ISBN: 978-85-518-5709-0
À medida que o século XXI se adentra, pesquisadores de diversas áreas têm percebido as falhas da Academia, construída segundo moldes imperialistas ocidentais ao longo dos séculos XIX e XX, em ignorar ou rejeitar os diversos saberes produzidos fora dos muros universitários. Críticas decoloniais estão, hoje, cada vez mais procurando olhar para fora, para os atores sociais não intelectuais, observando-os como produtores de saberes e não apenas como objeto de estudos. Com essas considerações em mente, organizamos o presente trabalho procurando reunir estudos que potencializam e dão visibilidade a saberes históricos que são produzidos fora das salas de aula universitárias.
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ISBN: 978-65-85651-19-6
"O conjunto de textos que ora se apresenta ao público são o resultado das pesquisas desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Católica de Pernambuco, Brasil, e apresentadas ao público em setembro de 2021, em especial no contexto de seu cluster de pesquisadores em torno do eixo linguagem, sentido e ação. Os pesquisadores do núcleo ou linha de pesquisa Linguagem, sentido e ação se propõem ao estudo e investigação de conceitos e temas fundamentais do fenômeno humano da linguagem e dos seus desdobramentos no agir e fazer humanos, tal como esses são apresentados e discutidos, sobretudo, mas não exclusivamente, a partir da tradição filosófica resultante da virada linguístico-pragmática."
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ISBN: 978-85-7856-242-7
Esta coletânea originou-se da execução dos projetos de intervenção realizados pelos cursistas da Residência Intersetorial Primeira Infância, promovida pela Universidade de Pernambuco em parceria com a Secretaria da Criança e Juventude e com apoio da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal-FMCSV, e que teve como finalidade promover a formação profissional e acadêmica de profissionais e gestores das diversas áreas que atuam na Primeira Infância em todo o território pernambucano.
Este livro é composto por quatro Capítulos com as seguintes temáticas: 1. Primeira Infância – Direito à Proteção e Cuidados; 2. Primeira Infância – Direito à Saúde; 3. Primeira Infância – Direito à Educação; e 4. Primeira Infância – Direito à Inclusão. Em cada capítulo, os autores apresentam diversas abordagens de intervenção sobre o enfrentamento dos múltiplos aspectos da violência, abuso sexual, racismo, alienação parental entre outros contextos contra as crianças.
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UMA HISTÓRIA DE IDEALISMO E INTEGRAÇÃO
Esta obra, de autoria de Alfredo Antunes, apresenta em seus mínimos detalhes o processo de formação e construção do Instituto Pernambuco-Porto.
ISBN nº: 978-65-86413-24-3
ANTUNES, Alfredo
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CONSTRUÇÃO E PRÁTICA DO SABER
Gevson Andrade
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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MANUAL DE LABORATÓRIO
2018/ ISBN 978-85-518-0971-6
Betty Rose de Araújo Luz
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