ISBN: 978-85-518-7454-7
A coletânea busca mapear e problematizar os temas que estão sendo investigados nos Programas de Pós-Graduação em História em Pernambuco, na tentativa de identificar tendências na pesquisa histórica, contribuindo assim para a ampliação do debate historiográfico.
Organizadores: Juliana Alves de Andrade, Humberto da Silva Miranda e Uiran Gebara da Silva
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VOLUME 1
2018/ ISBN 978-85-518-0957-0
Smone Rosa da Silva (org.)
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ISBN: 978-85-7856-289-2
O livro que o/a leitor/a tem em mãos é fruto do trabalho coletivo de realização do V Seminário Internacional Brasil no Século XIX, ocorrido em Recife em 2024, e promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos do Oitocentos (SEO) em parceria com a Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural de Pernambuco (PGH/UFRPE) e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (PPGH/UFPE). O tema do Seminário foi voltado para o debate sobre os 200 anos da Confederação do Equador, motivo eleito igualmente como mote para muitos eventos e publicações naquele ano.
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ISBN: 978-65-85651-73-8
Reunião de estudos apresentados por pesquisadores e jovens pesquisadores no evento intitulado Sociedades Africanas: religiosidades, identidades e conexões globais, realizado no ano de 2021 no âmbito do Programa de Pós-Graduação em História. Os trabalhos abordam as relações históricas de diferentes sociedades africanas, situadas nas regiões da Senegâmbia e Guiné, África centro-ocidental, Chifre da África e África oriental, com os modelos cristãos e muçulmanos, as origens até o século XX. O objetivo é detectar os modos particulares das interações, trocas, reações e resistências de lideranças espirituais africanas, bem como as implicações políticas e sociais dos fenômenos religiosos no continente, no passado e no presente.
ORGANIZADORES: Gabriel dos Santos Giacomazzi, José Rivair Macedo e Saido Baldé
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ISBN: 978-65-85651-89-9
Esta obra é oriunda da dissertação: FUTEBOL, UM FENÔMENO SOCIOCULTURAL: desafios e possibilidades no Ensino Médio. O autor, professor Me. Pedro da Hora Jr., atua na educação pública básica desde 2016. A obra é um convite a conhecermos sala de aula do professor e dos seus estudantes do Ensino Médio. Aqui, o docente terá acesso a uma possibilidade de sistematizar uma unidade didática abordando o Futebol e conectando-o aos subtemas: luta de classes, mundos do trabalho, democracia, gênero e racismo.
Autor: Pedro Fernando de Menezes da Hora Júnior
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PESQUISA E ENSINO PARA UMA ESCOLA INCLUSIVA
O volume compila artigos de diferentes autores/as que se dedicaram a pesquisar literatura de minorias étnicas e sexuais, ou seja, de autoria feminina, negra ou LGBTQI+, pelo viés do ensino de literatura. Privilegiou-se as pesquisas que se voltam à formação de leitores/as e ao letramento literário na educação básica. O objetivo geral é a reflexão acerca da inclusão de autoria de minorias no repertório literário em sala de aula para as mesmas minorias que compõem o corpo discente, promulgando a inclusão, a representatividade, o local de fala e a visibilidade tanto em relação à literatura lida na escola, como ao público leitor.
Numero ISBN 978-65-86413-39-7
Org.OLIVEIRA, Gisele Pereira de
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ISBN: 978-85-518-5709-0
À medida que o século XXI se adentra, pesquisadores de diversas áreas têm percebido as falhas da Academia, construída segundo moldes imperialistas ocidentais ao longo dos séculos XIX e XX, em ignorar ou rejeitar os diversos saberes produzidos fora dos muros universitários. Críticas decoloniais estão, hoje, cada vez mais procurando olhar para fora, para os atores sociais não intelectuais, observando-os como produtores de saberes e não apenas como objeto de estudos. Com essas considerações em mente, organizamos o presente trabalho procurando reunir estudos que potencializam e dão visibilidade a saberes históricos que são produzidos fora das salas de aula universitárias.
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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- Experiências da prática pedagógica nas licenciaturas: investigações e propostas didáticas - Volume 1
- Místicos e Místicas do Nordeste (Século XX)
- Diálogos sobre o ensino, a aprendizagem e a formação de professores
- Proteção Social Especializada para Pessoas Idosas em Diferentes Contextos: Dinâmica e funcionamento das Instituições de longa Permanência no Brasil, Portugal, Espanha, Uruguai, Argentina, México e Angola