ISBN: 978-65-85651-83-7
Esta pesquisa objetiva analisar como a utilização de jogos pedagógicos pode contribuir para minorar necessidades de aprendizagem quanto ao uso da pontuação na escrita de alunos do 8º ano do ensino fundamental. Partimos da investigação das dificuldades em produções textuais e construímos uma Sequência Didática, propondo a interação e aprendizagem ativa. Nos módulos de ações interventivas, contemplamos uma concepção reflexiva e significativa de aprendizagem linguística, inspirada metodologicamente em Pilati (2017). O contexto da pesquisa é uma escola pública municipal localizada em São Bento do Una –PE. A base teórica está centrada em Antunes (2003; 2014), Consenza e Guerra (2011), Machado e Elias (2022), Kishimoto (2021), Almeida (2013) e Miranda (2020), Caillois (2017), Huizinga (2019), Amaral e Ohy (2023), Lukeman (2011) e Ferrarezi Jr. (2021). Analisamos, ainda, como a pontuação é abordada nos documentos oficiais da Educação Básica e em recursos pedagógicos. Os estudantes superaram as fragilidades diagnosticadas, ampliando sua compreensão em relação a pontuação e aos aspectos da organização da língua, refletindo sua evolução em sua escrita.
Autora: Maria Célia Rocha de Moraes
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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Experiências da prática pedagógica nas licenciaturas: investigações e propostas didáticas - Volume 2
ISBN: 978-65-85651-36-3
A coletânea resulta de pesquisas e experiências didáticas vivenciadas em contextos de ensino, que traduzem a contribuição do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) para a aprendizagem da docência na formação inicial dos licenciando de Biologia, Letras, Pedagogia, Matemática, História, Geografia, Computação (Informática) e Educação Física. Os resultados sinalizam que o PIBID tem contribuído significativamente para a aprendizagem da docência dos licenciados da Universidade de Pernambuco (UPE) por ensejar a imersão em diversas atividades de aprendizagem à docência e iniciação à pesquisa.
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ISBN: 978-85-7856-252-6
Este volume da coletânea aborda, sob a ótica do ensino e da educação, como foi o golpe de 1964 e os desdobramentos da ditadura em Pernambuco. Os textos são produzidos por profissionais relevantes academicamente, que possuem formações variadas e atuam em instituições de pesquisa e ensino diversificadas.
Org. Thiago Nunes Soares
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ISBN: 978-85-518-5142-5
Os artigos constantes desta obra intitulada SOBRE APRENDER E ENSINAR HISTÓRIA: ITINERÁRIOS DE PESQUISA, evidenciam o percurso de formação e pesquisa de professores(as)-historiadores(as), cujas temáticas de investigação encontram-se na linha fronteiriça entre História e Educação, sendo que algumas se assentam no campo da Educação Histórica – em suas variadas possibilidades – e outras estão ligadas à formação docente, seus fazeres e saberes. A coletânea é fruto, portanto, de esforço individual e coletivo de profissionais que acreditam na construção do conhecimento e na ciência como uma das formas possíveis de compreender a realidade que nos cerca e olhar o mundo com as lentes que ela nos fornece.
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Número ISBN: 978-65-86413-66-3
Sinopse: O presente livro ora publicado intitulado de Identidade, memória e pertencimento como instrumentos de luta no currículo escolar da Comunidade Quilombola de Trigueiros-PE de autoria de Romero Antonio de Almeida Silva, é resultado do seu mestrado em Educação pela Universidade de Pernambuco. Logo no início do texto o autor descreve sua história de vida e seu intenso envolvimento com a comunidade quilombola de Trigueiros e a educação, é perceptivo como ele forjou e foi forjado nesse processo de intensa vivência e trocas, neste sentido ele se torna um outro. Como afirmou Gilles Deleuze: “Mas é ao mesmo tempo, no mesmo lance, que nos tornamos maiores do que éramos e que nos fazemos menores do que nos tornamos”
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A família é considerada um grupo de pessoas ligadas por vínculos biológicos e/ou afetivos que, claramente, não tem uma forma de composição única, isso decorre do fato de que o afeto não se apresenta sempre do mesmo modo. Não cabe ao Estado ou a sociedade impor as pessoas que respeitem um determinado formato de família. O atual sistema jurídico deixou de valorizar as formas para priorizar as pessoas. A presente obra tem por finalidade apresentar as novas composições familiares e repercussões no direito das famílias e sucessões. Os novos arranjos familiares tem como característica a pluralidade de parceiros ou genitores, que excedem o tradicional modelo constituído pelos casais ou pares. De outro modo, família parental não somente é aquela onde estão presentes a figura do pai, mãe e filho(s), pois também será parental a comunidade monoparental, a família homoafetiva com descendente(s) e a multiparental. Do mesmo modo, a família conjugal não se limita ao casal hetero e homoafetivo, pois se estende a família paralela e poliafetiva. Cabe ao Estado e a sociedade proteger e possibilitar que os novos grupos familiares possam usufruir dos mesmos direitos das demais famílias.
Número ISBN: 978-85-7856-221-2
Giorge André Lando (Orgs.).
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Como falar em "literatura nacional" em um contexto neoliberal que reorganiza os modos de existência e descontrói alguns aspectos discursivos elementares para a construção da nação enquanto "comunidade imaginada"? O que significa ser um "clássico" da literatura quando parâmetros pós-modernos rompem com a possibilidade mesma de hierarquização estrutural inerente a delimitação de quaisquer conjuntos alicerçados sobre códigos mais ou menos permanentes de construção de sentido, borrando as outrora bem delimitadas fronteiras entre erudito e popular, alternativo e mainstream, pop e clássico? Como construir uma "historiografia literária" quando a perspectiva dos vencedores que vem orientando por séculos a narrativa escolar hegemônica sofre importantes deslocamentos a partir da visão dos "de baixo"? Afinal, o que pode o literário em meio ao caos? O que pode fazer o professor de literatura quando tem diante de si a possibilidade cada vez mais concreta do fim do mundo? Cabe a este a responsabilidade de definir o que deve ser preservado dentre as ruínas e o que deve ser atirado fora, para ver emergir o novo. Uma tarefa impossível e, ao mesmo tempo, inadiável.
Numero ISBN 978-65-86413-43-4
Org. OLIVEIRA, Acauam Silvério; CHAGAS, Silvania Núbia
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