ISBN: 978-85-7856-261-8
Este volume da coletânea aborda, sob a ótica das religiões, como foi o golpe de 1964 e os desdobramentos da ditadura em Pernambuco. Os textos são produzidos por profissionais relevantes academicamente, que possuem formações variadas e atuam em instituições de pesquisa e ensino diversificadas.
Org. Thiago Nunes Soares
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ISBN: 978-65-86413-96-0
"Em 8 de janeiro de 2023 o povo brasileiro assistiu atônito à invasão e à depredação das sedes dos três Poderes em Brasília. A horda raivosa, oriunda das diferentes regiões do Brasil, avançou quebrando e destruindo tudo que encontrava pela frente, inclusive obras de arte, o que resultou num enorme prejuízo financeiro e artístico para o país. Para além disso tudo, o que assistimos naquele dia foi um atentado contra a democracia do Brasil, foi a tentativa de um golpe de Estado.
Para tratar desse assunto, Francisco Carlos Teixeira da Silva e Karl Schurster utilizaram com muita competência a larga experiência que possuem no campo da pesquisa histórica, as vivências profissionais que tiveram em órgãos particularmente envolvidos nesse processo, como o Ministério da Defesa e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), para apresentar esta obra “Como (não) fazer um golpe de Estado no Brasil: uma História interna do 8 de janeiro de 2023” que consolida uma importante análise da
história de tempos passados, bem como do tempo presente para ajudar o leitor a compreender o golpe fracassado de 8 de janeiro desde a sua gestação até sua realização [...]"
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Número ISBN: 978-65-86413-65-6
Sinopse: "[...] o desenvolvimento desta pesquisa visa contribuir para o campo da Educação Infantil e para o campo das discussões raciais, evidenciando que ambos os campos podem contribuir para que a diferença seja o mote do ato educativo. Assim, atentamos para a importância que as relações humanas desempenham no espaço escolar da Educação Infantil, para que essas ossam ser equânimes, desmistificando a ideia que um homem nesse ambiente está no lugar errado, bem como repensando as representações acerca do professor homem negro."
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ENTRE FORMAR E FORMAR-SE
2018/ ISBN 978-85-518-0965-5
Mônica Maria Gadêlha de Souza Gaspar
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Experiências da prática pedagógica nas licenciaturas: investigações e propostas didáticas - Volume 2
ISBN: 978-65-85651-36-3
A coletânea resulta de pesquisas e experiências didáticas vivenciadas em contextos de ensino, que traduzem a contribuição do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) para a aprendizagem da docência na formação inicial dos licenciando de Biologia, Letras, Pedagogia, Matemática, História, Geografia, Computação (Informática) e Educação Física. Os resultados sinalizam que o PIBID tem contribuído significativamente para a aprendizagem da docência dos licenciados da Universidade de Pernambuco (UPE) por ensejar a imersão em diversas atividades de aprendizagem à docência e iniciação à pesquisa.
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ISBN: 978-85-7856-263-2
O Dicionário Crítico dos Fascismos é uma obra coletiva que oferece, de forma inédita no Brasil, um panorama abrangente, analítico e multidisciplinar sobre um dos fenômenos políticos mais persistentes e mutáveis da história contemporânea. Reunindo especialistas nacionais e estrangeiros das áreas de História, Ciências Sociais, Ciência Política e Filosofia, o livro percorre quase um século de experiências autoritárias, do fascismo italiano e do nacional-socialismo alemão às novas configurações do neofascismo no século XXI, como o trumpismo, o bolsonarismo e outras manifestações de extrema direita no mundo.
Orgs. Francisco Carlos Teixeira da Silva, Edgar da Silva Gomes, Felipe Azevedo Cazetta, Karl Schurster, Márcia Carneiro.
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ISBN: 978-85-518-5709-0
À medida que o século XXI se adentra, pesquisadores de diversas áreas têm percebido as falhas da Academia, construída segundo moldes imperialistas ocidentais ao longo dos séculos XIX e XX, em ignorar ou rejeitar os diversos saberes produzidos fora dos muros universitários. Críticas decoloniais estão, hoje, cada vez mais procurando olhar para fora, para os atores sociais não intelectuais, observando-os como produtores de saberes e não apenas como objeto de estudos. Com essas considerações em mente, organizamos o presente trabalho procurando reunir estudos que potencializam e dão visibilidade a saberes históricos que são produzidos fora das salas de aula universitárias.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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