ISBN: 978-65-85651-64-6
Este e-book é o resultado das atividades realizadas pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) deu início a uma nova edição do subprojeto História/Geografia (2022-2024). Durante 18 meses o núcleo foi coordenado pelas docentes Prof.ª Dra. Maria Andréa Angelotti Carmo, Prof.ª Dra. Nara Rúbia de Carvalho Cunha e Prof.ª Dra. Angela Fagna Gomes de Souza, atuando ao todo em conjunto com 4 escolas públicas de Uberlândia: E.E. Américo Renné Giannetti, Escola de Educação Básica da UFU (ESEBA), E.M. Prof. Jacy de Assis, e E.E. Ângela Teixeira da Silva. Na última delas, o grupo foi supervisionado pela professora Mislele Souza da Silva, mestre e graduada em História pela UFU, além de autora do livro “Mulheres em Luta: o movimento feminino pela anistia” (2020), atualmente professora efetiva da rede estadual de educação de Minas Gerais. Assim, de outubro de 2022 até abril de 2024, os meses foram de muito trabalho, estudo e produção de conhecimento que proporcionou ricas atividades de ensino que serão apresentadas nesta obra.
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ISBN: 978-65-85651-40-0
O projeto “Meandros Geográficos” é uma iniciativa dos docentes da Universidade de Pernambuco, com objetivo de realizar a divulgação científica da comunidade acadêmica. A coletânea se encontra no quinto volume, o primeiro publicado em 2017. O livro é composto por 10 (dez) artigos das diferentes áreas da geografia, com discussões relativas às ciências humanas e da natureza, com foco na geografia e análise do espaço geográfico. Também trazem pesquisas voltadas para a geografia escolar, salientado a importância da formação de professores.
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ISBN: 978-65-85651-16-5
Após protagonizar diversas lutas, o Ministério Público se firmou, constitucionalmente, como uma instituição indispensável para a sociedade brasileira. Inicialmente, se apresentou com um perfil exclusivamente demandista. Todavia, na atualidade se observa a tendência de um Ministério Público com um perfil resolutivo, sem substituir o perfil demandista.
Nesse sentido, João Gaspar Rodrigues (2015, p. 5) explica que se trata de “dois perfis de necessária convivência, um sendo o complemento do outro.” Nas palavras do autor, quando não obtida a solução para um determinado fato pela atuação resolutiva ou extrajudicial, deve-se então se utilizar do perfil demandista.
E assim, o Ministério Público passou a desenvolver novas e atuais atividades com a finalidade de viabilizar acordos e ajustamentos de conduta contraprestacional de medidas reparatórias ou indenizatórias em relação aos atos infracionais praticados e cometidos como metas resolutivas dos conflitos de interesse.
Diante de tal cenário, pesquisadores da Universidade de Pernambuco – UPE, representados pelo Grupo de Pesquisa Direito do Trabalho e os Dilemas da Sociedade Contemporânea, nas pessoas dos Professores Doutores Isabele Bandeira de Moraes D’Angelo e Giorge Andre Lando com a finalidade de promover a pesquisa no meio acadêmico e, também, assegurar, por intermédio da presente coletânea de capítulos, a publicação dos resultados dos estudos realizados por docentes e discentes do curso de Pós-Graduação MBA em Gestão do Ministério Público da Universidade de Pernambuco - UPE, bem como das demais interessadas na temática proposta: “Ministério Público Resolutivo”. Para tanto, a partir de experiências interdisciplinares e sob a ótica dos Assistentes do Ministério Público de Pernambuco apresentam os resultados dos estudos, debates e trabalhos científicos relacionados à temática, permeando a necessária crítica a respeito da instituição Ministério Público.
Em virtude da adesão massiva, a obra está divida em dois tomos, cada um contando com 127 e 103 páginas respectivamente. Este volume I é composto por 08 (oito) artigos, de temáticas relacionadas ao Ministério Público Resolutivo e os Métodos de Gestão de Conflitos. Enfim, os textos relevam a preocupação com os rumos tomados pela sociedade atual e o que se pode fazer seja na seara acadêmica, legal, profissional ou pessoal para melhorá-lo. Tal preocupação em si, associada à qualidade dos trabalhos selecionados para além de nos encher de alegria e esperança consolidam a nossa crença de que ainda há muito por fazer, mas o recado vem sendo dado e a universidade tem cumprido seu papel.
