ISBN: 978-65-86413-86-1
A escola brasileira é um espaço da esfera pública que recebe diariamente cerca de 50 milhões de pessoas – crianças, jovens e adultos – que a ela acedem na condição de estudantes, em diferentes etapas e modalidades da educação básica. Podemos estimar o tamanho do empreendimento educacional no nosso país fazendo uma simples comparação com as dimensões de outras nações. Conforme dados de 2021 do IBGE Países, por exemplo, a vizinha Argentina tem uma população total de pouco mais de 45 milhões de habitantes; a França não totaliza 65 milhões de habitantes; a população de Portugal excede minimamente os 10 milhões de habitantes; no Uruguai vivem pouco menos de 3,5 milhões de pessoas. Ora, dentro da escola brasileira estão acolhidos quase cinco vezes a população total de Portugal e mais de 14 vezes a população da pequena e encantadora nação uruguaia. Cabem dentro da escola brasileira toda a população argentina ou 80% da população francesa. Este livro é mais uma expressão dos resultados e dos debates dessa valorosa comissão, que liderou os debates e o acúmulo de conhecimento, ideias e proposições dentro da ABEH sobre as questões e políticas curriculares. É um ponto fundamental dessa caminhada que ele venha a público. Não podemos chamar de ponto culminante porque seguimos alimentando a expectativa de que muita coisa nesse campo ainda está por vir porque a luta, como sempre, continua!
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MANUAL DE LABORATÓRIO
2018/ ISBN 978-85-518-0971-6
Betty Rose de Araújo Luz
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DIALOGANDO COM PAULO FREIRE
O e-book Formação Continuada de professores dialogando com Paulo Freire, é uma edição especial em comemoração aos 100 anos de Paulo Freire. Esta obra está estruturada em 15 capítulos, que se articulam entre si, apresentando propostas inovadoras e relato de experiências. Representa o Vol 5 da Série Formação de Professores, com capítulos construídos por doutorandos, mestrandos e professores da UFRPE/PPGEC, em parceria com docentes de outras IES do Nordeste. Em se tratando de uma edição especial em homenagem ao filósofo e educador Paulo Freire, esta obra conta com duas peculiaridades; um capítulo construído pelo professor e cientista César Picón de Peru-Lima, especialista em Educação de Jovens e Adultos (EJA) na América Latina e Caribe; a outra peculiaridade trata de uma narrativa redigida pela Professora doutora Marly Oliveira que foi aluna de Paulo Freire enquanto cursava o mestrado em Educação na UFPE, no final da década de oitenta. Esta narrativa demostra como na prática do contexto da sala de aula, o educador Paulo Freire exercia de fato a sua prática docente.
Número ISBN 978-65-86413-37-3
OLIVEIRA; Maria Marly de
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ISBN: 978-85-518-5140-1
Escravidão, seus temas e problemas em aulas de história resulta de diálogos entre profissionais de história que atuam em diferentes níveis de ensino e pesquisa, desde o ciclo básico até cursos de graduação e pós-graduação. Por isso mesmo, quase todos os seus autores lecionaram ou lecionam no ensino básico e/ou têm filhos ou parentes em idade escolar. Todos, igualmente, passaram por formação superior em universidades públicas brasileiras, alguns com trânsito por universidades internacionais e/ou que mantêm interlocução com profissionais de diferentes partes do planeta. Uns autores são recém-doutores, outros já levam quase duas décadas de conclusão de seus doutorados e formam docentes em cursos de licenciatura em história. Apesar das experiências multifacetadas dos autores do livro em diferentes níveis de ensino e pesquisa, algumas perguntas “clássicas” entre historiadores professores nortearam todas as abordagens:
1) Quais os níveis de distanciamento entre as pesquisas de ponta nas
universidades e o cotidiano escolar do ensino de história na educação
básica?
2) Como superá-los e estreitar a distância entre universidades e escolas?
3) Quais os desafios atuais e vindouros que incidem e incidirão sobre a área a partir da implementação, ou não, da Base Nacional Curricular Comum?
4) Que temas e problemas de pesquisa historiográficos, inclusive o ensino de história, podem ser melhor ou simplesmente conectados, e como?
5) Como demandas sociais e políticas da contemporaneidade interferem no ensino nos níveis básico, médio e superior? Como o presentismo, a militância política e uma pedagogia centrada na “realidade do aluno”, se exacerbadamente orientados por questões e identidades políticas e sociais da atualidade, podem levar ao anacronismo e à deturpação do ensino de história?
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RESPEITO AO MEIO AMBIENTE, SOLIDARIEDADE E INCLUSÃO SOCIAL
Os pesquisadores da Universidade de Pernambuco - UPE, representados pelo Grupo de Pesquisa Direito do Trabalho e os Dilemas da Sociedade Contemporânea, em parceria com Universidade Nacional Autônoma do México - UNAM celebraram convênio com a finalidade de promover a pesquisa no meio acadêmico e assegurar, por intermédio da presente coletânea de capítulos, a publicação dos resultados dos estudos realizados por docentes e discentes das instituições conveniadas, bem como das demais interessadas na temática proposta. Para tanto, a partir de experiências interdisciplinares e sob a ótica brasileira e mexicana acerca do conceito de desenvolvimento, trabalho, meio ambiente e a concretização dos direitos humanos apresentam os resultados dos estudos relacionados à temática, permeando a necessária crítica ao desenvolvimento. Em virtude da adesão massiva, a obra está dividida em dois tomos. Tanto o tomo I, quanto o tomo II são compostos por 11 (onze) capítulos, cada, de temáticas diversas e bastante abrangentes sobre questões ao desenvolvimento.
