Número ISBN: 978-65-86413-77-9
Sinopse: O Programa Associado de Pós-Graduação em Enfermagem, da Universidade de Pernambuco e Universidade Estadual da Paraíba realizou, entre os dias 25 a 27 de outubro de 2021, o 10° Seminário Internacional em Promoção da Saúde e Cuidar em Enfermagem, que aconteceu em formato online, em Recife, na Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças da Universidade de Pernambuco. O Seminário teve o seu início no ano de 2011 e até a presente data, tem oportunizado aos participantes o estudo sobre os diferentes modelos de Promoção à Saúde e as políticas e práticas de saúde e enfermagem numa perspectiva global. A 10ª edição teve como Tema Central: “A Promoção da Saúde nos Diversos Cenários do Cuidar”, com conferências e mesas redondas com participação de professores, pesquisadores e desenvolvedores de políticas de Portugal, México, Peru, Colômbia, Brasil e Organização Pan Americana de Saúde. Ao longo de 3 dias o evento aprofundou o debate científico em torno das experiências exitosas de Promoção à Saúde e seus desafios em contexto pandêmico, do uso das tecnologias do cuidar para a Promoção à Saúde, com enfoque nas doenças crônicas não transmissíveis, bem como os caminhos para a consolidação da pesquisa na pós-graduação em enfermagem. Ao todo foram 589 inscritos de todos os Estados do Brasil e de alguns países da América Latina e Caribe, com 90 trabalhos científicos aceitos sob a forma de resumo simples e apresentados no evento on-line na modalidade de vídeo apresentação.
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Número ISBN: 978-65-86413-68-7
Sinopse: Esta pesquisa busca investigar por que os estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental não apresentam, ou recorrem apenas a um determinado tipo de argumento na modalidade escrita da língua. Para isso, elencamos os argumentos: argumentum a contrario, causalidade, argumento de autoridade, argumento pelo modelo e antimodelo, para observar a ocorrência ou ausência deles nas produções escritas dos estudantes e assim, propor uma intervenção pedagógica, a partir de uma sequência de atividades, que possa promover a reflexão sobre os tipos de argumentos citados e sua importância na construção de um texto argumentativo escrito.
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Este livro foi desenvolvido no ano de 2018 como um dos trabalhos da disciplina de Metodologia de Ensino e Pesquisa Tecnológica - MEPT lecionada aos alunos de mestrado do Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil - PEC da Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco - POLI/UPE. Os alunos com a colaboração de seus orientadores e professores da disciplina desenvolveram artigos nas diversas linhas de atuação dos grupos de pesquisa vinculados ao PEC/POLI/UPE, a saber: AQUAPOLI (Grupo de Recursos Hídricos), AMBITEC (Grupo de Pesquisa de Engenharia Aplicada ao Meio Ambiente), DESS (Grupo de Ensino, Extensão e Pesquisa Desenvolvimento Seguro e Sustentável), NSHT (Ergonomia, Higiene e Segurança do Trabalho), POLITECH (Tecnologia e Gestão da Construção de Edifícios). Onze artigos foram escolhidos para compor o conteúdo deste livro e servir de exemplo de artigos científicos de revisão sistemática da literatura utilizando a método PRISMA Principais itens para relatar revisões sistemáticas e meta-analises aplicadas a diversas áreas da Engenharia Civil.
Número ISBN: 978-85-7856-224-3
ZLATAR, Tomi; RABBANI, Emilia; BARKOKÉBAS, Béda
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Número ISBN: 978-65-86413-75-5
Sinopse: Grande parte dos conteúdos expostos neste e-book é perpassada pela Covid-19, geralmente com o propósito de demonstrar como essa pandemia tem afetado as pessoas idosas, sobretudo as mais pobres. Dir-se-ia que a Covid-19, pela extensão das consequências sociais, tornou-se menção obrigatória, seja qual for a centralidade do debate. Nessa trilha, considerando a perspectiva que orienta a formulação dos textos, parece adequado explorar uma faceta da pandemia que tem relações importantes com a pobreza e o envelhecimento nesta sociedade capitalista. A Oxfam-Brasil afirma que as “32 empresas mais rentáveis do mundo lucraram US$ 109 bilhões a mais durante a pandemia de Covid-19, em 2020, do que a média obtida nos quatro anos anteriores (2016-2019)”
PAIVA, Sálvea de Oliveira Campelo e.; BENEDITO, Joronete de Carvalho; FREITAS, Priscylla de
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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A família é considerada um grupo de pessoas ligadas por vínculos biológicos e/ou afetivos que, claramente, não tem uma forma de composição única, isso decorre do fato de que o afeto não se apresenta sempre do mesmo modo. Não cabe ao Estado ou a sociedade impor as pessoas que respeitem um determinado formato de família. O atual sistema jurídico deixou de valorizar as formas para priorizar as pessoas. A presente obra tem por finalidade apresentar as novas composições familiares e repercussões no direito das famílias e sucessões. Os novos arranjos familiares tem como característica a pluralidade de parceiros ou genitores, que excedem o tradicional modelo constituído pelos casais ou pares. De outro modo, família parental não somente é aquela onde estão presentes a figura do pai, mãe e filho(s), pois também será parental a comunidade monoparental, a família homoafetiva com descendente(s) e a multiparental. Do mesmo modo, a família conjugal não se limita ao casal hetero e homoafetivo, pois se estende a família paralela e poliafetiva. Cabe ao Estado e a sociedade proteger e possibilitar que os novos grupos familiares possam usufruir dos mesmos direitos das demais famílias.
Número ISBN: 978-85-7856-221-2
Giorge André Lando (Orgs.).
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Número de ISBN 978-85-7856-185-7
JUNIOR, Marco Aurélio de Valois Correia; JUNIOR, Edivaldo Xavier da Silva; AMARAL; Auxiliadora René de Melo
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ISBN: 978-65-85651-41-7
Dançar em Pernambuco envolve expressões tão abrangentes quanto os maracatus rurais da Zona da Mata, os clubes de Frevo, os cocos de Arcoverde, o xaxado de Serra Talhada, assim como os múltiplos grupos de danças e escolas que desafiam crianças, jovens e a população em geral ao se aproximar de danças urbanas, balé, jazz, danças de salão, e danças populares, entre outras. Neste estudo, objetivamos descrever as redes de formação e atuação nas escolas, grupos, companhias, grupos, coletivos e artistas independentes das danças, como grupos artísticos, em Pernambuco, através de uma pesquisa exploratória de levantamento de dados em 11 municípios de 4 regiões intermediárias do estado, levando em consideração não só atores humanos, mas também instituições e outros objetos atuantes. Ao final, reconhecemos que nas redes de formação e atuação identificamos redes com poucas conexões e baixa modularidade, mas também uma rede que apresentava características que apontam, possivelmente, para diversidade e robustez.
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