ISBN: 978-85-518-5739-7
Após três anos do lançamento da coletânea "Ultrapassando Fronteiras: narrativas e reflexões para o Ensino de História" e de uma parceria de quase duas décadas, sedimentada na prática de um fazer historiográfico libertador, surgiu a iniciativa de lançar, em formato digital, este trabalho organizado pelos historiadores Carlos André Silva de Moura e Mário Ribeiro dos Santos.
Contrariando um modelo de ensinar História legitimado em posicionamentos conservadores e que aponta para um único caminho de ler e interpretar as práticas dos sujeitos no tempo, a obra sedimenta-se no movimento das ideias, nos deslocamentos dos fazeres e saberes das gentes comuns, que andam, pensam e vivem no cotidiano das periferias. Problematizar esses fluxos se faz urgente, sobretudo na atualidade, quando necessitamos exercitar uma pedagogia libertadora, transgressora, a qual questione modelos hierarquizantes, fixos e homogeneizantes, a exemplo do “novo Ensino Médio”.
Reunir reflexões que versam sobre outras concepções de mundo, outros discursos e olhares sedimenta o propósito das reflexões aqui apresentadas, principalmente por defender um Ensino de História emancipador, que leve em consideração os estudantes e seus protagonismos, com discussões que façam sentido para quem ler, alçando outras racionalidades e
outros conhecimentos gestados por sujeitos na sua diversidade. Nesse sentido, Ultrapassando Fronteiras retorna aos leitores com algumas atualizações para de contribuir na formação de uma geração de estudantes críticos, os quais questionem a forma hierarquizante dos saberes no cotidiano, propagando uma educação que ainda “encastela” o pensamento em blocos compartimentados. Nos capítulos da coletânea, elaborados por pesquisadores de diferentes instituições do Brasil, existem “provocações” que buscam construir uma nova História interessada em desvelar outras narrativas, atenta às “invencionices” e os saberes assentados na dinâmica do dia a dia, atribuindo à educação uma mobilidade constante, sempre em fluxo e deslocando-se em busca de novas rotas de conhecimentos.
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ISBN: 978-65-85651-51-6
A obra dialoga, a partir da análise da cultura visual e das visualidades, com a construção histórica da colonialidade do olhar e com a crítica decolonial, buscando identificar as derivas do ver, os escapes e as resistências - no plano da cultura - que tensionam e atuam contra os poderes estabelecidos nos domínios da economia e da política. Os artigos contidos nesta obra, em um primeiro momento, investigam a construção histórica da mitologia de nascimento dos EUA com a ode ao progresso como destino, seja na expansão territorial seja na industrialização capitalista. Em um segundo momento, debruçando-se sobre o cone sul, investiga-se a frustração nostálgica de elites da Argentina e do Brasil que buscam consolidar, por meio de projetos arquitetônicos, a síntese de uma perspectiva apartada de sociedade na qual viam o povo como sendo inadequado para a grandeza dos sonhos idealizado de seus pretensos líderes. A obra também agrega a entrevista com o historiador Francisco Santiago, especialista em História e cultura visual.
ORGANIZADORAS: Carla Miucci Ferraresi de Barros e Mônica Brincalepe Campo
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REFLEXÕES A PARTIR DAS ATIVIDADES DE PESQUISA E EXTENSÃO
Ensaios sobre o Envelhecimento: Reflexões a Partir das Atividades de Pesquisa e Extensão é um livro que nasce das atividades de pesquisa e de extensão. Os autores, tanto docentes quanto discentes da graduação e do mestrado, tiveram práticas com grupos de pessoas que vivenciavam o processo de envelhescência e, a partir deste contato e das afetações geradas, trazem aqui suas reflexões acerca desta etapa do curso de vida. A perspectiva adotada é a da promoção de saúde, considerada como ações que se orientam por metas proximais em relação aos efeitos protetivos a agravos os mais diversos.