ISBN: 978-65-86413-10-6
LANDO, Giorge Andre; DANGELO, Isabele bandeira de Moraes;
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ISBN: 978-65-85651-21-9
Há um problema no espaço topológico para a definição de “direitas” hoje. A quantidade de grupos e subgrupos que compõem esse conjunto com múltiplas perspectivas é incapaz de fugir a terminologias oriundas da primeira metade do século XX, como “os fascismos” ou mesmo “os populismos”, e construir uma categoria que vá para além da aporia de um nome.
Se no pós-Segunda Guerra Mundial falávamos de “neofascismo”; nos anos 1980 o termo utilizado foi “extrema-direita” e nos anos 1990 “direita radical”, agora, no século XXI, o termo mais utilizado tem sido “ultradireita” (far right) ou o controverso conceito de “direita nacional populista”. Esse termo acaba por se tornar frágil e pouco sustentável do ponto de vista acadêmico, mesmo considerando seu largo uso pelos meios de comunicação. Assim, não só é impossível tratar a multiplicidades desses grupos no singular, o que nos levaria a imaginar que há uma real unidade entre eles, algo impossível de comprovar, mas também não considera seu caráter transnacional, o que faz com que esses grupos possuam questões e demandas comuns em diversos lugares e ganhe contornos regionais e locais a depender de onde se expressam.
Além disso, ao avaliarmos as direitas, nos deparamos com o polêmico debate sobre o “populismo”, definição formulada para qualificar os governos nacionais estatistas na América Latina nos anos 1930 — 1940. Esse conceito, mesmo sendo defendido por intelectuais de prestígio como Pierre Rosanvallon (Rosanvallon 2017) e Federico Finchelstein (Finchelstein 2019), é duramente criticado por Mudde (Mudde 2019) e por Michael Löwy (Löwy 2014), por ser considerado uma “ideologia débil” que apenas divide a sociedade em dois grupos homogêneos e antagônicos que seriam um povo “puro” e uma “elite corrupta”. Michael Löwy coaduna com os argumentos de Mudde ao afirmar que a conceituação de “populismo” é incapaz de analisar os novos fenômenos das direitas emergidos no século XXI. Sua argumentação alerta para o perigo da interpretação de que esse conceito seja uma “posição política que toma o lado do povo contra as “elites”. Ao fazê-lo, mesmo que de forma involuntária, acaba-se por legitimar as ações de “extrema-direita” e tornar a sociedade simpática a eles, aceitando suas proposições, afinal quem seria contra o próprio povo e a favor das elites? (Löwy 2014). Portanto, o uso desse conceito, retira da pauta de debate temas caros a sociedade civil e ao Estado como a xenofobia, o racismo, os fascismos, a questão migratória. Além disso, outro equívoco estaria no uso irrestrito para igualar pensamentos à direita e à esquerda utilizando-se das terminologias “populismo de direita” e “populismo de esquerda”.
Nesse sentido, utilizamos a definição do politólogo holandês Cas Mudde. Segundo ele, a ultradireita estaria diretamente ligada ao discurso antissistema, adotando uma postura veementemente hostil à democracia liberal. No interior deste grupo, teríamos uma direita mais extremista, que rejeita essencialmente a democracia, e a direita radical que, mesmo “aceitando” a democracia liberal, se oporia a elementos fundamentais dela como o direito das minorias, o Estado de Direito e à separação dos poderes (Mudde 2019).
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ISBN: 978-85-7856-251-9
Nesta obra, são apresentadas experiências extensionistas vivenciadas no âmbito da Universidade de Pernambuco - UPE, em diferentes contextos, sejam no formato de fóruns em torno da política de inserção curricular da extensão, ou mesmo a partir de atividades específicas, em perspectiva interdisciplinar, tal como a do letramento digital.
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ISBN:978-65-85651-27-1
Este trabalho é o resultado do estudo sobre o Programa para Autonomia Financeira da Escola (PROAFE), instituído pela prefeitura de Juazeiro, na Bahia, no ano de 2010, sendo vigente até os dias atuais. Aqui são descritos a sua evolução, os objetivos, os parâmetros que o influenciaram, o desenvolvimento e a relação com a gestão das escolas, os entraves ainda existentes, os resultados alcançados e, a partir das falas dos sujeitos diretamente envolvidos na sua execução, a análise dos méritos e deméritos do programa, as críticas e apontamentos sobre os impactos promovidos na autonomia administrativa das unidades de ensino.
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- Meandros geográficos III
- Experiências de pesquisa sobre resolução de problemas no ensino das ciências: Contextos de investigações
- Aplicação do método prisma para revisão sistemática da literatura na engenharia civil
- Ensino de história: teorias, práticas e novas abordagens – Volume 3: “Patrimônio cultural, memórias, identidades e mundos do trabalho no ensino de História”