ISBN: 978-65-85651-53-0
Esta obra que apresentamos a você, leitora, leitor, interessada(o) na temática das migrações e cidades nas Américas, faz parte de uma ampla rede de pesquisadores dedicados (as) e empenhados (as) em analisar as problemáticas que envolvem os deslocamentos, as questões urbanas contemporâneas de nossos continentes e as suas perspectivas passado-presente. Não surgiu por acaso essa reunião de pesquisadores, ela é resultado dos seminários internacionais do Laboratório de Estudos de Imigração (LABIMI-UERJ) que acontecem, de forma virtual e anual, desde o ano de 2020, com o isolamento provocado pela pandemia do Covid-19. Os eventos se mantiveram mesmo com o término (felizmente!) da pandemia, já celebrando em 2023 o “IV Seminário online Migrações e Cidades nas Américas”. Fruto de intensos e frutíferos debates e interlocuções com pesquisadores do Brasil e de universidades internacionais, os seminários agrupam participantes vinculados (as) à graduação, pós-graduação, professores (as) da rede de ensino, ativistas de grupos pró-migrantes, ONGs e interessadas/os no tema. Toda essa interlocução proporcionada pelos Seminários nos ajuda, como pesquisadores (as), a reelaborar nossas ideias, refletir acerca de nosso objeto de estudo, multiplicar nossos olhares.
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ISBN: 978-65-85651-20-2
Em 2022, a organização da Semana Universitária da Universidade de Pernambuco (SU UPE 2022), repercutiu o contexto do Brasil no pós-pandemia da Covid-19 e crises políticas que fez avançar o desmonte de ações estratégicas de estado, afetando drasticamente o compromisso público por políticas públicas de inclusão, de preservação do meio ambiente, de incentivo à produção científica, à educação, entre outros. Nesse sentido, a SU UPE 2022 apontou o tema “A ciência a serviço da reconstrução do país” como elemento de integração da discussão em torno da produção científica realizada pela universidade ao longo do ano, reafirmando seu compromisso com a pesquisa, o ensino e a extensão comprometidos com a busca de soluções para problemas reais da população e, em especial no atual contexto, uma atuação que considera a necessidade de reconstrução e melhoria da vida social em nosso país, em diferentes dimensões.
A ciência, em diferentes contextos históricos brasileiros, tem tido efetivas contribuições à garantia dos direitos sociais, foi o que destacou o professor Sérgio Machado Rezende (físico, engenheiro brasileiro, ex-Ministro da Ciência e Tecnologia no governo Lula entre 2005 e 2010), em palestra de abertura do evento. O objetivo geral da Semana Universitária 2022 foi socializar experiências acadêmicas de ensino, de pesquisa e de extensão, de modo a evidenciar o significado social da UPE, por meio de suas ações, nas diversas regiões do Estado de Pernambuco. Procura também destacar potencialidades e diversidades de expressões na vida acadêmica, centrada nos processos inovadores de produção do conhecimento. A programação foi vivenciada entre os dias 09 a 11 de novembro de 2022, através do uso de plataformas digitais e/ou presencialmente nas Unidades. Mais uma vez aproveitamos a oportunidade para agradecer o apoio financeiro da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco, e do Governo do Estado de Pernambuco, por todo apoio financeiro aos trabalhos desenvolvidos pelas/pelos docentes e estudantes.
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ISBN: 978-65-85651-24-0
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-65-85651-93-6
Este volume da coletânea aborda, sob a ótica dos direitos humanos e movimentos sociais, como foi o golpe de 1964 e os desdobramentos da ditadura em Pernambuco. Os textos são produzidos por profissionais relevantes academicamente, que possuem formações variadas e atuam em instituições de pesquisa e ensino diversificadas
Org. Thiago Nunes Soares
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ISBN: 978-85-7856-280-9
O presente estudo representa um marco no desenvolvimento organizacional da Superintendência de Educação (SUED) da Autarquia Territorial do Distrito Estadual de Fernando de Noronha, constituindo o primeiro diagnóstico sistemático e abrangente das práticas de gestão educacional em um território insular único no Brasil. Desenvolvido através de parceria técnico-científica com a Universidade de Pernambuco, este trabalho oferece uma análise detalhada dos desafios e oportunidades específicos da SUED, que desempenha papel fundamental na formação educacional da comunidade noronhense e na garantia do direito à educação de qualidade no arquipélago.
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ISBN: 978-65-85651-08-0
Segundas Feministas vai à escola é uma iniciativa do projeto de extensão com o mesmo nome para apoiar o uso das entrevistas do programa de podcast Segundas Feministas, por entender que o formato digital é um recurso didático que se impõe pela capacidade de facilitar a comunicação num mundo que introduziu os canais digitais e os recursos remotos no seu dia a dia, nos mais diversos ambientes de trabalho e formação e que se demonstrou eficiente e imprescindível, especialmente quando o isolamento social decorrente de grave crise pandêmica se impôs. Porém, o seu uso recente como metodologia do ensino-aprendizagem ainda prescinde de material de apoio.
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Número ISBN: 978-65-86413-57-1
Sinopse: O presente livro, intitulado “Diálogos sobre a Pandemia Covid-19: as tecnologias e os novos Direitos”, traz o resultado dos estudos e pesquisas ainda que preliminares (em virtude do momento atual), sobre as principais temáticas jurídicas que tangenciam os reflexos trazidos pela Covid-19 e suas consequências sociais.
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ISBN: 978-65-85651-68-4
Este livro é uma introdução às ideias de Charles Sanders Peirce. Não requer algum conhecimento prévio de Peirce ou de seu trabalho, mas fornece uma base para a compreensão das ideias centrais de sua filosofia. Depois de ler este livro e refletir sobre os detalhes das ideias peirceanas aqui apresentadas, o leitor deverá ser capaz de compreender onde Peirce se enquadra na filosofia contemporânea da linguagem, da mente e da ciência.
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