Numero ISBN 978-65-86413-38-0
Org. SANTOS, Claudimara Chisté; JUNQUEIRA, Franco Andrei da Cunha
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Número ISBN: 978-65-86413-66-3
Sinopse: O presente livro ora publicado intitulado de Identidade, memória e pertencimento como instrumentos de luta no currículo escolar da Comunidade Quilombola de Trigueiros-PE de autoria de Romero Antonio de Almeida Silva, é resultado do seu mestrado em Educação pela Universidade de Pernambuco. Logo no início do texto o autor descreve sua história de vida e seu intenso envolvimento com a comunidade quilombola de Trigueiros e a educação, é perceptivo como ele forjou e foi forjado nesse processo de intensa vivência e trocas, neste sentido ele se torna um outro. Como afirmou Gilles Deleuze: “Mas é ao mesmo tempo, no mesmo lance, que nos tornamos maiores do que éramos e que nos fazemos menores do que nos tornamos”
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Conhecimentos sobre SAÚDE AUDITIVA é de inegável importância, é componente essencial no conceito de SAÚDE PÚBLICA, e está intrinsicamente inserido no bem estar político, social e humano. A AUDIÇÃO é um dos 5 (cinco) sentidos humanos e tem função biopsicossocial importante, que permite a COMUNICAÇÃO entre as pessoas e a interação com o meio em que o indivíduo está inserido. Para se escutar e ouvir bem é necessário que SISTEMA AUDITIVO esteja em boas condições de SAÚDE. No SISTEMA AUDITIVO acontecem mudanças de energia (mecânica, hidráulica e elétrica) a partir de um som captado e, posteriormente, interpretado rapidamente. Compreender o Sistema de Processamento Auditivo, em seus aspectos anatômicos, fisiológicos e patológicos, permite ao indivíduo entender falhas em qualquer etapa desse sistema que pode influir negativamente na AUDIÇÃO HUMANA, e ter maior atenção e mais cuidados a este sentido essencial no cotidiano da população. Detectar problemas auditivos ao longo da vida, de maneira mais breve possível, é essencial para uma melhor QUALIDADE DE VIDA, independe de faixa etária, sejam crianças, jovens e/ou adultos. Profissionais MÉDICOS e da área de SAÚDE, como os FONOAUDIÓLOGOS, auxiliam em atuação primária, secundária e terciária da SAÚDE AUDITIVA, que pode ser prevenida, avaliada e autuada através de vacinações, medicamentos, exames, atos cirúrgicos e uso de Aparelho de AmplificaçãoSonora Individual (AASI).
Número ISBN: 978-85-7856-205-2
Ana Catharina Araújo; Francisco Bandeira
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O conhecimento sobre SAÚDE ÓSSEA é de inegável importância, é componente essencial no conceito de SAÚDE PÚBLICA, e está intrinsicamente inserido no bem estar político, social e humano. Conceitos básicos sobre o metabolismo ósseo, da gestação até a fase adulta, como observar, prevenir e intervir em doenças ósseas, pode auxiliar a população na compreensão sobre o funcionamento do seu próprio corpo, da sua própria estrutura esquelética com mais propriedade, e fazer entender o impacto dos cuidados primários e secundários com os seus OSSOS. Mudanças ósseas acontecem ao longo da VIDA, paralelamente ao crescimento e desenvolvimento do ser humano, sendo influenciadas por muitos fatores intrínsecos e extrínsecos. Estrutura, formação, função e nutrição óssea humana, em linhas básicas e orientações gerais, são temas que serão abordados e apresentados nesse conteúdo bibliográfico. Cuidar da SAÚDE durante a gestação, infância e adolescência é a base que fortalece o ser humano por toda caminhada para se tornar um adulto saudável de longa VIDA. Esses cuidados básicos enriquecem suas necessidades e aumentam suas limitações sem medida.
ISBN 978-85-7856-204-5
Ana Catharina Araújo; Francisco Bandeira
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-85-518-7404-2
Este livro celebra os 70 anos de vida de um egrégio batalhador/pesquisador das causas nacionais e democráticas. Como intelectual polivalente e comprometido, Francisco Carlos Teixeira da Silva é o que, na linguagem do futebol, se chama de "craque" que joga nas onze posições do time. Precursor e promotor dos estudos acadêmicos da História do Tempo Presente no Brasil, soube incorporar à sua agenda de pesquisa tantos temas estratégicos de Segurança e Defesa, quanto variadas dimensões e manifestações da vida popular cotidiana. Como fio condutor dessa trajetória, um forte compromisso com a Democracia, com o Brasil e com a missão emancipadora da Educação.
Organizadores: Karl Schurster, Sabrina Medeiros, Dilton Maynard e Francisco Eduardo Alves de Almeida
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- Residência intersetorial em primeira infância: Coletânea: A intersetorialidade como princípio de atuação entre o cuidar e o intervir na primeira infância
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