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Comblin em re-vista: teologia em diálogo com a práxis

ISBN: 978-65-85651-92-9

O livro “Comblin em re-vista: teologia em diálogo com a práxis”, coletânea de 15 textos de autoria da Profa. Dra. Alzirinha Rocha de Souza, que refletem sobre o pensamento de José Comblin. São textos que abordam temas que foram trabalhados por Comblin, sua práxis e como estes iluminam as questões pastorais atuais. A autora é responsável pela primeira tese doutoral que toma Comblin como principal autor, finalizada na Universidade Católica de Louvain em 2014. Dada o crescente número de pesquisadores nos diferentes níveis de pesquisa, Grupos de pesquisa, a publicação dos textos tem por objetivo contribuir além da divulgação do pensamento de Comblin, buscando refletir sobre o avanço das pesquisas acadêmicas que vêm sendo desenvolvidas atualmente.

Autora: Alzirinha Souza

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Aplicação do método prisma para revisão sistemática da literatura na engenharia civil

Este livro foi desenvolvido no ano de 2018 como um dos trabalhos da disciplina de Metodologia de Ensino e Pesquisa Tecnológica - MEPT lecionada aos alunos de mestrado do Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil - PEC da Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco - POLI/UPE. Os alunos com a colaboração de seus orientadores e professores da disciplina desenvolveram artigos nas diversas linhas de atuação dos grupos de pesquisa vinculados ao PEC/POLI/UPE, a saber: AQUAPOLI (Grupo de Recursos Hídricos), AMBITEC (Grupo de Pesquisa de Engenharia Aplicada ao Meio Ambiente), DESS (Grupo de Ensino, Extensão e Pesquisa Desenvolvimento Seguro e Sustentável), NSHT (Ergonomia, Higiene e Segurança do Trabalho), POLITECH (Tecnologia e Gestão da Construção de Edifícios). Onze artigos foram escolhidos para compor o conteúdo deste livro e servir de exemplo de artigos científicos de revisão sistemática da literatura utilizando a método PRISMA – Principais itens para relatar revisões sistemáticas e meta-analises aplicadas a diversas áreas da Engenharia Civil.

Número ISBN: 978-85-7856-224-3

ZLATAR, Tomi; RABBANI, Emilia; BARKOKÉBAS, Béda

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De Florbela às Florbelas:

DO MITO LITERÁRIO À INVENÇÃO DE UMA PERSONAGEM-ESCRITORA

Propõe-se um estudo sobre a maneira como a poetisa portuguesa Florbela Espanca, depois da sua morte e através de uma extensa apropriação biográfica, iniciada pelo professor italiano Guido Battelli, no afã de divulgar e publicar a sua obra literária e, consequentemente, obter lucro, passou, paulatinamente, a ser encarada como um mito literário, desde a década de 1930. Objetiva-se compreender o processo de mitificação da escritora, que tem se mostrado dinâmico e, de tempos em tempos, adquirido novos e inesperados contornos. Em chave didática, entende-se tal processo em dois momentos distintos e complementares: o primeiro momento, de feição crítico-biográfica, de 1930 a 1979, quando o mito florbeliano foi erigido e consolidado, e o segundo momento, de cariz crítico-ficcional, de 1979 à atualidade, no qual o mito em destaque expandiu-se e ganhou novas possibilidades de representação, com a transformação de Florbela em personagem literária. Para esta investigação, são analisadas as peças teatrais Bela-Calígula: Impromptu Teatral (1987), de Augusto Sobral; Florbela Espanca (1988), de Alcides Nogueira; Florbela (1991), de Hélia Correia; A primeira morte de Florbela Espanca (1999), de António Cândido Franco e Florbela Espanca – a hora que passa (2014), de Lorenna Mesquita e Fabio Brandi Torres. Também são analisados a biografia romanceada Florbela Espanca, a vida e a obra (1979) e o conjunto de poemas denominado De Florbela para Pessoa. Com amor (2017), de Maria Lúcia Dal Farra. Portanto, é possível inteligir que o mito florbeliano tem uma história de meandros que perpassam a gênese da mitificação, além de seu desenvolvimento, consolidação e expansão, tudo isto em um processo contínuo que não dá mostras de querer cessar, seja na atividade crítica seja em suas representações estéticas.

