ISBN: 978-85-518-5139-5
Este livro foi engendrado a partir da compreensão de que o ensino de História além de se constituir em uma práxis, ou seja, de ser o movimento do agir pensando e do pensar agindo (SOUZA, 2001) dos professores da disciplina, também se apresenta enquanto um objeto de estudos acadêmicos. O que hoje nos parece uma obviedade, nos idos do nosso curso de graduação, quando travávamos os primeiros contatos com produções deste gênero, nos surpreendeu a descoberta de um campo vasto e rico. É interessante refletirmos o fato de que mesmo na atualidade, após duas décadas de sólidas pesquisas no Brasil, segmentos significativos da própria academia demonstram certa dificuldade em reconhecer a contribuição e especificidade das investigações sobre a História enquanto disciplina curricular. No máximo este é percebido como um “objeto menor”, demonstrando, assim, pouca ou nenhuma visibilidade em relação a esta área do conhecimento.
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ISBN: 978-65-85651-82-0
O presente trabalho de mestrado vinculado à linha de pesquisa Políticas Educacionais, Formação Docente e Práxis Pedagógica, tem como objetivo empreender um estudo sobre as representações femininas medievais presentes no livro de História do 6º Ano mais utilizado no país e nas obras literárias infantojuvenis aprovadas pelo PNLD 2020 (Categoria 1), originárias no contexto medieval. Como metodologia adotou-se a pesquisa documental e bibliográfica, com o olhar decolonial sobre o livro História, Sociedade & Cidadania (6º Ano), sete obras literárias infantojuvenis e currículo de Pernambuco. Como resultados observou-se que é visível a ausência de empoderamento feminino na maioria dos acervos e a permanência da reprodução de desigualdades de gênero no livro de História, enquanto as figuras masculinas ocupam os espaços políticos, de poder e intelectualidade, as figuras femininas são representadas nos espaços de vulnerabilidade. A fim de trazer um novo olhar sobre a mulher na História e na Literatura e promover a educação de gênero no ambiente escolar, elaboramos como produto didático-pedagógico um e-book com contos biográficos sobre grandes mulheres medievais.
Autora: Joelandia Nunes Ulisses de Oliveira
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ISBN: 978-65-86413-96-0
"Em 8 de janeiro de 2023 o povo brasileiro assistiu atônito à invasão e à depredação das sedes dos três Poderes em Brasília. A horda raivosa, oriunda das diferentes regiões do Brasil, avançou quebrando e destruindo tudo que encontrava pela frente, inclusive obras de arte, o que resultou num enorme prejuízo financeiro e artístico para o país. Para além disso tudo, o que assistimos naquele dia foi um atentado contra a democracia do Brasil, foi a tentativa de um golpe de Estado.
Para tratar desse assunto, Francisco Carlos Teixeira da Silva e Karl Schurster utilizaram com muita competência a larga experiência que possuem no campo da pesquisa histórica, as vivências profissionais que tiveram em órgãos particularmente envolvidos nesse processo, como o Ministério da Defesa e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), para apresentar esta obra “Como (não) fazer um golpe de Estado no Brasil: uma História interna do 8 de janeiro de 2023” que consolida uma importante análise da
história de tempos passados, bem como do tempo presente para ajudar o leitor a compreender o golpe fracassado de 8 de janeiro desde a sua gestação até sua realização [...]"
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ISBN:978-85-7856-265-6
Este livro nasce de uma convergência intelectual em torno de um propósito comum: reconhecer o Espiritismo como um fenômeno histórico, social e cultural digno de investigação científica, sem reduzi-lo a objeto de fé ou curiosidade. Cada capítulo, embora preserve autonomia temática e metodológica, integra um conjunto coeso de reflexões que conferem unidade à obra e ampliam o horizonte interpretativo sobre o Espiritismo.
A interdisciplinaridade constitui um de seus eixos centrais, sustentando o diálogo entre a História, a Ciência da Religião e outros campos das Humanidades. Essa abordagem teórica e metodológica fortalece o debate e consolida o Espiritismo como tema legítimo de pesquisa acadêmica no Brasil e fora dele.
Mais do que uma coletânea de textos, esta obra expressa a continuidade e o amadurecimento de um percurso intelectual coletivo. Reúne pesquisadores comprometidos com o rigor historiográfico, a coerência analítica e a ampliação das fronteiras do conhecimento sobre o Espiritismo, reafirmando a importância de estudá-lo como parte constitutiva da história das ideias, das religiosidades e das práticas culturais.
