ISBN: 978-65-85651-71-4
Este livro é fruto de um conjunto de inquietações de pesquisadores que se debruçam, numa perspectiva interdisciplinar, sobre o ensino e a aprendizagem do saber matemático, em contextos diversos, na ótica da Psicologia da Educação Matemática enquanto campo de investigação.
Autores: Ernani Martins dos Santos e Síntria Labres Lautert.
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Experiências da prática pedagógica nas licenciaturas: investigações e propostas didáticas - Volume 1
ISBN: 978-65-85651-34-9
Esta obra resulta de pesquisas e experiências didáticas vivenciadas em contextos de ensino que traduzem a contribuição do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) para a aprendizagem da docência na formação inicial dos licenciando de Biologia, Letras, Pedagogia, Matemática, História, Geografia, Computação (Informática) e Educação Física. Os resultados sinalizam que o PIBID tem contribuído significativamente para a aprendizagem da docência dos licenciados da Universidade de Pernambuco (UPE) por ensejar a imersão em diversas atividades de aprendizagem à docência e iniciação à pesquisa.
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ISBN: 978-65-85651-65-3
É com entusiasmo que apresentamos o livro “MANUAL DE PROCEDIMENTOS EM BIOTECNOLOGIA: DO BÁSICO AO AVANÇADO”, uma obra que resulta de extensa pesquisa cientifica e que tem como objetivo reunir e compartilhar protocolos científicos atualizados a respeito da produção de microrganismos, assim como da extração de seus compostos bioativos.
Fruto de uma colaboração entre profissionais de diversas áreas, este livro oferta uma visão ampla das principais metodologias aplicadas a rotina de um laboratório, abrangendo conteúdos como a produção de organismos naturais, incluindo estratégias para otimização de seu crescimento, processos de produção de bioativos, como fermentação e protocolos de extração e ainda métodos de precipitação e cromatografia, que permitem a separação e purificação eficiente de produtos de alta pureza e atividade biológica.
ORGANIZADORES: Romero Marcos Pedrosa Brandão Costa, Daniela de Araújo Viana Marques, Diego Gomes Ramos, Luiz Henrique Svintiskas Lino, Maria Eduarda Luiz Coelho de Miranda, Maria Rafaele Oliveira Bezerra da Silva, Nilson Fernando Barbosa da Silva, Raphael Luiz Andrade Silva, Kethylen Barbara Barbosa Cardoso, Ana Lúcia Figueiredo Porto.
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ISBN: 978-65-85651-80-6
O Ensino Médio (EM) tem gerado grandes controvérsias e discussões, principalmente após a promulgação da lei nº 13.415 de 16 de fevereiro de 2017 que nos trouxe o Novo Ensino Médio (NEM) e no que tange à Educação Física (EF) que foi inserida como obrigatória no formato de estudos e prática coloca-nos frente a um velho dilema: como podemos justificar/reconhecer/valorizar a existência e permanência da EF na reforma do NEM? Como lidar com a possibilidade de um (não) lugar para EF nos currículos do NEM? Isto posto, o presente estudo teve como objetivo compreender qual o lugar da EF no currículo do NEM enquanto estudos e práticas. Metodologicamente, o trabalho foi de cunho qualitativo e do tipo descritivo. Historicamente, o EM no Brasil, tem se constituído em um nível de escolaridade de difícil enfrentamento e nesse cenário localizamos a EF, que sofreu e vem sofrendo desmontes diários ao não ter sua importância reconhecida dentro da educação básica, tendo seus conhecimentos suprimidos do currículo de forma que o professor precisar escolher o que abordar, sacrificando conteúdos em detrimento de outros, podando as possibilidades que esse componente pode ter na vida do estudante.
Autora: Sabryna Santana Lopes
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-85-518-5161-6
Empreitada de horizonte amplo e que enreda temas aparentemente díspares, os textos aqui reunidos discutiram de modo longitudinal questões singulares e de longa permanência na historiografia, desta vez vinculados ao Ensino de História. Nesse sentido, agregamos trabalhos que discutem as relações entre memória e patrimônio na Educação Básica e em outros espaços de produção e aprendizagem histórica; bem como os aspectos inerentes aos debates sobre cultura popular, mundos do trabalho e relações identitárias nesses espaços. Assim, estão inclusas perspectivas as mais diversas que podem discorrer sobre a análise de livros didáticos, reflexão da prática docente, divulgação de relatos de experiência e de pesquisa de campo, abordagens sobre educação patrimonial, história do trabalho, história local e regional, bem como as interrogações atinentes ao papel do professor-pesquisador no cotidiano escolar e acadêmico frente à temática proposta.
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ISBN: 978-65-85651-47-9
O e-book é o resultado dos diálogos e debates que envolveram docentes e discentes do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHI), do Laboratório de Ensino e Aprendizagem em História (LEAH) e do Programa de Mestrado Profissional em História (ProfHistória), todos vinculados à Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Como fruto dessa parceria foi possível organizarmos o Ciclo de Debates do LEAH e ProfHistória que ocorreu no formato on-line durante os anos de 2021 e 2022. O evento se caracterizou por ser um espaço de integração entre pesquisadores e pesquisadoras do ensino de História e demais interessados(as) em dialogar sobre as demandas atuais e a problematização de abordagens contemporâneas na formação e atuação do professor e da professora. Nessa empreitada, reunimos docentes que atuam na educação básica e no ensino superior que relatavam suas experiências diante dos desafios da educação.
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ISBN: 978-65-86413-95-3
Sinopse: "Pesquisas sobre Resolução de Problemas no Ensino de Ciências e suas Interfaces foi elaborado a partir de trabalhos desenvolvidos no grupo de pesquisa “Ensino e Aprendizagem baseados na Resolução de Problemas” (NUPEABRP), certificado pelo CNPq, e vinculado aos Programas de Pós-Graduação em Ensino de Ciências (PPGEC), ao Mestrado Profissional em Química em Rede Nacional (PROFQUI) e ao Departamento de Química da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). [...] O e-book traz uma seleção de artigos de pesquisa produzidos pelo grupo, que objetivam contribuir como suporte teórico-metodológico para o ensino de ciências, e prática de ensino de professores e professoras de ciências sobre a abordagem de resolução de problemas no espaço da sala de aula de escolas e universidades."
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