Número ISBN 78-65-86413-45-8

LEITE, Jonas Jefferson de Souza

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O Pré-vestibular da Universidade de Pernambuco - PREVUPE

ISBN: 978-65-85651-14-1

A obra é fruto de uma pesquisa sobre a experiência do programa pré-vestibular na UPE. O material ressalta as mudanças na política de extensão, amparada na Resolução do CNE 07/2018, com redefinição da bagagem adquirida pela experiência no campo da formação extensionista dos estudantes oriundos das licenciaturas em todo o Estado de Pernambuco, irrompendo nos desafios e avanços do programa.

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Pesquisas sobre Resolução de Problemas no Ensino de Ciências e suas Interfaces

ISBN: 978-65-86413-95-3

Sinopse: "Pesquisas sobre Resolução de Problemas no Ensino de Ciências e suas Interfaces foi elaborado a partir de trabalhos desenvolvidos no grupo de pesquisa “Ensino e Aprendizagem baseados na Resolução de Problemas” (NUPEABRP), certificado pelo CNPq, e vinculado aos Programas de Pós-Graduação em Ensino de Ciências (PPGEC), ao Mestrado Profissional em Química em Rede Nacional (PROFQUI) e ao Departamento de Química da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).  [...] O e-book traz uma seleção de artigos de pesquisa produzidos pelo grupo, que objetivam contribuir como suporte teórico-metodológico para o ensino de ciências, e prática de ensino de professores e professoras de ciências sobre a abordagem de resolução de problemas no espaço da sala de aula de escolas e universidades."

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Sonhos não envelhecem: Francisco Carlos Teixeira da Silva e a História do Tempo Presente no Brasil (e-book)

ISBN:  978-85-518-7404-2

Este livro celebra os 70 anos de vida de um egrégio batalhador/pesquisador das causas nacionais e democráticas. Como intelectual polivalente e comprometido, Francisco Carlos Teixeira da Silva é o que, na linguagem do futebol, se chama de "craque" que joga nas onze posições do time. Precursor e promotor dos estudos acadêmicos da História do Tempo Presente no Brasil, soube incorporar à sua agenda de pesquisa tantos temas estratégicos de Segurança e Defesa, quanto variadas dimensões e manifestações da vida popular cotidiana. Como fio condutor dessa trajetória, um forte compromisso com a Democracia, com o Brasil e com a missão emancipadora da Educação.

Organizadores: Karl Schurster, Sabrina Medeiros, Dilton Maynard e Francisco Eduardo Alves de Almeida

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Novo dicionário crítico do pensamento das direitas: ideias, personagens e instituições. Volume 2

ISBN: 978-65-85651-24-0

Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.

Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).

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61 anos do golpe e da ditadura de 1964 em Pernambuco: direitos humanos e movimentos sociais - Volume 1

ISBN: 978-65-85651-93-6

Este volume da coletânea aborda, sob a ótica dos direitos humanos e movimentos sociais, como foi o golpe de 1964 e os desdobramentos da ditadura em Pernambuco. Os textos são produzidos por profissionais relevantes academicamente, que possuem formações variadas e atuam em instituições de pesquisa e ensino diversificadas

Org. Thiago Nunes Soares

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  1. Meandros Geográficos: práticas da formação do professor
  2. História, internet e novas mídias: preocupações e questionamentos para historiadores do século XXI
  3. Ensino de História: teorias, práticas e novas abordagens – Volume 4: “O heroico, o lendário e o fabuloso: fronteiras transdisciplinares entre ensino de História, Memória e Literatura”
  4. Aprendizagem linguística em jogo: Ações interventivas em prol da recuperação de habilidades pontuatórias na escrita de estudantes do ensino fundamental

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