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ISBN: 978-85-7856-249-6
Este trabalho apresenta um estudo histórico e cultural sobre a comunidade quilombola da Ilha de Mercês, localizada no município de Ipojuca/Pernambuco. Fruto de uma parceria pioneira entre o IAUPE – Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco e o Complexo Portuário de Suape, o Projeto de Realocação e Preservação Cultural dos Remanescentes do Quilombo Ilha de Mercês – Raízes em Movimento, visa assegurar que a realocação seja executada dentro das leis vigentes, respeitando os direitos dos quilombolas e o bem-estar geral da comunidade. Elaborado a partir de uma abordagem multidisciplinar, a pesquisa inicia-se com a contextualização da freguesia de São Miguel do Ipojuca, desde os tempos mais distantes, ainda no século XVI, enfatizando o papel dos engenhos de açúcar na construção da sociedade nordestina, e sobretudo, o lugar ocupado pelo Engenho Mercês, pilar econômico e social de Ipojuca.
A análise perpassa ainda pelo processo de colonização portuguesa, as invasões holandesas em Pernambuco, a mão-de-obra escravizada africana utilizada nas lavouras de açúcar e as consequências dessa estrutura colonial dentro da sociedade brasileira e a resistência dos remanescentes quilombolas da Ilha de Mercês. Ao longo do texto, são apontados dados históricos, sociais, econômicos e geográficos da formação daquele território, que além de acolher a comunidade da Ilha de Mer- cês, abriga também o Complexo Industrial Portuário de Suape, um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento econômico do Nordeste.
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ISBN: 978-85-518-5140-1
Escravidão, seus temas e problemas em aulas de história resulta de diálogos entre profissionais de história que atuam em diferentes níveis de ensino e pesquisa, desde o ciclo básico até cursos de graduação e pós-graduação. Por isso mesmo, quase todos os seus autores lecionaram ou lecionam no ensino básico e/ou têm filhos ou parentes em idade escolar. Todos, igualmente, passaram por formação superior em universidades públicas brasileiras, alguns com trânsito por universidades internacionais e/ou que mantêm interlocução com profissionais de diferentes partes do planeta. Uns autores são recém-doutores, outros já levam quase duas décadas de conclusão de seus doutorados e formam docentes em cursos de licenciatura em história. Apesar das experiências multifacetadas dos autores do livro em diferentes níveis de ensino e pesquisa, algumas perguntas “clássicas” entre historiadores professores nortearam todas as abordagens:
1) Quais os níveis de distanciamento entre as pesquisas de ponta nas
universidades e o cotidiano escolar do ensino de história na educação
básica?
2) Como superá-los e estreitar a distância entre universidades e escolas?
3) Quais os desafios atuais e vindouros que incidem e incidirão sobre a área a partir da implementação, ou não, da Base Nacional Curricular Comum?
4) Que temas e problemas de pesquisa historiográficos, inclusive o ensino de história, podem ser melhor ou simplesmente conectados, e como?
5) Como demandas sociais e políticas da contemporaneidade interferem no ensino nos níveis básico, médio e superior? Como o presentismo, a militância política e uma pedagogia centrada na “realidade do aluno”, se exacerbadamente orientados por questões e identidades políticas e sociais da atualidade, podem levar ao anacronismo e à deturpação do ensino de história?
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Pernambuco, por ser um dos pioneiros no Brasil nas ações desen¬volvidas em Infectologia Pediátrica, foi escolhido entre outros para relatar essa importante área de atuação da pediatria em nosso estado, capítulo importante a ser agregado à História da Infectologia Brasileira, projeto lançado pela Academia Brasileira de Pediatria (ABP), órgão consultivo e assessor da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), contemplando aquelas especialidades destacadas da pediatria nos estados de nosso país. Não se faz necessário afirmar a importância estabelecida pela história em qual¬quer circunstância no fortalecimento das atividades humanas. O ano do lançamento do projeto, 2016, não poderia ter sido mais oportuno, pois a Infectologia Pediátrica de Pernambuco, instalada em 1966 no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), dirigida pela Disciplina de Doenças Infecciosas e Parasitárias (DIP), estava completando seu Jubileu de Ouro.
ISBN 978-85-7856-210-6
João de Melo Regis Filho
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ISBN: 978-65-86413-89-2
Sinopse: A educação para o trabalho vem se mostrando uma pauta permanente e pertinente à autonomia pedagógica e formativa dos IFs, sobretudo porque vem buscando romper com a influência do neoliberalismo e do mercado de trabalho na formação de seus cursos, para que atuem de forma polivalente, desregulamentando relações de trabalho (naturalização da flexibilização) e confundindo a ideia de modernização em contrapartida ao crescimento da pobreza mitigada (BRASIL, 2010c). Associar o mundo do trabalho aos desafios trazidos pela globalização e pela informatização, com o uso das tecnologias, passou então a exigir da educação uma postura diferente: integrar os conhecimentos essenciais à vida, às práticas profissionais, para que se ofereçam respostas aos problemas complexos da sociedade de modo mais flexível, crítico e inovador (KUENZER; LIMA, 2013).
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