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ISBN: 978-85-7856-267-0
O ensaio “Rotas Estratégicas para um Território Distrital: Diagnóstico e Governança para a Superintendência de Turismo, Cultura e Esporte da Autarquia de Fernando de Noronha” representa um marco na construção de um futuro sustentável e inovador para o arquipélago. Resultado de um processo colaborativo, da Autarquia Territorial do Distrito Estadual de Fernando de Noronha (ATDEFN) em parceria com a Universidade de Pernambuco e atores locais, a obra reúne diagnósticos, cenários e propostas para orientar o desenvolvimento do território de forma integrada. O trabalho parte de um diagnóstico detalhado dos desafios e potencialidades de Noronha, abordando dimensões ambientais, sociais, culturais, econômicas e institucionais. A partir dessa base, são construídas rotas estratégicas que articulam diretrizes de ação, indicadores de acompanhamento e perspectivas de longo prazo.
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Número ISBN: 978-65-86413-72-4
Sinopse: Desde que foi criada, até bem poucos anos atrás, a internet mudou o modo como trabalhamos, vivemos, nos divertimos e aprendemos. Nos últimos anos interferiu também no modo em que as pessoas se relacionam (CASTELS, 2003; BRIGGS e BURKE, 2006, CHARTIER, 2009). Tais transformações tornam desejável a discussão sobre o modo como estas mudanças repercutem na organização espacial e temporal no mundo e de que modo os estudiosos das ciências sociais podem, ou deveriam, se mover ao interno dessas redesenhadas estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais que emergem nesse cenário de saturação das mídias que constitui a era digital. A internet com seus bancos de dados, softwares, arquivos e bibliotecas online abre uma miríade de questionamentos para os historiadores do nosso século, uma vez que possibilita novas formas de representação do passado e de memória na rede (VITALI, 2005).
LUCCHESI, Anita
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-85-7856-255-7
Desde os anos 1970, a partir da 1ª Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano realizado em 1972, existe um consenso internacional de que a solução para os problemas que nós causamos ao meio ambiente está na educação. Ao longo destes 50 anos, muito avançamos enquanto sociedade, instituições de ensino e pesquisa, e poder público, no campo da Educação Ambiental, tanto em teoria, quanto na prática, mas ainda há um longo caminho a trilhar. Este livro reúne pesquisas baseadas em revisões da literatura desenvolvidas em conjunto com estudantes de graduação e pós graduação da Universidade de Pernambuco, que focaram nos aspectos políticos, sociais, culturais e econômicos da Educação Ambiental nas suas várias frentes de atuação. Essa obra traz uma importante contribuição para o entendimento sobre a diversidade de campos de atuação da Educação Ambiental, tanto na educação formal quanto não formal, incluindo a integração de outras áreas como as Artes e a Comunicação, propiciando aos leitores, principalmente aqueles interessados em atuar nessa área, a explorar o grande potencial deste campo do conhecimento em crescente expansão.
Org. Mariana Guenther
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ISBN: 978-85-7856-289-2
O livro que o/a leitor/a tem em mãos é fruto do trabalho coletivo de realização do V Seminário Internacional Brasil no Século XIX, ocorrido em Recife em 2024, e promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos do Oitocentos (SEO) em parceria com a Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural de Pernambuco (PGH/UFRPE) e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (PPGH/UFPE). O tema do Seminário foi voltado para o debate sobre os 200 anos da Confederação do Equador, motivo eleito igualmente como mote para muitos eventos e publicações naquele ano.
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- Autismo e inclusão: Uma análise das práticas pedagógicas em sala de aula
- Memorial CH / UPE: História do Complexo Hospitalar da Universidade de Pernambuco Prof. Dr. Enio Lustosa Cantarelli 1884 - 2022
- Ensino de História: teorias, práticas e novas abordagens – Volume 4: “O heroico, o lendário e o fabuloso: fronteiras transdisciplinares entre ensino de História, Memória e Literatura”
- Ilha de Mercês: raízes em movimento