A obra aborda personagens marcantes, lugares e símbolos da cultura popular em Sergipe. São aproximadamente 100 verbetes ilustrados, apresentando de forma sintética informações gerais, contribuindo para a divulgação de elementos que envolvem a cultura sergipana.
Número ISBN: 978-65-86413-31-1
MAYNARD, Dilton Candido S.; MONTEIRO, Vivian Cruz
Quant. Disponível: 0
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ISBN: 978-85-7856-243-4
Numa época em que o extremismo e o revisionismo histórico ganham espaço, esta obra se afirma como uma resposta rigorosa e inovadora à urgência do “dever de memória”. Ao articular História, quadrinhos e educação, os autores lançam luz sobre a narrativa visual dos comics como uma ferramenta legítima e potente na construção do conhecimento histórico. Mais do que um estudo sobre Magneto ou os X-Men, este livro é um manifesto metodológico: propõe que tomemos os quadrinhos como espaço epistêmico, onde os traumas do passado podem ser revisitados com ética, rigor e criatividade. Aqui, a paratradução não é apenas um conceito — é um gesto pedagógico e político, um antídoto contra o esquecimento e a manipulação da dor.
Ao longo dos capítulos, o leitor é levado a compreender como a cultura pop, tantas vezes tratada como mero entretenimento, pode se tornar instrumento de democratização da memória e de combate à ignorância histórica. Com isso, esta obra oferece aos educadores, historiadores e leitores atentos um novo caminho para a construção de uma consciência histórica mais crítica, plural e comprometida com os direitos humanos.
Autores: Karl Schurster e Óscar Ferreiro-Vázquez
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O livro "Manoelzinho Salustiano: histórias de um mestre no terreiro" apresenta parte da história de vida do multiartista e mestre da cultura, com suas contribuições para os diferentes segmentos artísticos no Brasil. A obra é resultado das pesquisas dos professores Carlos André Silva de Moura, Mário Ribeiro dos Santos e Sandra Simone Moraes de Araújo, com prefácio do Prof. Dr. Pedro Henrique de Barros Falcão, Reitor da Universidade de Pernambuco, apresentação do Governador do Estado de Pernambuco, Paulo Henrique Saraiva Câmara, e contracapa da Vice-governadora Luciana Barbosa de Oliveira Santos e dos professores Maria Auxiliadora e João Alysson, diretora e vice-diretora da UPE - Campus Mata Norte.
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O livro "Manoelzinho Salustiano: stories of a master on the terreiro" apresenta parte da história de vida do multiartista e mestre da cultura, com suas contribuições para os diferentes segmentos artísticos no Brasil. A obra é resultado das pesquisas dos professores Carlos André Silva de Moura, Mário Ribeiro dos Santos e Sandra Simone Moraes de Araújo, com prefácio do Prof. Dr. Pedro Henrique de Barros Falcão, Reitor da Universidade de Pernambuco, apresentação do Governador do Estado de Pernambuco, Paulo Henrique Saraiva Câmara, e contracapa da Vice-governadora Luciana Barbosa de Oliveira Santos e dos professores Maria Auxiliadora e João Alysson, diretora e vice-diretora da UPE - Campus Mata Norte.
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ISBN: 978-85-518-3542-5
A Capitania de Pernambuco, entre os anos de 1580-1630, foi local de circulação, estabelecimento e comércio de vários cristãos-novos, descendentes de judeus convertidos em Portugal no final do século XV. Estes homens foram membros de extensas redes comerciais fundamentais ao desenvolvimento do comércio transoceânico. Nos prolongamentos delas se encontravam mercadores de diversas origens, localizados em entrepostos comerciais estratégicos onde neoconversos se articulavam para escoar e introduzir diversos produtos na Capitania. Ao recompor as trajetórias de alguns cristãos-novos que aqui estiveram, no fim do século XVI, esmiuçamos suas conexões e os motivos pelos quais deixaram a Capitania, destacando a ação da Inquisição e a mobilidade característica às redes, assim como as estratégias daqueles que permaneceram até o ano de 1630. Entendemos que os cristãos-novos estabelecidos em Pernambuco desenvolveram empreendimentos, vínculos familiares e comunitários, contribuindo para a sua permanência diante de uma difícil conjuntura que incluía a tomada dos holandeses, a retração do açúcar nos mercados europeus, a ação pirata e corsária no Atlântico.
Silva, Janaina Guimarães da Fonseca e;
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ISBN: 978-85-518-7922-1
Narrativas da Frente Oriental: A Marcha, o Destino e o Trauma de um Soldado Austro-Húngaro (1914-1915)" é um registro único das experiências de Eugen Spiegel, um soldado austríaco que participou da Primeira Guerra Mundial na Frente Oriental. Por meio de um diário pessoal detalhado, Spiegel narra as exaustivas marchas, os combates intensos e a brutalidade da guerra, enquanto descreve a devastação de vilarejos, a camaradagem entre os soldados e o impacto psicológico do conflito.
A obra aborda a emblemática Batalha de Lemberg, oferecendo uma rara visão sobre as operações militares e as condições humanas enfrentadas pelos combatentes na Galícia. Este diário, agora publicado pela primeira vez em língua portuguesa, se destaca como uma contribuição essencial para o estudo da guerra e das experiências individuais que moldaram o século XX.
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ISBN: 978-85-518-3543-2
Sinopse: A coletânea “Narrativas urbanas: práticas de pesquisa e escrita de novas histórias”, organizada pelos professores Mário Ribeiro dos Santos e Sandra Simone Moraes de Araújo, tem o objetivo de compreender as narrativas históricas a partir de outros materiais, olhares e interpretações. O leitor tem em mãos capítulos inquietos, que buscam apresentar sentidos diversos as temáticas que, infelizmente, estão distantes dos livros didáticos ou dos conteúdos programáticos de diferentes instituições.
SANTOS, Mário Ribeiro dos; ARAÚJO, Sandra Simone Moraes de;
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ISBN: 978-85-518-4198-3
O presente é um tempo fugaz que tanto nos pode inebriar como desiludir. Esse tempo pode trazer-nos entusiásticas recordações que conferem maior legitimidade à esperança, mas pode também carregar nuvens sombrias que descarregam ressentimento, vontade de vingança, aversão ao perdão, incapacidade de garantir uma convivência pacífica alimentada pela tolerância. A herança transgeracional que transmitimos com base nessa postura marcada por rupturas violentas e incompreensíveis, só pode conduzir ao afastamento, ao individualismo egocêntrico, ao choque permanente e à incompreensão. Como se poderá combater esse futuro incerto, imprevisível e sem esperança de tréguas? Partilhando e contextualizando o passado, conseguindo ir para além da memória seletiva, construindo de forma sustentada uma memória projetiva, na perspectiva defendida por Walter Benjamin. Aqui o combate ao negacionismo é claramente uma das vertentes em que os cientistas sociais terão que intervir, cabendo neste particular um papel enfático aos historiadores.
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