participação nesse desenvolvimento."
Autor: Prof. Dr. Ricardo Lima.
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LITERATURA, CULTURA E ALTERIDADE
Todos os textos aqui reunidos, de uma forma ou de outra, procuram se posicionar diante dos novos desafios provocados pelas mudanças no campo literário, mudanças essas que atingem diretamente o corpo de pesquisadores. A importância desse trabalho vai para além de um significado puramente simbólico, uma vez que todos os pesquisadores, além de integrarem o programa de Mestrado Profissional em Letras do campus Garanhuns PE, são professores atuantes nas redes estadual e municipal do Estado. As questões aqui apresentadas, portanto, estão intimamente relacionadas à prática docente desses profissionais, assumindo um sentido mais profundo de práxis que cumpre não apenas as expectativas do PROFLETRAS, mas atende também aos significados mais profundos que estão na base do próprio conceito de extensão universitária. Nesse sentido, acreditamos ser um passo importante o processo de compartilhamento e divulgação científica dos resultados obtidos por esses pesquisadores em suas práticas.
Número ISBN: 978-85-7856-220-5
Acauam Silvério de Oliveira (Orgs.).
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CONCEPÇÃO, SUJEITOS E PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE EDUCADORES EM PERNAMBUCO
Esta obra é o resultado do processo de construção de uma área científica A Educação do Campo - no âmbito da graduação e pós graduação da UPE Campus Mata Norte. A experiência na área surgiu no período de 2000-2004, quando vivenciamos as primeiras experiências com a formação de monitores para atuar na Alfabetização de jovens e adultos em áreas de reforma agrária. No período de 2004 a 2008, a UPE consolidou suas experiências com a formação de educadores do campo, através da oferta dos cursos Normal Médio e Licenciatura em Pedagogia (Pedagogia da Terra), para acampados e assentados da reforma agrária, no âmbito do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária - PRONERA. A aproximação com os movimentos sociais e as práticas de formação de educadores do campo, contribuíram para a produção de conhecimento científico na área, através da orientação de TCCs na graduação e na pós-graduação, artigos científicos, eventos científicos, formação de grupo de pesquisa, entre outros. Em 2018 foram aprovados três novos cursos: Licenciatura em Pedagogia, Licenciatura em Geografia e Especialização em Educação do Campo. A publicação desta obra vem consolidar a Educação do Campo, como área científica na Universidade de Pernambuco e contribuir para a política de formação de educadores do campo na graduação e pós-graduação do Campus Mata Norte, como também para a divulgação da produção científica da UPE - Campus Mata Norte em Pernambuco e no Brasil.
Número ISBN: 978-85-7856-218-2
Ana Maria Sotero Pereira (Orgs.)
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ISBN: 978-85-7856-263-2
O Dicionário Crítico dos Fascismos é uma obra coletiva que oferece, de forma inédita no Brasil, um panorama abrangente, analítico e multidisciplinar sobre um dos fenômenos políticos mais persistentes e mutáveis da história contemporânea. Reunindo especialistas nacionais e estrangeiros das áreas de História, Ciências Sociais, Ciência Política e Filosofia, o livro percorre quase um século de experiências autoritárias, do fascismo italiano e do nacional-socialismo alemão às novas configurações do neofascismo no século XXI, como o trumpismo, o bolsonarismo e outras manifestações de extrema direita no mundo.
Orgs. Francisco Carlos Teixeira da Silva, Edgar da Silva Gomes, Felipe Azevedo Cazetta, Karl Schurster, Márcia Carneiro.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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- Ensino de história: teorias, práticas e novas abordagens – Volume 3: “Patrimônio cultural, memórias, identidades e mundos do trabalho no ensino de História”
- História em Sala de Aula: Novas Abordagens e Saberes
- A Formação Inicial de Professores no Contexto do Programa Residência Pedagógica e Seus Desafios em Tempos de Pandemia
- Meandros Geográficos: práticas da formação do professor